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Pé no Porão Rally Bar busca inspiração no universo das provas off-road

Inaugurado cerca de três meses atrás, local na Vila Olímpia pertence ao piloto Paulo Nobre e à navegadora Patricia Romanatti

Por: Fabio Wright - Atualizado em

Pé no Porão Rally Bar - 2193
O imóvel estreito, dividido em varanda e salão à meia-luz: decoração temática (Foto: Mario Rodrigues)

Existem na cidade bares dedicados aos mais variados universos. Futebol, samba, metrópoles famosas e ídolos da MPB são exemplos. A eles soma-se agora uma casa de temática inusitada. Inaugurado cerca de três meses atrás, o Pé no Porão Rally Bar, na Vila Olímpia, foi montado por dois amantes do esporte: o piloto Paulo Nobre, conhecido por Palmeirinha, e a navegadora Patricia Romanatti. Amigos, eles competiam juntos e foram campeões sul-americanos de velocidade em 2005.

Como Palmeirinha ainda disputa provas (já participou duas vezes do Dakar), Patricia cuida do dia a dia do endereço. Dividido em um salão escurinho e uma varanda, o estreito imóvel é decorado com uma porção de objetos relacionados ao mundo do rali. Entre eles, fotos de carros comendo poeira na estrada, mesas feitas com pneu, capacetes, troféus e macacões. Para animar, rolam faixas de David Bowie, Rolling Stones, Deep Purple, Pink Floyd e outras feras do rock.

Embora poucos dos doze drinques sejam interessantes, o coquetel da casa (R$ 18,00) agrada. Trata-se de uma espécie de caipirinha de limão preparada com uísque Jack Daniel’s e refrigerante de limão em copo alto. Completam a carta cervejas como as nacionais Original e Serramalte (R$ 7,00 cada uma) e a argentina Quilmes (R$ 17,00 a garrafa de 960 mililitros), apropriadamente servidas em copos resfriados. A cozinha mostrou eficiência na polenta mole coberta por ragu de carne cozida lentamente no molho de tomate (R$ 17,00) e no bolinho de arroz parboilizado recheado de queijo roquefort (R$ 16,00 a porção). Em tempo: pé no porão é uma gíria que significa “pisar fundo”.

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Fonte: VEJA SÃO PAULO