Cinema

Dois best-sellers famosos adaptados para as telas estão em cartaz

O Hobbit - A Desolação de Smaug, segundo episódio da trilogia de J.R.R. Tolkien, e Ender's Game - O Jogo do Exterminador já fizeram sucesso nas livrarias

Por: Miguel Barbieri Jr. - Atualizado em

O Hobbit - A Desolação de Smaug
Martin Freeman: protagonista de 'O Hobbit' (Foto: Divulgação)

O Hobbit - A Desolação de Smaug, segundo episódio da trilogia de J.R.R. Tolkien, e Ender's Game - O Jogo do Exterminador, inspirado em livro de Orson Scott Card, são reproduções de dois livros best-sellers adaptados para as telas. Saiba mais:

O Hobbit – A Desolação de Smaug

O segundo episódio da trilogia extraída do livro O Hobbit, de J.R.R. Tolkien, tem ritmo ágil, fantasia ilimitada, efeitos visuais de primeira e uma narrativa envolvente. Peter Jackson (O Senhor dos Anéis) dá continuidade à saga do rei Thorin (Richard Armitage), que quer recuperar o reino de Erebor, tomado pelo dragão Smaug. Para isso, conta com a ajuda do hobbit Bilbo Bolseiro (Martin Freeman) e de um grupo de anões. Na aventura até lá, eles enfrentam situações de perigo. Além de serem atacados pelos grotescos orcs, viram prisioneiros de elfos.

Enders Game - Filme - Harrison Ford
Ender's Game - O Jogo do Exterminador: com Harrison Ford (Foto: Divulgação)

Ender’s Game – O Jogo do Exterminador

Inspirada no livro de Orson Scott Card, essa ficção científca mira um público específco: a moçada ligada em videogame. A história, embora tenha um ponto de partida adulto, ganha tratamento ingênuo. Na trama, Ender Wiggin (Asa Butterfeld) é escolhido, entre poucos garotos, para ser treinado para uma missão militar numa estação espacial. O coronel Graff (Harrison Ford) percebe que o menino possui um potencial de raciocínio muito acima da média. Aos poucos, torna-o o líder para derrotar supostos invasores alienígenas, mas o último ataque dos extraterrestres à Terra ocorreu cinquenta anos atrás. Com visual colorido extraído de jogos eletrônicos, o flme demora a engrenar. No desfecho, há uma pegadinha e a redenção. Tarde demais para uma narrativa que insiste na militarização da adolescência.  

Fonte: VEJA SÃO PAULO