Restaurantes

Massas frescas são ponto forte do La Grassa

Dos mesmos donos do Praça São Lourenço, casa chama atenção também pela decoração caprichosa

Por: Arnaldo Lorençato - Atualizado em

La Grassa 2204
Tortelli de ricota temperada (Foto: Fernando Moraes)

Cinco anos depois de inaugurarem o variado Praça São Lourenço, na Vila Olímpia, os sócios Airton Valadão Júnior, Alexandre Marino, João Paulo Gentille, Rogério Caboclo e Rubens Gentille Neto se juntaram a Aurélio Rodrigues Melo e decidiram dar uma guinada à italiana. Nasceu aí a cantina La Grassa, em funcionamento há três meses em Moema. Assim como na primeira casa do grupo, chama atenção o cuidado na decoração do ambiente. O novo salão tem pé-direito alto, paredes de tijolos aparentes, guardanapos de pano presos ao teto e duas jabuticabeiras.

La Grassa 2204
Decoração caprichada: duas jabuticabeiras e guardanapos presos ao teto conferem charme ao salão (Foto: Fernando Moraes)

Preparadas numa cozinha envidraçada no mezanino, as massas frescas são o ponto forte do cardápio. Das versões recheadas, agrada o tortelli romagnoli (R$ 32,00), repleto de ricota temperada por tomilho e alecrim. Folhas de rúcula e manjericão, cubos de tomate e lascas de pancetta crocante finalizam a sugestão. Pelo mesmo preço há o pappardelle ao ragu de ossobuco. Levemente engordurado ao ser chapeado, o robalo grelhado chega à mesa guarnecido de um saboroso tagliolini ao molho de vinho branco, rúcula, tomate e alcaparra (R$ 48,00).

Antes das pedidas principais, percorra o pequeno balcão de antepastos oferecidos por quilo (R$ 95,00). Evite a salgada alichela e prefira o tomate seco artesanal e o involtini de mussarela com mortadela. Bem adocicada, a torta de castanha-do-pará (R$ 8,00) arremata a refeição. A carta de vinhos privilegia rótulos italianos simples, caso do tinto Chianti Piccini 2008 (R$ 57,00).

Fonte: VEJA SÃO PAULO