Saúde

Os planos do médico José Luiz Setúbal no comando da Santa Casa

O maior hospital filantrópico do país, que atende cerca de 730 000 pacientes por ano, amarga uma dívida de mais de 520 milhões de reais

Por: Aretha Yarak

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José Luiz Setúbal: eleito por aclamação ao cargo de provedor (Foto: Mário Rodrigues)

José Luiz Setúbal, de 58 anos, não é um homem de caminhos óbvios. Quinto dos sete filhos de Olavo Setúbal, ex-prefeito de São Paulo e um dos fundadores do Itaú, ele fugiu à vocação natural da família de banqueiros. Enquanto os cinco irmãos homens seguiram os passos do pai, José Luiz optou pela pediatria e, embora seja um dos acionistas da instituição financeira, jamais se envolveu no dia a dia daempresa. “As pessoas me interessam mais do que os números”, justifica.

Uma de suas grandes realizações no setor de sua especialidade ocorreu em 2005, quando comprou o Hospital Infantil Sabará, em Higienópolis, e nele investiu 100 milhões de reais. Em menos de uma década, o número de leitos triplicou, a equipe começou a fazer procedimentos mais complexos e a instituição ganhou um selo de qualidade internacional.

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Quando poderia relaxar um pouco, depois de pôr o negócio nos eixos, resolveu encarar uma das maiores encrencas da atualidade na área de saúde do país. Na última terça (9), com 168 votos, foi eleito por aclamação à cadeira de provedor da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Ele é o primeiro ex-aluno a ocupar o cargo, e a posse se deu em meio à pior crise financeira em mais de 450 anos de história. “Minha missão é reerguer a entidade e trazer de volta a credibilidade perdida”, conta.

Maior hospital filantrópico do país, a Santa Casa atende cerca de 730 000 pacientes por ano só no prédio com muros de tijolos da Vila Buarque. Entre 2009 e 2013, o patrimônio líquido da Santa Casa caiu de 220 milhões de reais para meros 323 000 reais. A dívida acumulada hoje é de aproximadamente 520 milhões de reais.

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A gravidade da situação ficou clara em julho de 2014, quando o pronto-socorro do Hospital Central, que só presta serviços pelo SUS, fechou as portas por 28 horas. O então provedor, o advogado Kalil Rocha Abdalla, disse à época que fornecedores teriam se recusado a entregar insumos devido a pagamentos não quitados. A reabertura aconteceu apenas depois que o governo estadual se comprometeu a fazer um repasse emergencial de 3 milhões de reais.

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Pronto-socorro fechado: a crise teve início em julho de 2014 (Foto: Marlene Bergamo/Folhapress)

Fragilizado, o lugar viveu meses de caos. Exames foram suspensos, a coleta de lixo ficou comprometida e operações passaram a ser canceladas por falta de material cirúrgico e de remédios. Sem o pagamento do salário de novembro e do 13º, médicos ameaçaram entrar em greve, mas acabaram desistindo. A maior parte dessas pendências continua em aberto. Segundo o sindicato da categoria, 467 profissionais, o equivalente a quase um terço do corpo clínico, não receberam os atrasados. Das 39 unidades de saúde que a Organização Social administrava, restaram apenas sete — as demais foram devolvidas às gestões estadual e municipal.

Candidato único ao cargo de provedor, Setúbal assume após a renúncia do advogado Kalil Rocha Abdalla, formalizada em 16 de abril. Ele estava afastado oficialmente desde janeiro e teve os sigilos bancário e fiscal quebrados a pedido do Ministério Público do Estado de São Paulo. A investigação, de responsabilidade da promotora Dora Martin Strilicherk, inclui outros 21 nomes de pessoas físicas e jurídicas da administração passada e busca averiguar indícios de superfaturamento em compras e serviços, contratação de empresas terceirizadas envolvidas com funcionários e prática de nepotismo.

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“A irmandade funcionava, aparentemente, como grande empresa familiar, na qual filhos e cônjuges, mormente dos principais executivos e dirigentes, ‘coincidentemente’, trabalhavam na mesma empresa”, escreveu a promotora, em um trecho do despacho. Abdalla se diz tranquilo em relação às investigações. “Nada ainda foi comprovado, só lamento que meu trabalho de décadas não tenha sido reconhecido.”

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Francisco Gimenez, Luis de Campos Salles, Erasmo De Boer, Eduardo Carneiro e Paulo Motta: equipe de diagnóstico (Foto: Mário Rodrigues)

Com o objetivo de abrir a caixa-preta dos números da instituição, Setúbal indicou há um mês cinco homens de sua confiança para compor a mesa administrativa. “Antes de montar um plano de ação, precisamos esmiuçar tudo”, afirma. “As ações serão feitas de forma transparente.” Fazem parte do time profissionais como o administrador Eduardo Carneiro, encarregado por quase dez anos da gestão da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), e o engenheiro Luiz de Campos Salles, ex-CEO da Itaú Seguros.

Dias antes da posse, o grupo já havia solicitado dados e balanços completos, que ainda estão sendo processados. As informações preliminares, no entanto, assustam. Descalabros de todo gênero não param de aparecer. “Encontrei três aparelhos de raios X na caixa”, espanta-se Carneiro, que calcula em 500 000 reais o valor dos equipamentos. “Foram comprados sem planejamento e estão parados há meses.Tem até elevador encaixotado há mais de um ano, é muita desorganização”, completa ele. O diagnóstico final da turma, que inclui ainda os empresários Paulo Motta e Francisco Gimenez, além do advogado Erasmo de Boer, ficará pronto no fim do mês, quando será apresentado à diretoria.

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Setúbal também escalou um novo braço forte para tocar o dia a dia da Santa Casa. Desde a última quarta (10), Luiz Oberdan Liporoni é o diretor administrativo das duas unidades do Hospital SantaI sabel — braço particular do complexo. “Nosso objetivo é promover uma grande reestruturação e tornar o local viável financeiramente”, afirma. Oberdan é especialista em gestão hospitalar e esteve à frente da AACD por mais de trinta anos. Ele é um dos responsáveis pela criação do Teleton no país, programa que viabilizou a construção de dezoito centros de reabilitação. Sua meta é elevar a taxa de ocupaçãodos leitos a 90% — hoje, ela não passa dos 50%. “O objetivo é ter bons resultados em até dezoito meses”, conta.

A pressa existe porque o lucro obtido noSanta Isabel será usado para equacionar areceita do setor filantrópico. “Hoje, 95% do dinheiro vem do SUS. Precisamos reduzir esse número a 60% para deixar a Santa Casa viável”, explica Setúbal. “Isso só será possível com a geração de novas receitas.” No ano passado, o complexo de saúde arrecadou 1,3 bilhão de reais. A previsão é que esse número seja bem inferior a 1 bilhão em 2015.

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Outra decisão tomada nos últimos dias é usar os 100 milhões de reais em precatórios (dívida ainda não quitada do governo federal com a Santa Casa) no pagamento de impostos atrasados. “Boa parte desses tributos é trabalhista, com o INSS e o FGTS”, diz Paulo Motta. Durante a gestão de Kalil, a irmandade cogitava vender esses precatórios a terceiros. “Teríamos uma perda de 50% do valor original, não vale apena”, entende Motta. O pagamento dos tributos vai permitir que a instituição tenha de volta sua Certidão Negativa de Débitos (CND), essencial para entidades que desejam participar de licitações.

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Kalil Abdalla: renúncia após suspeitas de irregularidades que ele nega (Foto: Zanone Fraissat/Folhapress)

No quadro de pessoal, o hospital passará por um importante processo de enxugamento. Estimativa anterior previa a demissão de cerca de 1 300 funcionários — a maioria da área administrativa. “Tem excesso de profissionais, gente mal alocada, funções mal definidas”, comenta Carneiro. Está em curso ainda uma reformulação do estatuto que regula a administração. “A ideia é modernizar as regras da Santa Casa”, afirma o promotor Arthur Pinto Filho, criador da comissão responsável pelo trabalho. De acordo com membros do grupo, o objetivo é tornar a instituição mais dinâmica e competitiva. “O atual estatuto foi escrito há mais de100 anos”, diz Paulo Motta.

Ao mesmo tempo em que finaliza o mapeamento financeiro e dos cortes que serão necessários, Setúbal inicia a corrida atrás de dinheiro. Para os próximos dias, planeja viajar a Brasília para reuniões no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e com Miriam Belchior, presidente da Caixa Econômica Federal. “Queremos mostrar a essas instituições que a Santa Casa voltou a ter credibilidade e pode honrar suas dívidas”, explica. “Preciso apenas de um respiro financeiro para começar a trabalhar.”

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Antes de chegar ao comando do complexo filantrópico, o médico travou uma guerra política com seu antecessor. Na disputa para o cargo de provedor do ano passado, Setúbal enviou cartas à irmandade com denúncias sobre o descontrole nos gastos. Em resposta, Abdalla, que tentava seu terceiro mandato, o acusava de querer transformar o hospital em uma filial do Sabará. “Foi uma eleição muito traumática”, relembra Setúbal, que saiu derrotado com 45% dos votos no pleito, realizado em abril de 2014.

Oito meses depois, quando os problemas da instituição eram mais evidentes, o pediatra foi procurado por Kalil. “Ele queria que eu voltasse para a mesa de administração e indicasse mais nomes”, conta. “Respondi que, se gostasse mesmo da Santa Casa, ele deveria pedir demissão.” Kalil confirma o encontro, mas diz que o convite não era bem esse. “Apenas pedi a indicação de três nomes para me ajudar.”

Mesmo derrotado por Abdalla, Setúbal nunca abandonou seu desejo de ajudar a Santa Casa. “Meu irmão tem uma relação afetiva com o hospital”, conta a socióloga Neca Setúbal. No período pós eleições, o pediatra se dedicou a compartilhar notícias sobre a instituição em uma página do Facebook e a fazer pequenas denúncias sobre a crise. “Para ele, é quase um dever cívico salvar o hospital”, comenta Sandra Regina Mutarelli Setúbal, com quem está casado há 22 anos. O médico tem três filhos: a cineasta Beatriz, de 31 anos, o músico Gabriel, 29, e o estudante Olavo, 21 (só o mais novo é filho de Sandra, os outros são do primeiro casamento do pediatra).

+ Doze anos na Santa Casa

Ele acorda diariamentepor volta das 7 horas da manhã. Faz atividades físicas três vezes por semana, acompanhado de uma personal trainer. Nas horas vagas, gosta de ler (no momento, está debruçado sobre Eternidade por um Fio, de Ken Follett) e de ouvir música (adora MPB, Beethoven, Stravinsky e ArvoPärt). Nos fins de semana, vai para uma casa que tem em Porto Feliz (região metropolitana de Sorocaba). Lá, faz caminhadas e anda de bicicleta.

Na capital, mora em Higienópolis, em um apartamento a poucas quadras do Sabará. Seur estaurante predileto é o Tuju, de culinária contemporânea, em Pinheiros. No meio da campanha do ano passado, teve um pequeno desmaio durante um almoço. A pedido da mulher, fez exames de checagem e descobriu seis vasos muito entupidos no coração. Fez a operação para colocação de stent e nunca mais teve problemas.

Mais do que ninguém, sabe que precisará estar com a saúde em dia nos dois anos de seu mandato à frente da Santa Casa. “A situação é grave e não há milagres”, diz. “Minha missão é pôr o complexo filantrópico em ordem em até cinco anos. Se eu conseguir, terei sido vitorioso.”

GIGANTE DA FILOTROPIA

+ Estrutura:

273 imóveis próprios

7 unidades de saúde

10 925 funcionários

1,3 bilhão de reais de orçamento (valor referente a 2014)

95% do orçamento pago via SUS

 

+ Pacientes por mês:

41 000 no ambulatório

26 000 no pronto-socorro

2 100 cirurgias

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  • Cozinha variada

    Clementina Forno & Fogão

    Rua Oscar Freire, 1582, Pinheiros

    Tel: (11) 3062 1130

    VejaSP
    Sem avaliação

    É uma versão mais arrumadinha daqueles botecos de PF. Em um minúsculo e ajeitado salão, servem-se as receitas triviais da chef Carolina Brandão. Da pequena lista fxa, desponta o bife ancho com manteiga de ervas junto de fritas e salada (R$ 40,00). Sem data certa para aparecer, o picadinho de coxão mole em pedaços grandes e fbrosos é cozido com cenoura e cogumelos-de-paris (R$ 35,00). Vem montado no prato com arroz, farofa e salada. Cheio de açúcar, o chamado sorvetão de leite em pó se mostra uma sugestão bem pop (R$ 15,00).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Espanhóis

    Arola Vintetres

    Alameda Santos, 1437, Cerqueira César

    6 avaliações
  • Brasileiros

    Dalva e Dito

    Rua Padre João Manuel, 1115, Jardim Paulista

    Tel: (11) 3068 4444

    VejaSP
    21 avaliações

    Nesta casa de Alex Atala, do premiado D.O.M., quem cuida do dia a dia da cozinha é o chef Elton Junior. Deliciosos, os pastéis de vatapá e camarão (R$ 27,00) poderiam ter uma quantidade menos tímida de recheio. Amparado por torradas, o ótimo vinagrete de polvo (R$ 45,00) é uma pequena festa do mar. Um dos pratos mais antigos do cardápio, o porco na lata vem na companhia de purê de batata aromatizado com pequi (R$ 79,00). Adoce o final com o pouco açúcar da torta de chocolate com um toque discreto de cumaru e sorbet de frutas vermelhas (R$ 28,00).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Chope e cerveja

    Desembargador

    Rua Desembargador do Vale, 253, Perdizes

    Tel: (11) 3672 3676

    VejaSP
    7 avaliações

    O acanhado balcão voltado para a rua é um lugar disputado. Ali, aboleta-se quem ainda não conseguiu uma mesa, seja ela na calçada ou no barulhento salão, cuja decoração sem arrebiques mistura piso quadriculado, mesas de madeira escura e grandes luminária sem formato de lâmpada. O sucesso que a casa faz, especialmente entre aqueles que moram no bairro e já passaram dos 30 anos, se deve à infalível dobradinha formada por chope (Brahma, R$ 7,10) e porções fartas, feitas para compartilhar. Tudo sai no ponto, mas está longe de entusiasmar. Um exemplo é a carne-seca acebolada, preparada na manteiga de garrafa e servida junto de mandioca frita (R$ 35,50). Outras duas pedidas da cozinha: o bolinho de picanha com linguiça picante (R$ 26,20, com dez unidades) e o canapé de presunto cru, queijo brie e rúcula (R$ 29,20).

    Preços checados em 13 de abril de 2016.

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  • O do Tatu Bola vem ao lado de paçoca de carne-seca e bacon
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  • Sorveterias

    Davvero Gelato Tradizionale

    Rua Pais de Araújo, 129, Itaim Bibi

    Tel: (11) 3881 6552

    VejaSP
    2 avaliações

    Nos dias de maior movimento da loja do Itaim Bibi, não é raro ver as irmãs Suelen Ferrari e Débora Tesoto atrás do balcão, seja no caixa, seja auxiliando um cliente na escolha do sorvete. Elas também trabalham duro nos bastidores do negócio. Estão sempre a criar novos sabores e assim fizeram a quantidade de receitas do catálogo saltar de sessenta para perto de 200 desde a inauguração, em janeiro do ano passado. Entre as ofertas mais recentes estão a adaptação do creme brûlé, com direito a crosta de açúcar queimado, e a opção de manga com maracujá, que combina o doce do primeiro ingrediente com o azedinho do segundo — na dúvida, é só pedir uma bola de cada (R$ 12,00 no copo ou R$ 16,00 na casquinha). Em agosto, as irmãs abriram a segunda loja, no Shopping Iguatemi.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Em março do ano passado, o Grupo Tiquequê, há catorze anos na estrada, fez sessões lotadas no Sesc Consolação para mostrar as faixas do CD Era uma Vez um Gigante (2012). Agora, a banda formada por Diana Tatit, Bel Tatit, Angelo Mundy e Wem sobe ao palco com a missão de registrar o colorido espetáculo em DVD. A gravação ocorre na apresentação de domingo (21/6). No palco, a talentosa trupe alterna teatro, brincadeiras com a plateia e narração de histórias para exibir versões de clássicos, como A Rosa e o Cravo, baseado na conhecida cantiga popular, e faixas autorais. Entre elas, uma das melhores é a graciosa O Gigante, sobre o dia a dia de um homem enorme. As canções que usam percussão corporal também divertem. A melodia de Quero Começar, por exemplo, é criada com sons de passos, palmas e do contato das mãos com a boca, as pernas e o peito. Apenas no segundo dia, fazem participações especiais a turma do Barbatuques e Paulo Tatit e Sandra Peres, do Palavra Cantada. Dias 20 e 21/6/2015.
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  • O americano David Drew Zingg (1923-2000) chegou ao Brasil em 1959 a bordo de um veleiro que fazia uma corrida oceânica partindo de Buenos Aires. Encantado pela nova terra, ele viajou por todas as regiões, clicando paisagens e personagens, até adotar o país como residência fixa alguns anos depois. Nas setenta ampliações que compõem a mostra, constata-se como um dos pioneiros do filme colorido tinha interesse pelo conflito entre o antigo e o moderno e destacava elementos da cultura americana incorporados por aqui. Há, por exemplo, diversos registros de logomarcas, como a da Coca-Cola, pintadas a mão. Em pose de caubói, dois sertanejos aparecem em frente de um estúdio fotográfico no Acre dos anos 80. Nesse mundo pitoresco, tornam-se evidentes o olhar irônico de Zingg e seus enquadramentos pouco convencionais. Em vez de buscar uma composição harmônica, o fotógrafo deixava com frequência algo torto nas imagens, revelando informações no entorno do objeto central. Em vida, o americano acumulou 250 000 imagens, objetos e documentos, e, desde 2012, esse material passou a integrar, por meio de comodato, a coleção do Instituto Moreira Salles. Trata-se da primeira exposição do recém-adquirido acervo. Até 9/8/2015.
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  • Na virada dos 80 para os 90, o dramaturgo e roteirista americano David Mamet conheceu o auge nos palcos e nos cinemas. O drama Oleanna é um ótimo exemplar de sua provocativa obra, bastante calcada nos princípios da geração yuppie. Escrita em 1992, a peça foi levada ao cinema dois anos depois e ganhou montagem brasileira com Antonio Fagundes. Sob a direção de Gustavo Paso, o texto volta em uma vigorosa encenação, que pode ser conferida em três versões independentes. Os atores Marcos Breda, Luciana Fávero e Miwa Yanagizawa se revezam na pele dos dois personagens em sessões diferentes. Na trama, uma universitária procura o professor para falar do rendimento acadêmico. Esforçada e atenta, ela, muitas vezes, não alcança o vocabulário rebuscado e as análises cheias de metáforas do mestre. As relações de poder são testadas, e um embate crescente e de consequências inesperadas tira a dupla do eixo. A história não pereceu ao tempo, e a discussão se mostra pertinente, principalmente para uma geração de formação deficiente e disposta a atos exaltados e desmedidos. Na sessão do dia 31 de maio, Breda e Luciana mostraram uma boa parceria. Ele surge convincente ao encarnar o professor, dosando ponderação e impaciência, mas Luciana carrega a verdade do texto em uma caracterização naturalista, capaz de transmitir o sentimento de inferioridade e o ódio progressivo. Estreou em 30/5/2015. Até 13/12/2015.
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  • O projeto surgiu em uma balada, a Kitsch Club, na Vila Mariana, há seis anos e conquistou frequentadores fiéis. Batizada de Oscaricato, a festa tinha como ponto alto um quadro apresentado por Thiago Adorno em que atores, cantores e anônimos soltavam a voz acompanhados de banda. Agora, Adorno e a diretora Debby Pimenta transformaram Oscaricato em um programa de auditório no Teatro Folha, todas as sextas-feiras. É uma boa dica para começar o final de semana. Irreverente, rápido e sem medo do ridículo, Adorno segura a onda mesmo quando os convidados não ajudam muito, provoca a plateia em números criativos e brinca com micos alheios nas redes sociais. Uma banda de quatro instrumentistas e bailarina Márcia Dailyn dão apoio ao protagonista nas piadas e ocupam o palco durante suas várias trocas de figurino. Estreou em 8/5/2015. Até 26/6/2015.
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  • Ex-guitarrista e fundador da banda Bon Jovi, ao lado de Jon, Richie Sambora conseguiu alçar voo solo com seu talento na guitarra e composições do tradicional country americano. Em 2014, saiu em turnê com sua atual esposa, Orianthi, também guitarrista de longos cabelos loiros com um currículo interessante. Ela já tocou com Eric Clapton, Alice Cooper e estava na banda da turnê Is This It, de Michael Jackson, antes de sua morte, em junho de 2009. Aqui, o duo faz duas apresentações pelo minifestival. A primeira no Tom Brasil e a segunda, grátis, no Auditório Ibirapuera, no domingo (10/7). Devem aparecer composições como Dead or Alive, Purple Rain e Pride & Joy. Nesse dia, ainda estarão presentes Igor Prado, a banda Mustache e os Apaches e Os Lontras. Dias 8 e 10/7/2016.
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  • Uma remontagem do balé romântico de 1832 La Sylphide, feita pelo coreógrafo argentino Mario Galizzi para a famosa versão do dinamarquês August Bournonville, encerra a temporada da São Paulo Cia. de Dança no Teatro Sérgio Cardoso. Contada em dois atos, a história se passa na Escócia. Às vésperas de seu casamento, o jovem James se apaixona por uma sílfide, mitológica figura alada que habita os sonhos. Ele abandona a noiva e, ludibriado por uma bruxa, tenta capturar a criatura com um véu mágico — mas os temas amorosos da trama dão lugar a passagens trágicas. Até 28/6/2015.
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  • Assim como Mad Max — Estrada da Fúria, Jurassic World — O Mundo dos Dinossauros é uma espécie de recriação da cinessérie. Embora tenha elementos em cena do primeiro filme (uma camiseta e um crachá, por exemplo), não se trata de uma continuação do longa-metragem dirigido por Steven Spielberg em 1993. Com produção executiva e o aval do grande mestre, o novo trabalho dá o que o espectador espera: entretenimento com sabor de matinê, recheado de efeitos visuais de ponta em uma história de aventura, tensão e terror — tudo muito bem calculado e dosado para deixar a molecada grudada na poltrona. Jurassic World é um parque temático localizado numa ilha da América Central. Para lá, partem o adolescente Zach (Nick Robinson) e seu irmão caçula (Ty Simpkins). Eles devem ficar aos cuidados da tia Claire (Bryce Dallas How ard), poderosa coordenadora do megaempreendimento de um indiano (Irrfan Khan). A principal atração do local, um híbrido maior e muito mais feroz do que o T-Rex, ainda está em cativeiro. Segue-se, então, a trama de praxe: o bichão consegue escapar, os garotos se perdem e Claire pede ajuda a um valente tratador de animais (papel de Chris Pratt) para encontrá-los. Como se nota, o roteiro se vale de uma cartilha pouco original com personagens esquemáticos. Contudo, Jurassic World apresenta à nova geração um universo de fantasia com fascinantes dinossauros digitais. Conclusão: programa-pipoca sem medo de divertir. Estreou em 11/6/2015.
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  • O CineSesc e o Centro Cultural Banco do Brasil apresentam a partir de quarta (15), a nova edição do Panorama do Cinema Suíço Contemporâneo. Até o dia 22 serão exibidos longas-metragens recentes e inéditos na cidade, além de uma sessão especial com coproduções latino-americanas e o debate com o diretor convidado, Pierre Maillard, do longa Do Outro Lado do Mar. De 15 a 26/6/2016. Confira a programação: Quarta, 15 de junho CineSesc 20h30 - Do Outro Lado do Mar (2015), de Pierre Maillard Centro Cultural Banco do Brasil 17h - Tinou (2016), de Res Balzli 19h - Sibylle (2015), de Michael Krummenacher Quinta, 16 de junho CineSesc 17h - Sibylle (2015), de Michael Krummenacher 19h - Mulheres Selvagens (2015), de Anka Schmid 21h - A Andorinha (2016), de Mano Khalil | O Bloco (2015), de Nadine Boller Centro Cultural Banco do Brasil 17h - Lina (2015), de Michael 19h - Do Outro Lado do Mar (2015), de Pierre Maillard Sexta, 17 de junho CineSesc 12h - Tinou (2016), de Res Balzli 17h - O Tempo Nublado (2014), de Arami Ullón 19h - Muchachas (2015), de Juliana Fanjul 21h - Em Busca de Borges (2016), de Cristiano Burlan | O Pasto 2015), de Jela Hasler Centro Cultural Banco do Brasil 17h - Sessão de Curtas (103') 19h - O Milagre de Tekir (2015), de Ruxandra Zenide Sábado, 18 de junho CineSesc 12h - Um Homem Decente (2015), de Micha Lewinski 17h - Lina (2015), de Michael 19h - O Milagre de Tekir (2015), de Ruxandra Zenide 21h - Do Outro Lado do Mar (2015), de Pierre Maillard | Dada (2016), de Anka Schmid Centro Cultural Banco do Brasil 15h - O Tempo Nublado (2014), de Arami Ullón 17h - Muchachas (2015), de Juliana Fanjul | Histórias Maternais (2015), de Anouk Dominguez 19h - A Andorinha (2016), de Mano Khalil Domingo, 19 de junho CineSesc 17h - Tinou (2016), de Res Balzli 19h - A Andorinha (2016), de Mano Khalil 21h - O Tempo Nublado (2014), de Arami Ullón | Moriom (2015), de Francesca Scalisi e Mark Olexa Centro Cultural Banco do Brasil 15h - Mulheres Selvagens (2015), de Anka Schmid 17h - Um Homem Decente (2015), de Micha Lewinski 19h - Do Outro Lado do Mar (2015), de Pierre Maillard Segunda, 20 de junho CineSesc 17h - Mulheres Selvagens (2015), de Anka Schmid 19h - Lina (2015), de Michael 21h - Virgem Juramentada (2015), de Laura Bispuri | Quase Documentário (2016), de Marco Arrigoni Centro Cultural Banco do Brasil 17h - Em Busca de Borges (2016), de Cristiano Burlan 19h - Muchachas (2015), de Juliana Fanjul | Histórias Maternais (2015), de Anouk Dominguez Terça, 21 de junho CineSesc 17h - Muchachas (2015), de Juliana Fanjul | Histórias Maternais (2015), de Anouk Dominguez 19h - Sibylle (2015), de Michael Krummenacher - conversa com Cristiano Burlan e Sara Cereghetti após a sessão 21h - O Milagre de Tekir (2015), de Ruxandra Zenide | Intervalo (2015), de Aude Sublet Quarta, 22 de junho CineSesc 17h - Virgem Juramentada (2015), de Laura Bispuri 19h - Em Busca de Borges (2016), de Cristiano Burlan 21h - Um Homem Decente (2015), de Micha Lewinski | Rebobine (2015), de Frédéric Mermoud Centro Cultural Banco do Brasil 17h - O Tempo Nublado (2014), de Arami Ullón 19h - Lina (2015), de Michael Quinta, 23 de junho Centro Cultural Banco do Brasil 17h - O Milagre de Tekir (2015), de Ruxandra Zenide 19h - Um Homem Decente (2015), de Micha Lewinski Sexta, 24 de junho Centro Cultural Banco do Brasil 17h - A Andorinha (2016), de Mano Khalil 19h - Do Outro Lado do Mar (2015), de Pierre Maillard Sábado, 25 de junho Centro Cultural Banco do Brasil 15h - Sibylle (2015), de Michael Krummenacher 17h - Muchachas (2015), de Juliana Fanjul | Histórias Maternais (2015), de Anouk Dominguez 19h - Tinou (2016), de Res Balzli Domingo, 26 de junho Centro Cultural Banco do Brasil 15h - Sessão de Curtas (103') 17h - Mulheres Selvagens (2015), de Anka Schmid 19h - Em Busca de Borges (2016), de Cristiano Burlan
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  • Na trama de Deixa Rolar, Chris Evans interpreta um roteirista que é obrigado por um produtor a escrever uma história de amor. Mas, por causa de um trauma do passado, o rapaz jamais se apaixonou. O destino, porém, o coloca cara a cara com uma jovem graciosa (Michelle Monaghan). Rola uma química, mas ela está comprometida com outro. Mesmo atraídos, eles tentam ser apenas bons amigos. Até quando? Embora sejam divertidas as referências aos romances de cinema, o longametragem carece de originalidade. Se o casal de protagonistas segura as pontas no quesito beleza, não convence como um apaixonado. Estreou em 11/6/2015.
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  • Terror / Suspense

    Os Pássaros
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    (Re)ver um filme de Alfred Hitchcock no cinema é uma daquelas oportunidades que valem a pena agarrar. Sobretudo quando se trata de uma obra-prima em cópia restaurada como esse ainda assustador longa-metragem do mestre do suspense. Lançada em 1963, a fita não perdeu o vigor. Até os efeitos especiais, revolucionários à época, conservam um charme vintage. A história centra-se no casal Mitch Brenner (Rod Taylor) e Melanie Daniels (Tippi Hedren), que sai de São Francisco e vai até Bodega Bay, no norte da Califórnia, para uma visita. O enigma tem início quando, pouco a pouco, os pássaros começam a se rebelar de modo violento. Não há nada para controlá-los e a população, assustadíssima, aponta Melanie como a responsável pelo comportamento das aves. Há cenas memoráveis. Entre elas, a do ataque à escola com as crianças fugindo em disparada e sendo bicadas insistentemente. Extraído do livro da escritora britânica Daphne Du Maurier, o roteiro traz um desfecho misterioso que hoje tende a alimentar mais debates sobre seu fundo psicológico. Cinemark exibi nos shoppings Center Norte, Central Plaza, Cidade Jardim, Eldorado, Granja Vianna, Iguatemi, Market Place, Metrô Boulevard Tatuapé, Metrô Santa Cruz, Mooca Plaza, Pátio Higienópolis, Pátio Paulista, Tamboré e Villa-Lobos. As sessões ocorrem neste sábado (13/6), neste domingo (14/6) e na quarta (17/6/2015). Geração cinema: uma das célebres protagonistas loiras de Hitchcock, Tippi Hedren está com 84 anos, é mãe da também atriz Melanie Griffth e avó de Dakota Johnson, a estrela de Cinquenta Tons de Cinza
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  • Nadezhda (Margita Gosheva) é professora de inglês numa escola de uma cidade da Bulgária. Mora longe de onde trabalha e vive com o marido e a pequena filha. A Lição começa de forma contundente e se mantém firme e forte até o desfecho. Após uma aluna ter o dinheiro de sua carteira roubado, a protagonista quer, persistentemente, que o ladrão confesse o furto. Surge, então, mais um impasse em sua vida. Como seu companheiro não pagou a prestação de um empréstimo bancário, a casa deles vai a leilão. Tem início aí uma aflitiva corrida contra o tempo para saldar a dívida. O foco nos dilemas morais de Nadezhda provoca uma incômoda reflexão na plateia, e, mesmo tendo passagens previsíveis, o drama tira o fôlego com sua tensão constante. Estreou em 11/6/2015.
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  • Romance / Comédia

    Sob o Mesmo Céu
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    Promessa como diretor na década de 90 em trabalhos como Vida de Solteiro e Quase Famosos, Cameron Crowe foi caindo no ostracismo e, em Sob o Mesmo Céu, assina seu pior e mais entediante longa-metragem. O elenco estelar pouco ajuda a levantar os ânimos de uma trama confusa, conduzida entre o drama, a comédia e o romance — e sem conseguir satisfazer em nenhum dos gêneros. Bradley Cooper interpreta Brian Gilcrest, empreiteiro que trabalha de consultor de um bilionário (papel de Bill Murray) e regressa ao Havaí para participar do lançamento de um satélite no espaço. Sem revelar sua verdadeira atividade, o cara engana a militar Ng (Emma Stone) e também sua ex-namorada (Rachel McAdams), agora casada com um piloto aéreo (John Krasinski). Como se trata, igualmente, de uma trama romântica, Gilcrest envolve-se com as duas mulheres da história. Estreou em 11/6/2015.
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  • Comédia dramática

    Retorno a Ítaca
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    A ligação do diretor francês Laurent Cantet com Cuba começou no filme em episódios 7 Dias em Havana (2012). De volta à ilha de Fidel, o cineasta propõe um registro intimista sobre as mudanças naquele país em Retorno a Ítaca. Trata-se de um reencontro de amigos, regado a risos e lágrimas, passado numa única noite e de formato teatral. O regresso do título é o de Amadeo (Néstor Jiménez), que, por dezesseis anos, morou em Madri. No terraço de um edifício, de frente para o Malecón, o calçadão da capital, ele recebe a companhia de Tania (Isabel Santos), Rafa (Fernando Hechavarria), Aldo (Pedro Julio Díaz Ferran) e Eddy (Jorge Perugorría). Notam-se, em alguns detalhes, as transformações da nação comunista — seja numa garrafa de Coca-Cola, seja no iPhone de um personagem. Contudo, estão nos diálogos, duros e certeiros, as amargas lembranças e os desabafos de uma geração. Estreou em 11/6/2015.
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  • Cobain — Montage of Heck, documentário inédito sobre o líder da banda Nirvana, que cometeu suicídio em 1994, é atração do Cinemark do Eldorado e do Metrô Santa Cruz. Anote os dias e horários das sessões: quinta (18/6), às 21h; sábado (20/6), às 22h30; e domingo (21/6), às 16h. No UCI do Anália Franco haverá exibição apenas na quinta (18/6/2015), no mesmo horário. O ingresso custa R$ 40,00.
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  • Segue até domingo (21/6/2015) a mostra A Arte do Mau Relacionamento, que, na contramão do Dia dos Namorados, traz filmes com histórias de amor não tão bem sucedidas. Entre os dezoito longas-metragens programados está o drama francês Amor e Dor. Estrelada por Tahar Rahim e Corinne Yam, a fita ganha projeção na quinta (18/6), às 15h30.
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  • Comédia dramática

    Saiba quais são os melhores filmes em cartaz

    Atualizado em: 1.Dez.2016

    O crítico Miguel Barbieri Jr. selecionou as produções mais bem avaliadas
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  • Comportamento

    A mulher consumida

    Atualizado em: 12.Jun.2015

Fonte: VEJA SÃO PAULO