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Perfil

Ex-jogador Casagrande lança biografia

Livro conta detalhes do calvário pessoal com as drogas e de sua recuperação, que prossegue até hoje com a ajuda em tempo integral de três psicólogas

28.mar.2013 por JOSÉ RUY GANDRA

A caminho do hospital após uma overdose de speedball, mistura injetável de cocaína e heroína, Walter Casagrande Júnior travou um diálogo insólito. “Comecei a conversar com o meu coração: ‘Meu, você está comigo desde que eu nasci. Não vá me deixar na mão agora. Não bata mais do jeito que você está batendo, porque eu não vou aguentar’”, sussurrava a si mesmo o ex-craque do Corinthians que, nos últimos anos, se transformou em um dos comentaristas de futebol mais populares do país, figurando no time de titulares das transmissões esportivas da Rede Globo. Como que tocado por tais súplicas, o órgão milagrosamente resistiu.

A passagem, ocorrida no início de 2006, espelha a franqueza com que o ex-atleta narra o seu mergulho no abismo das drogas na biografia Casagrande e Seus Demônios (Globo Livros; 248 páginas), que estará disponível nas livrarias a partir da próxima segunda (1º). Escrita a quatro mãos com o jornalista Gilvan Ribeiro, editor de esportes do jornal Diário de S. Paulo, a obra faz descrições minuciosas dos abusos impostos pelo ex-jogador ao seu organismo. Por que ele decidiu relatar seu martírio? “Fiquei encurralado por minha própria história”, explica Casão, como os amigos preferem chamá-lo. “Então, decidi contar tudo para que ninguém mais fique me perguntando sobre esse período negro.”

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O projeto levou mais de uma década para se tornar realidade. Em 2000, Casagrande começou a produzi-lo em dupla com o guitarrista Marcelo Fromer, dos Titãs. Fromer, então o melhor amigo do comentarista, morreria no ano seguinte, atropelado por uma motocicleta quando atravessava a Avenida Europa — e várias fitas gravadas acabaram desaparecendo. Retomada oito anos mais tarde, já com Gilvan Ribeiro, a biografia encontrou a resistência dos terapeutas responsáveis por Casão. “Eles temiam que o trabalho me desequilibrasse”, lembra o ex-jogador. Só em 2011 as negociações foram amarradas — e a ideia decolou de vez. “Passei dois anos discutindo o negócio e dois meses escrevendo o livro”, diz Ribeiro. Os primeiros leitores foram os profissionais que acompanham de perto o processo de recuperação de Casagrande, seu filho mais velho, Victor Hugo, de 27 anos, e o publicitário Washington Olivetto, que é amigo do comentarista desde os anos 80. “Todos ficaram entusiasmadíssimos”, conta o jornalista.

Em vinte capítulos bem encadeados, a biografia reconstitui a trajetória do ídolo em várias frentes. A juventude humilde no bairro paulistano da Penha. A participação, nos anos 80, na célebre Democracia Corintiana, time em que ele formou uma dupla afinada com Sócrates dentro e fora dos campos, ajudando na conquista do bicampeonato paulista de 1982 e 1983 e tomando parte em atos como aquele pela volta das eleições diretas ao Brasil (ao longo da carreira, Casagrande jogou ainda no São Paulo, Flamengo, Porto, em Portugal, Ascoli e Torino, ambos na Itália, entre outros clubes). Seu fracasso na Copa de 1986, no México, e as brigas com o técnico do escrete na época, Telê Santana. A revelação de que, durante os anos na Europa, atuou dopado em quatro partidas. A família, sua paixão pelo rock e a relação com os filhos. O tema central, no entanto, o que recheia seus oito primeiros capítulos, é o envolvimento crescente com as drogas.

O vício começou com o consumo de maconha na adolescência e evoluiu depois para substâncias mais perigosas. Nessa escalada, Casão quase pôs tudo a perder, a começar pela própria vida, escapando ileso de quatro overdoses. Em setembro de 2007, totalmente fora de controle, apagou no volante de seu jipe Cherokee no bairro da Lapa — o carro capotou, abalroando seis outros veículos. O episódio resultou em sua internação, por mais de um ano, na Clínica Greenwood, em Itapecerica da Serra, a 33 quilômetros da capital. Os tempos de loucura ajudaram também a destruir um casamento de 21 anos com a ex-jogadora de vôlei Mônica Feliciano e puseram em risco o trabalho de comentarista na Rede Globo, que lhe rende atualmente um salário de cerca de 80 000 reais por mês. A biografia narra em detalhes essa longa temporada, a progressiva recuperação e sua até aqui muito bem sucedida reabilitação.

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A descrição, nas primeiras páginas, de suas condições antes de ser internado é arrepiante. Na fase mais barra-pesada, em uma noitada, chegava a cheirar três carreiras de cocaína, aplicava uma dose de heroína na veia e arrematava tudo com um cigarro de maconha e meia garrafa de tequila. Em uma dessas ocasiões, durante um surto psicótico, tomado por alucinações, Casagrande via demônios pelos cômodos da casa. “Eram maiores do que eu, com 2 ou 3 metros de altura”, recorda-se. Sem dormir nem comer há dias, magérrimo e com os braços forrados de hematomas causados pelas picadas das agulhas, ele colidira com o fundo do poço.

Desesperado com as aparições, pediu ajuda aos pais, Walter e Zilda, que foram socorrê-lo com um padre. “Seu quadro, à época, era absurdamente crítico”, relata o clínico geral e infectologista Artur Timerman, do Hospital Edmundo Vasconcelos, médico do ex-atacante há mais de duas décadas. “Ele tinha um pé no precipício e outro numa casca de banana.” O livro remete o tempo inteiro à pergunta: como Casão ainda está vivo? Segundo Timerman, foi o condicionamento dos tempos de atleta que impediu sua morte. “Ele tem um coração de leão”, diz. “Outros não teriam sobrevivido.”

Timerman fala com autoridade. Numa overdose anterior ao episódio dos demônios, meses antes, Casagrande teve uma parada cardiorrespiratória quando chegava ao seu consultório, na Avenida Angélica, em busca de socorro. “O Casão nem deve saber disso, mas dei uns beijos na boca dele”, lembra o médico, referindo-se à respiração artificial com que conseguiu reanimar seu paciente. “Ele chegou com apneia severa e a pulsação em torno de vinte batimentos por minuto”, conta. “Estava indo embora...” Trazido de volta, o jogador foi transferido às pressas para a UTI do Hospital Albert Einstein e recuperou-se. Semanas mais tarde, porém, recaiu no vício. O acidente com a Cherokee marcaria o fim da fase de doideira.

A internação durou treze meses, até outubro de 2008, em uma rotina prisional. Na primeira metade, o famoso paciente foi proibido de receber qualquer visita. “Ficamos sete meses sem falar com ele”, afirma no livro sua mãe. “Nós só o observávamos pelo vidro de uma sala, mas ele não nos via nem sabia que estávamos lá. Era uma aflição.” O pai também se corroía. “Eu ficava querendo burlar a vigilância, mas aquilo era uma fortaleza.” O filho Victor Hugo assinou a autorização para a internação do pai. “Fiz isso por amá-lo”, conta. “Ele vivia me falando que era um highlander e que tinha sete vidas, mas, ao deixar a clínica, disse que pelo menos cinco delas já havia torrado.”

Que prováveis razões o teriam levado às drogas? Ele próprio atribui sua atitude a um fatalismo juvenil. “Eu tinha essa visão de que iria morrer antes dos 30 e me empenhei ao máximo para tornar isso realidade. Tudo o que fiz na minha vida até 2007 foi nessa direção”, confessa. “Graças a Deus não consegui.” Por trás dessa percepção romântica, porém, se escondem dois baques muito duros. “Duas perdas me desequilibraram”, admite. Uma delas foi a morte precoce da irmã mais velha, Zilda, de infarto (ela tinha 22 anos e ele, 15), que o deixou perplexo e revoltado. Mais tarde, sentiu bastante o desastre fatal com o amigo Marcelo Fromer. “Daí pra frente, minha vida descambou de vez”, conta Casão. Além disso, seu pai, Walter, enfrentou problemas sérios com o alcoolismo ao longo da vida. Foi, inclusive, internado.

O certo é que o comentarista deixou a clínica, em outubro de 2008, absolutamente diferente de como entrara. Para começar, boa parte de sua expansividade ansiosa se dissipou. O craque que varava noites em baladas por São Paulo deu lugar a uma pessoa circunspecta. Mais que isso, recolhida. Esse traço persiste até hoje. “Faz cinco anos que deixei a internação e ainda não consegui me desligar do isolamento”, comenta. “Quando volto da rua para casa, fico por lá mesmo.” Ele delimitou uma zona de conforto para suas saídas, que inclui pouquíssimos lugares e amigos. Não namora sério há cinco anos, desde que deixou a Greenwood. “Seria muito egoísmo de minha parte, pois ainda não sou uma pessoa bem resolvida”, justifica.

Sua casa, um apartamento dúplex discreto, com cerca de 180 metros quadrados, na Vila Madalena, hoje é uma espécie de ninho. Funcional e despojado em sua mobília e decoração, ele tem um ar de flat. Há no lugar certa frieza, quebrada apenas por alguns pôsteres de filmes nas paredes, como um de Rocky, Um Lutador e outro de Cães de Aluguel, do diretor Quentin Tarantino. É a partir dessa base que Casão dá esticadas regulares, mas não frequentes, à Pompeia (onde vivem seus pais), a Alphaville (casa de sua ex-mulher, Mônica, e seus dois outros filhos, Leonardo e Symon) e ao Parque São Jorge, onde reencontra o corretor de imóveis Wagner de Castro, mais conhecido como Magrão, seu amigo de infância. O ex-jogador procura estar semanalmente com os filhos e, sempre que as rodadas de futebol consentem, faz questão de almoçar aos domingos com os pais. “Ele adora o meu macarrão com frango, um pouco de costela e batatas, tudo assado na mesma fôrma”, diz dona Zilda. “Mas o almoço do Waltinho é vapt-vupt. Ele come, sai da mesa e vai embora.”

Os pais do comentarista têm a saúde frágil. Não perderam, entretanto, o otimismo. Dona Zilda, de 74 anos, teve os dois seios extirpados por causa de um câncer, mas vive sorrindo. Seu Walter, de 78, é ainda mais debochado. “Meus amigos acham que eu lutei no Vietnã”, brinca, levantando em seguida a camisa para mostrar uma impressionante coleção de cicatrizes no tórax e no abdômen. “Já operei praticamente tudo.” O lar do casal exibe um cantinho tocante: um pequeno altar em que, ao redor de uma foto de Casagrande, há um crucifixo, várias imagens de santos e duas rosas. “Não saio de casa sem fazer uma prece por ele, aqui”, diz o pai.

Embora mantenham contatos frequentes e amistosos para tratar dos filhos, Casão e Mônica Feliciano têm hoje uma relação distante e, em sua essência, fria. “Não quero falar nisso”, diz ela, taxativa, sobre o livro e o ex. Casão afirma não temer que seus filhos repitam o seu envolvimento com as drogas. “Cada um tem seu caminho e suas próprias escolhas”, acredita. “Mas acho que ficaram tão traumatizados com a minha experiência que acabaram criando uma rejeição muito forte ao negócio.”

Além desse circuito, digamos, familiar, Casagrande adora sair para comer com os amigos, que, hoje em dia, são apenas quatro: o escritor Marcelo Rubens Paiva, que assina o prefácio do livro e com quem Casão pretende produzir um filme sobre a sua vida; o cantor, guitarrista e compositor Kiko Zambianchi; Luis Carlini, guitarrista da banda Tutti Frutti; e Magrão. Detalhe: Casão só vai com eles a três lugares. Aos restaurantes Fidel e Dona Felicidade, em companhia dos três primeiros. “O engraçado é que, nesses encontros, nós só queremos falar de futebol e ele só quer saber de música”, diverte-se Carlini. Com Magrão, Casagrande se encontra na simplória padaria Poesia, junto ao Parque São Jorge. “Todo mês traçamos uma pizza lá”, diz. Mesmo circulando pouco na capital, o ex-jogador chama atenção. É comum que, enquanto transita a pé ou de carro, pedestres ou motoristas de outros veículos diminuam a marcha e lhe gritem frases do tipo: “Força, Casão, estamos do seu lado!”.

Em seu dia a dia, é permanentemente acompanhado por três psicólogas, que se revezam nos cuidados. Fazem compras no supermercado, vão com ele ao banco e a eventuais reuniões e se encarregam de cada detalhe de sua vida. “Elas são meus anjos da guarda”, define o comentarista. “Até porque esta é a primeira vez na vida que estou morando sozinho.” Daniela Gallias, 37 anos, uma das integrantes do trio, brinca: “Como tem muita dificuldade com questões burocráticas, ele quer me transformar em sua contadora”. A bem da verdade, a única situação fora de casa em que não experimenta desconforto é no trabalho. “Quando estou na cabine comentando um jogo com a equipe, eu me sinto absolutamente seguro”, afirma. Casagrande nutre uma enorme gratidão pela emissora. “A Globo continuou me pagando o salário durante todo o tratamento e foi extremamente cuidadosa com a minha volta ao trabalho”, agradece. Hoje, além do salário da emissora, recebe dinheiro das palestras que dá com certa regularidade em empresas, falando sobre seu drama. Sabe-se que Casão cobrava, até o ano passado, 50 000 reais por um trabalho do tipo.

O comentarista é muito querido por seus colegas de partidas. “Adoro trabalhar com o Casagrande”, declara Galvão Bueno. “Ele tem o coração maior que o corpo e, se um dia fez mal a alguém, tenham certeza, foi a ele mesmo.” Galvão, com quem Casão já teve certas desavenças, exemplifica com uma história o atual carinho existente entre ambos. “Na Copa da África, em 2010, um dia o Casa me chamou. Abriu uma garrafa de vinho e disse que era o momento de comemorarmos um novo Casagrande”, conta. “Brindamos, nos abraçamos e, juntos, choramos muito.”

A sombra de uma eventual recaída efetivamente paira sobre a sua cabeça. “Essa possibilidade, como para qualquer dependente químico, é um risco presente o tempo inteiro e pelo resto da vida”, alerta a psicóloga Daniela. Casão mostra-se confiante a esse respeito. “Não acredito, pois o que eu passei foi tão pesado que eu sei que não aguentaria passar por outra dessas”, acha. Os amigos tampouco acreditam nesse retrocesso. “Só se ele tiver uma overdose de feijoada”, brinca o escritor Marcelo Rubens Paiva. Kiko Zambianchi também não crê na hipótese. “O cara hoje tem força de sobra”, avalia. “Acho que está muito bem, se descontar a barriguinha.” Luis Carlini dá o endosso final: “Hoje, ele é completamente seguro com relação aos seus limites”. O diagnóstico mais sensato, porém, vem de Artur Timerman. “Qualquer pessoa na condição dele corre riscos”, afirma. “Mas acho que está fazendo a coisa certa. Reconhecendo seus demônios e aprendendo a enfrentá-los.

ROCK, FEIJOADA E CINEMA

Idade: 49 anos

Nascimento: 15 de abril de 1963

Peso: 98 quilos

Altura: 1,91 metro

Natural de: São Paulo

Formação: ensino médio

Trabalho: comentarista de futebol da Rede Globo, há dezesseis anos

Salário: ganha cerca de 80 000 reais por mês

Estado civil: separado da ex-jogadora de vôlei Mônica Feliciano

Filhos: Victor Hugo, 27 anos (roteirista da Rede Record), Leonardo, 23 (jogador de futebol), e Symon, 20 (estudante)

Grande vaidade: uma guitarra Gibson Les Paul preta

Meio de transporte: um SUV Mercedes 2010 prata

Casa: mora em um apartamento dúplex de 180 metros quadrados na Vila Madalena

Locais preferidos: o Teatro Municipal e o estádio do Pacaembu

Restaurantes prediletos: Fidel, Senzala e Dona Felicidade

Pratos que mais aprecia: feijoada, linguiça frita de aperitivo e o macarrão com frango, costela e batatas assadas da mamma Zilda

Hobbies: rock’n’roll e cinema

Bandas preferidas: The Doors, Black Sabbath, AC/DC e The Who

Ídolos não musicais: Nelson Mandela, Che Guevara, Sócrates e Lula

Uma grande alegria: ter visto o Corinthians sagrar-se campeão mundial em Tóquio em 2012

Grandes tristezas: a morte da irmã Zildinha (1979) e a do amigo Marcelo Fromer, guitarrista dos Titãs (2001)

 

MEMÓRIAS DO FUNDO DO POÇO

Trechos do livro com algumas das principais confissões e revelações do ex-atacante

OVERDOSE NA PRESENÇA DO FILHO

Furtivamente e com pressa, Casão injetou 1 ml de “speed” na veia. Só se esqueceu de um detalhe importante: aquela quantidade equivalia a duas doses. (...) “Quando fechei o zíper, em frente ao espelho, houve uma explosão em meu peito. Explodiu mesmo: bummmm... E eu voei. Saí cerca de 1 metro do solo, bati contra a parede e caí no chão.” (...) Entretido com o computador, Leonardo ouviu o som da queda e tomou um susto. Veio correndo e bateu na porta: “Pai, pai, o que está acontecendo?”

A TENTATIVA DE “FUGIR” DA CLÍNICA DE RECUPERAÇÃO

A resistência ao tratamento durou quatro meses. (...) Em dado momento, resolveu jogar pesado: “Parei de pagar a mensalidade na tentativa de ser mandado embora.” Recusando-se a assinar o cheque, completou dois meses de inadimplência. E foi assim que um dos psicólogos que cuidavam dele o chamou para uma reunião: “Você vai sair daqui, continuar naquele ciclo vicioso e, em breve, regressar para cá? Ou vai se tratar até receber alta e ter uma vida normal lá fora?”

ATUAÇÕES NA EUROPA COM ADITIVOS QUÍMICOS

Lá, pela primeira vez na carreira, e a contragosto, se dopou para melhorar o rendimento. (...) “Em geral, injetavam Pervitin no músculo. De imediato, a pulsação ficava acelerada, o corpo superquente, com alongamento máximo dos músculos. Podia-se levantar totalmente a perna, a gente virava bailarina. Isso realmente melhorava o desempenho, o jogador não desistia de nenhuma bola. Cansaço? Esquece... Se fosse preciso, dava para jogar três partidas seguidas.”

LIÇÕES DE VIDA

“Quero alertar sobre o perigo de alguém se tornar dependente, é um terreno pantanoso, sem dúvida. Mas nem todos irão passar, necessariamente, pelos mesmos tormentos que eu vivi. Meu caso é extremo. Usei drogas injetáveis, uma roleta-russa em que nunca se sabe qual será a consequência.”

 

 

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