Bares

Depois de seis meses fechado, Dry reabre com clima de lounge e DJ

Bar nos Jardins mantém a fórmula de sucesso dos drinques e coquetéis que o consagrou

Por: Fabio Wright

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O ambiente com sofás e uma parede espelhada e o coquetel spritz (Foto: Fernando Moraes)

Na esquina da Alameda Tietê com a Rua Padre João Manuel, nos Jardins, o pequenino Dry deu o que falar quando abriu as portas, em 2008. Na época, foi instantaneamente alçado ao time dos badaladíssimos endereços da cidade. Passada a febre inicial, a casa fundada pelo empresário Roberto Suplicy entrou numa fase mais tranquila, que culminou com seu fechamento em maio do ano passado. O bar voltou à ativa em dezembro, rebatizado de Dry Bar & Club. Quem assumiu o desafio de fazê-lo brilhar novamente foi Chico Lowndes, sócio também do Estúdio Emme, do Puma Social Club e do Tutto Italiano. O ambiente ganhou uma nítida pegada de lounge, com sofás e pufes (não há mais mesas nem cadeiras) e uma parede espelhada, que facilita a paquera. Antes via iPod, a trilha agora é tocada por um DJ e privilegia faixas de rock, indie e electro.

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A execução dos drinques continua a cargo do experiente Rocha. Ele manda bem no clássico dry martini (gim inglês, vermute seco e uma azeitona verde espetada num palito; R$ 30,00), que ainda pode ser provado numa versão baby (taça de 50 mililitros; R$21,00). Os novos coquetéis do menu são assinados pelo barman Marcelo Vasconcellos, do Tutto Italiano. Um deles, o creola mojito (R$ 25,00), combina rum premium Zacapa Centenario, produzido na Guatemala, mais hortelã, mix de limão e club soda. Também benfeito é o refrescante spritz (R$ 27,00), preparado com aperitivo italiano Aperol, espumante e água tônica. Vem num copo alto com uma fatia de grapefruit e gelo.

No dia da visita, entretanto, as bebidas demoraram além da conta para chegar. Aviso: há poucas sugestões para beliscar, entre elas os canapés de salmão defumado, cream cheese e ovas (R$ 32,00 a porção). Promete-se para sexta (2) a inauguração de uma pista de dança subterrânea, com capacidade para sessenta pessoas.

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Fonte: VEJA SÃO PAULO