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Doze passeios para curtir sem pagar ingresso

De atividade infantil à peça de teatro: entretenimento sem pesar no bolso

Por: Veja São Paulo - Atualizado em

Banda Uó
Mateus Carrilho, Candy Mel e Davi Sabbag, da Banda Uó: apresentação gratuita (Foto: Mario Rodrigues)

Uma seleção de peças, shows e exposições pelos quais você não paga nada para entrar.

+ Os melhores programas culturais e gastronômicos da semana

 

  • Está com saudade de Scrat, Sid, Mamy e Diego, da franquia de sucesso A Era do Gelo? Para comemorar o lançamento do filme, o Shopping Pátio Higienópolis preparou uma atração especial: um escorregador em formato de iceberg que termina em uma piscina de bolinhas. Um jogo de perguntas e respostas sobre os planetas e sua posição em relação ao sol incrementa a brincadeira. As crianças ainda serão desafiadas a acertar nozes na boca do Scrat, o esquilo. Na quinta (7/7), data de estreia do filme, personagens farão uma visita ao shopping a partir do meio-dia. Recomendado a partir de 3 anos. Até 13/7/2016.
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  • O clima de inverno combina com filme em casa debaixo das cobertas? Não depois de saber que há uma pista para patinação no gelo na capital. São 400 metros quadrados de gelo para crianças e adultos aproveitarem sem precisar pôr a mão no bolso. Para curtir uma sessão com período entre quinze e trinta minutos deslizando, basta aparecer no anfiteatro do Parque Villa-Lobos com um documento oficial com foto, como o RG, e aguardar na fila. Menores de 4 anos não ficam de fora. Ou melhor, só podem entrar na arena em uma espécie de trenó empurrado pelos instrutores da atração. Recomendado a partir de 5 anos. Até 17/7/2016.
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  • Aperte os olhos para enxergar melhor. O pequenino espetáculo empresta técnicas circenses tradicionais de trapézio, equilibrismo e mágica para apresentar em palco uma grandiosamente pequena trupe de pulgas. O trio carioca da Centro Teatral Etc e Tal dá vida aos bichinhos. Recomendado a partir de 5 anos. Estreou 1º/7/2016. Até 10/7/2016.
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  • Duas mostras individuais e uma instalação foram selecionadas pelo novo curador da instituição, Cauê Alves. Ele propõe novas maneiras de ocupação do espaço projetado pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha. A área externa do museu ganha a instalação sonora de Chiara Banf e Kassin. Os estranhos ruídos foram captados pela Nasa e mixados pelos artistas formando uma sinfonia que contrasta com os barulhos da cidade. Na mostra Em Estado de Suspensão, Albano Afonso cria móbiles com vasos e cristais que pendem do teto. Som, luz e movimento produzidos com as peças criam um ambiente de pausa, contemplação e encantamento. Em Você Está Aqui, Raul Mourão usa estruturas modulares da construção civil para levantar grandes obras: elas se movimentam conforme a interferência do público. Até 31/7/2016.
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  • Para mostrar que, no começo do século XX, a cidade de Quito, no Equador, era progressista e desenvolvida, o fotógrafo José Domingo Laso (1870-1927) raspava do negativo de seus retratos a imagem dos índios. Consegue ver abaixo um borrão ao lado do homem de preto? Sim, havia um indígena ali. Histórias curiosas como essa constroem a exposição que traz à luz 150 fotografias, até então escondidas, de diferentes partes da América Latina. Os curadores Iatã Cannabrava e Claudi Carreras viajaram por toda a região nos últimos dez anos e garimparam tesouros históricos. Do Centro de la Imagen, no Peru, por exemplo, trouxeram retratos de Rikio Sugano (1887-1963), um japonês que viajou o mundo sozinho, fotografando a si mesmo em lugares exóticos. Foi um dos primeiros homens obcecados por selfies. De 16/6/2016. Até 7/8/2016.
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  • Durante a gravidez de sua esposa, Pedro David passava grande parte do tempo em casa. Isso estimulou o fotógrafo mineiro a descobrir maneiras de retratar o mundo dentro dos limites territoriais de sua residência. A exposição 360 Metros Quadrados (uma referência ao tamanho de sua casa) reúne dezoito imagens em preto e branco feitas por ele no período. Unindo a natureza — como seu jardim ou uma libélula morta — com elementos criados pelo homem, a exemplo de bolas e livros, ele produziu cenários para ser fotografados. Os registros arqueológicos ganham um tom ainda mais envelhecido na impressão das próprias fotografias. Elas foram tiradas com uma polaroide cujo filme não é mais fabricado, e cujas imagens são reveladas quando ele é puxado. Por isso, os retratos ampliados trazem marcas e falhas, como perfurações de folhas arrancadas e bordas carcomidas. Completam a mostra três esculturas em bronze cujos moldes foram feitos a partir de carvalhos encontrados no jardim do artista. São fragmentos de sua intimidade trazidos ao espaço público. Até 13/7/2016.
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  • Nos últimos catorze anos, o Prêmio Brasil Fotografia condecorou 200 profissionais brasileiros. Pela primeira vez, o evento acontece no Espaço Cultural Porto Seguro, onde foi montada uma mostra com obras dos doze ganhadores de sua edição mais recente. Sob a lente da seleção do curador Cildo Oliveira, destacam-se obras como as do paulistano Diego Lajst. Ele é autor de uma sequência de retratos feitos no ano passado em Paris, com refugiados africanos. Os imigrantes só aceitaram posar depois de receberem a promessa de que ganhariam as fotos para tirar o passaporte. Na exposição, as ampliações em formato de 80 por 60 centímetros tornam o olhar desses personagens ainda mais penetrante. Convidada para a próxima Bienal de São Paulo, que acontece em setembro, a brasiliense Bárbara Wagner apresenta o colorido ensaio Crentes e Pregadores. Com um toque kitsch, ela mostra fiéis em meio ao universo em expansão das igrejas evangélicas. Ironicamente, no trabalho de Letícia Ranzani não há fotografias: com base em frases extraídas do aplicativo de namoro Tinder, o público constrói imagens da fisionomia de mulheres que tentam encontrar possíveis parceiros com a ajuda da ferramenta digital. A exposição também homenageia o baiano Evandro Teixeira, que tem no currículo prêmios de concursos internacionais da Nikon e da Unesco graças a trabalhos publicados em veículos como o extinto Jornal do Brasil. O profissional, que continua na ativa aos 81 anos, produziu ao longo de sua carreira flagrantes de personalidades como Carlos Drummond de Andrade e da rainha Elizabeth II em momentos descontraídos. Até 14/8/2016.
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  • Para discutir os pontos de encontro entre as artes visuais e as cênicas, foi criada uma zelosa montagem no espaço expositivo do Sesc Pinheiros. A atmosfera repleta de sensações, sons e cores assemelha-se ao cenário de uma peça e ao aconchegante (e escurinho) ambiente do teatro. Dezesseis artistas nacionais e internacionais apresentam instalações ou performances, como atos de um espetáculo. Na entrada da mostra, o público encara uma mesa preta de 9 metros de comprimento, cuja superfície espelhada é feita de água. Assinada pelo dramaturgo inglês Richard Downing, a obra recebe banquetes em diferentes configurações. Em Ponto de Fusão, do designer de som finlandês Antti Mäkelä, é possível ouvir o ruído de um bloco de gelo que derrete. Os diferentes estados da água (líquido, sólido e gasoso) produzem uma interessante sinfonia. Outro destaque é o trabalho do diretor técnico britânico Ivan Evans. Na obra Sussurros, ele estuda o comportamento do som em materiais como madeira, vidro e aço. Grandes placas comportam-se como alto-falantes e sofrem alterações sonoras quando tocadas pelo público. Até 10/7/2016.
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  • Comédia dramática

    Os Médios
    VejaSP
    1 avaliação
    Terceiro trabalho de A Má Companhia Provoca, a comédia dramática escrita e dirigida por Michelle Ferreira é calcada em personagens envolvidos em situações que testam o seu caráter. As cenas são irregulares, e Michelle se mostra mais potente como encenadora que no acabamento do texto.Com Maura Hayas, Flavia Strongolli, Martina Gallarza e Victor Bittow, além de Réggis Silva e Paula Brandão, destaques do elenco. Estreou em 1º/4/2016. Até 24/7/2016.
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  • Em sua quinta edição, o projeto Dançographismus permite aos bailarinos da companhia aventurar-se no papel de coreógrafos. Cinco breves montagens serão apresentadas uma seguida da outra. De 1º a 11/12/2016.
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  • Com muito bom humor, o trio goiano começou a fazer sucesso com versões tecnobrega de hits como Teenage Dream, de Katy Perry, e Last Nite, do The Strokes. O primeiro disco, Motel, é de 2012 e de lá pra cá, Candy Mel, Davi Sabbag e Mateus Carrilho só fazem espalhar diversão Brasil afora. Aqui em São Paulo, eles cantam Shake de Amor, Não Quero Saber, Faz Uó, Catraca e as faixas do CD, Veneno, como a roqueira-escrachada É da Rádio?, e Dá-1like, com levada de twerk. Dia 10/7/2016.
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  • Ex-guitarrista e fundador da banda Bon Jovi, ao lado de Jon, Richie Sambora conseguiu alçar voo solo com seu talento na guitarra e composições do tradicional country americano. Em 2014, saiu em turnê com sua atual esposa, Orianthi, também guitarrista de longos cabelos loiros com um currículo interessante. Ela já tocou com Eric Clapton, Alice Cooper e estava na banda da turnê Is This It, de Michael Jackson, antes de sua morte, em junho de 2009. Aqui, o duo faz duas apresentações pelo minifestival. A primeira no Tom Brasil e a segunda, grátis, no Auditório Ibirapuera, no domingo (10/7). Devem aparecer composições como Dead or Alive, Purple Rain e Pride & Joy. Nesse dia, ainda estarão presentes Igor Prado, a banda Mustache e os Apaches e Os Lontras. Dias 8 e 10/7/2016.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO