Comportamento

São Paulo pelos olhos de quem não vê

O repórter Lucas de Abreu Maia, cego desde a infância, conta como ele e outros deficientes visuais constroem uma relação particular com uma metrópole muitas vezes hostil a pessoas nessa condição, mas também cheia de sons, cheiros e outras sensações surpreendentes

Por: Lucas de Abreu Maia (com colaboração de Alessandra Freitas)

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Abreu, no Viaduto do Chá, e o cão-guia Jackie: “Com ela e um iPhone, não há lugar aonde eu não chegue” (Foto: Fernando Moraes)

Desvendar a alma de uma cidade se você não pode vê-la é um exercício de abstração. A partir do desenho das calçadas, do som dos carros reverberando no concreto, do tom de voz dos moradores, do sol (ou da falta dele) na pele, do cheiro — de lixo, de gente, de mato e, aqui, de forma proeminente, de fumaça — e da opinião de quem enxerga, aprendemos a criar uma relação individual e única com o lugar em que moramos. É assim que eu e cerca de 53 000 habitantes cegos (0,44% da população, fora os 292 000 com “grande dificuldade” de enxergar, segundo o Censo de 2010) lidamos com a capital todos os dias: vivenciando-a com os demais sentidos. Quando VEJA SÃO PAULO me convidou para falar sobre a metrópole vista por quem não pode descrevê-la com os olhos, aceitei sabendo que minhas histórias não seriam suficientes. Fui conversar com outros deficientes visuais, que me relataram cenas de independência e diversão, de irritação e perigo. Descobri personagens como um mecânico de automóveis que tem precisão invejável no manejo das peças e uma jovem fashionista ligadíssima na aparência, que vasculha shoppings em busca de roupas descoladas. 

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Tenho 29 anos, nasci em Vitória, no Espírito Santo, mas cresci no interior do Rio. Na infância, São Paulo significava para mim vir a consultas regulares ao oftal­mologista com o objetivo de acompanhar a evolução da minha doença. Aos 7 meses, um profissional daqui fez o diagnóstico: eu nascera com amaurose de Leber, um problema genético encontrado em um em cada 80 000 nascidos vivos. As células da retina das pessoas que possuem a doença param de se reproduzir e, com isso, o mundo ao redor vai ficando mais escuro. Aos 8 anos, as visitas à capital tornaram-se desnecessárias. Os cerca de 10% de visão que eu tinha esvaíram-se sem que eu sequer notasse.

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Pedro Gabriel Cruz, de 10 anos, no Parque Villa-Lobos: após cair num vão entre o trem e a plataforma, ele prefere percorrer longas distâncias de carro, com a família (Foto: Ricardo D'Angelo)

As memórias gráficas que me acompanham são poucas e pitorescas: meu reflexo no espelho, com o cabelo liso parecendo o de um índio com corte de cuia; uma foto da apresentadora Xuxa usando boina; a atriz Claudia Ohana na capa da fita cassete da trilha sonora da novela Vamp. Graduado em jornalismo aos 23 anos, pela PUC-RJ, eu me mudei para cá a fim de fazer um curso no jornal O Estado de S. Paulo, no qual me empreguei como repórter de política há seis anos. No fim de 2014, ingressei na revista EXAME, da Editora Abril, mas acabo de deixar o cargo para cursar doutorado na Universidade da Califórnia — já havia feito mestrado em Chicago. Escrevo este texto com a ajuda de um programa que lê, em áudio, tudo o que digitei.

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A psicóloga Maria Rita de Paiva, no Iguatemi: preocupação com se vestir bem para aliviar o preconceito (Foto: Fernando Moraes)

A relação entre os cegos e São Paulo é bem paradoxal. Existem locais como o Museu do Futebol, com profusão de recursos táteis (incluindo o rosto de Pelé), mas há poucas peças teatrais com audiodescrição. Pelas ruas, raramente um município muda tão súbita e completamente de um bairro para outro. Na Avenida Paulista, o passeio é largo, com piso tátil bem cuidado. A dois quarteirões, porém, começam as ladeiras dos Jardins e suas dezenas de degraus. Em muitos trechos da Zona Norte, por exemplo, o lixo e os buracos ocupam o espaço que deveria ser de quem caminha. Em toda a cidade, os quarteirões tortuosos transformam os bairros em labirintos. “Mas o pior, para mim, é a qualidade das calçadas”, contou-me Luiz Alberto de Carvalho e Silva, de 59 anos, economista. “São tão irregulares que até os cães-­guia se desorientam.”

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Encontrei Silva no início de maio em seu apartamento, na região da Vila Mariana. Ele é conhecido como o primeiro usuário de cão-guia no Brasil ao treinar seu animal, por conta própria, nos anos 70. Com memória ímpar, conhece nomes de ruas dos quatro cantos. “Imagino São Paulo como se eu voasse por ela, projetando grandes mapas na minha cabeça e percorrendo-os aos poucos.”

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O mecânico Pedro Silva: o melhor funcionário da oficina, de acordo com o patrão (Foto: Mario Rodrigues)

Andar sozinho por aqui se tornou bem mais fácil nos últimos anos com o auxílio de aplicativos de localização com orientação em áudio, como o Blind Square. Ele informa sobre os lugares por onde o usuário passa, a exemplo de lojas, lanchonetes e estações. Há também o TapTapSee, que descreve o que você fotografa, indicando se está diante de um cachorro, um bosque... Apesar dessas ferramentas, porém, os perigos continuam. “Há alguns anos, na Zona Leste, caí em um bueiro que estava fechado com uma tábua”, relata o psicólogo Everton Oliveira, de 25 anos. “Uma perna inteira entrou no buraco, e me agarrei no asfalto para não ir até o fundo.” 

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Com Pedro Gabriel Cruz, de 10 anos, houve um susto maior. Ele perdeu a visão aos 5, em consequência de uma meningite. Aos 7, ao entrar em um vagão na Estação Santo Amaro da CPTM, ao lado da mãe, caiu no vão entre o trem e a plataforma. Foram momentos de desespero, temendo que o maquinista desse a partida. “Um passageiro me ajudou a sair de lá e, no fim, só ralei a perna e ganhei alguns roxos”, lembra. O garoto faz de tudo para levar uma vida normal: adora andar de bicicleta no Parque Villa-­Lobos e cursa o 2º ano do ensino fundamental no Colégio Vicentino Padre Chico, no Ipiranga, especializado em deficientes visuais. Do transporte público, no entanto, ficou o medo (reforçado pelo caso de um cego que morreu em abril ao cair na Estação Sé do metrô), e sua mãe tirou carta de motorista para conduzi-lo de automóvel. “Consigo reconhecer os caminhos que faço pela mudança no balanço do carro, pelas passagens nos quebra-molas”, diz. “E também através dos cheiros. Se farejo pastel frito, sei que estamos perto da feira.”

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Everton Oliveira (de camisa rosa, entre amigos em uma casa de karaokê): chateação quando as mulheres “sentem pena” (Foto: Fernando Moraes)

Há um tipo de local campeão de confusão: os shoppings. Trata-se de prédios onde fica quase impossível estabelecer pontos de referência (obviamente, para nós, as vitrines serão sempre idênticas). Além disso, como são ambientes fechados, os sons reverberam e prejudicam nossa orientação. Fazer compras on-line é a opção preferencial da maioria, graças aos leitores de tela em computadores e celulares (que nos permitem usar ativamente Facebook, Twitter, WhatsApp...). Aficionada de moda, a psicóloga Maria Rita de Paiva gosta de encarar os grandes centros de varejo, mas pede ajuda a um funcionário (eu faço o mesmo quando vou ao supermercado, solicitando que me descrevam o que há em cada prateleira enquanto passo com o carrinho).

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No fim do mês passado, eu a acompanhei no Iguatemi. Chegamos para almoçar no Ritz e a medida imediata dos garçons foi nos trazer dois cardápios em braile. Nós os dispensamos e pedimos que narrassem para nós as opções. Primeiro porque nem eu nem ela dominamos bem a linguagem. Além disso, com frequência, os estabelecimentos não atua­lizam variações de preços e itens dos menus, tornando-os peças inúteis. Por vontade de Maria Rita, seguimos para a C&A. Seu cão-guia, Milo, ficava deitado aos seus pés enquanto uma vendedora lhe entregava as peças, uma a uma, para que as tocasse. Depois de apalpar e ouvir a descrição de umas três dezenas delas, experimentou oito e comprou quatro. A moda, para ela, é uma maneira de se afirmar diante de um mundo cheio de expectativas preconcebidas sobre uma mulher cega. “As pessoas se surpreendem por eu me vestir bem”, diz. 

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Pedro de Carvalho e Silva, de 54 anos, também costuma deixar as pessoas de queixo caído. Ele é mecânico em uma oficina da Aclimação. Sem ver nada desde os 3 anos, sempre foi louco por carros e começou no ramo aos 25. Reconhece rapidamente as peças ao manuseá-las e contabiliza um único acidente — em 2003, perdeu a ponta do dedo médio da mão direita ao tentar consertar o motor de uma Kombi. Rejeição, recorda, sofreu uma única vez, quando uma cliente disse que não queria que pusesse a mão no seu bem. “O chefe falou que a empresa era dele e que eu era o melhor funcionário”, orgulha-se. Pedro fez, então, o serviço e não houve reclamação.

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A psicóloga Maria Rita de Paiva, no Iguatemi: preocupação com se vestir bem para aliviar o preconceito (Foto: Fernando Moraes)

“O primeiro passo para entender o problema do veículo é usar a minha audição, que ficou bem aguçada ao longo da profissão. Depois, recorro ao tato”, descreve. Não há, afirma, um tipo de automóvel em que o desafio seja maior. “Ao longo do tempo, a eletrônica passou a ser mais utilizada em outros modelos, mas me adaptei bem. Obviamente, eu só não poderia lidar com pintura.”

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Ter a capacidade subestimada é algo chatíssimo. Aguentar a pena alheia é cruz mais difícil de carregar que a própria cegueira. Diferentemente do que reza o clichê, o paulistano — mais que o morador de qualquer outra cidade que eu conheça — oferece ajuda o tempo todo. Mas, achando que estamos perdidos, alguns nos puxam pelo braço e nos levam por um caminho que julgam ser o correto. Não se passa um dia sequer sem que eu ouça: “Rapaz, está indo pelo lugar errado!”. Uma dica: prontifique-se a colaborar, sim, por favor. Mas não seja inconveniente.

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O voluntarismo dos “enxergantes” (é como nós chamamos você, leitor) mostra-se idêntico com bengaleiros e usuários de cão-guia. Quem tem um cachorro em vez de olhos, porém, é obrigado a lidar ainda com a curiosidade das outras pessoas. “Muitos adoram o lado social que eles trazem, mas eu dispenso”, diz Maria Rita. “A toda hora, preciso chamar a atenção do animal por algo que fez de errado e alguém me interrompe, atrapalhando o processo.” Eu entendo a irritação dela. Certa vez me abordaram no meio de um término de namoro, ambos os lados chorando copiosamente depois da famosa DR, para virem com a bateria de perguntas, como “de que raça ele é?”.

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O orientador de coleira não é uma possibilidade para qualquer um, uma vez que há pouquíssimos treinadores de guias no Brasil. Prepará-los chega a custar mais de 100 000 reais. E o pet especial pode simplesmente não se encaixar na rotina da pessoa. Everton, por exemplo, desistiu desse auxílio por não gostar de ser restringido pelos cuidados que o bicho demandaria. A telefonista Esvana Leandro, de 39 anos, moradora de Jandira, na Grande São Paulo, tem verdadeira devoção ao bicho do marido, também não “enxergante”, mas dispensa um para si: “Vivemos numa região em que as pessoas não respeitam os cachorros”. Usuária de bengala, ela já se deu mal ao seguir confiante pelo piso tátil da Avenida Paulista: trombou com um ambulante que havia montado sua barraquinha em cima da faixa. “E fui xingada por ele.”

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No Museu do Futebol, o casal Camila Domingues e Leonardo Gleison descobre na maquete os contornos do Pacaembu: um dos endereços convidativos a quem precisa se valer do tato (Foto: Fernando Moraes)

A experiência de Esvana mostra que a vida de um casal de cegos é menos complicada do que pode parecer. Morei sozinho no passado e acho mais fácil do que ter no dia a dia a companhia de alguém sem a deficiência, como é meu caso hoje. Individualmente, crio um mapa mental do imóvel, separo as roupas entre as que uso em casa e as de sair, cozinho, faço faxina, e tudo funciona bem. Quando o espaço é dividido com alguém, invariavelmente as coisas são tiradas do lugar onde deixei.

Ainda na área de relacionamentos: o sexo, o amor e a beleza interagem de forma peculiar na vida de quem não enxerga. Um corpo definido, claro, é especialmente valorizado. Um abraço ou um tapinha no ombro são os truques mais comuns para entender se o alvo de interesse é mais musculoso, cheinho, magricelo. Por ego, boa parte dos deficientes visuais recorre aos amigos para avaliar a beleza do pretendente. Além disso, a autoimagem é formada com base nos comentários alheios. Para alguns, desconhecer a própria aparência é uma eterna causa de insegurança. Outros, porém, reagem com indiferença a isso — a obesidade é endêmica entre nós. 

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Temos de lidar com as falsas expectativas: é comum as pessoas acharem que somos criaturas de pura bondade, indefesos e assexuados. “Muitas mulheres nos veem como coitados”, queixa-se o psicólogo Everton Oliveira. É que, embora pensemos na falta de visão como uma condição que nos torna iguais, somos um grupo tão diverso quanto qualquer outro. Há jovens e velhos, gordos e atletas, gays e héteros, tímidos e descontraídos, dependentes e autônomos. Gostam de chamar nossas necessidades de especiais. A principal delas, no entanto, é universal: o respeito à individualidade. 

Revolução digital 

Aplicativos que mudarama vida dessas pessoas

Google Maps - Com ele é possível formular trajetos a pé e de transporte público. As orientações para o trajeto a pé são excelentes e permitem que o usuário chegue sozinho a qualquer lugar.

BlindSquare — Uma espécie de FourSquare para cegos. O aplicativo lê em voz alta tudo o que está ao redor do usuário, à medida em que ele vai andando. As descrições incluem restaurantes, edifícios comerciais, escolas e parques.

TapTapSee — Descreve, de forma genérica, qualquer foto que o usuário inserir no aplicativo. Assim, é possível para a pessoa cega saber a cor da roupa que está usando ou qual a vista de uma janela.

Voice Dream Reader — Facilita a leitura de livros no celular. O aplicativo aceita arquivos de texto nos mais diversos formatos e permite regulagem da velocidade da leitura.

Maneiras de tirar do sério alguém que não enxerga

Atitudes desagradáveis, comuns no cotidiano, segundo os cegos 

1 - Sem oferecer ajuda para atravessar a rua, agarrar o cego pelo braço e arrastá-lo pelo caminho.

2 - O mesmo vale para ajudá-lo a se sentar sem que ele solicite. Uma coisa é não enxergar, outra é ter dificuldade motora.

3 - Fazer comentários em voz alta sobre o cego ao passar por ele. É deficiente visual, não auditivo.

4 - Em vez de fazer perguntas diretamente a ele, como seu nome ou o que gostaria de comer, dirigir-se sempre a seu acompanhante.

5 - Decidir, sem consultá-lo, que determinada atividade física (como corrida) é muito perigosa para ele. Cada pessoa conhece os próprios limites.

6 - Tomar cuidado excessivo, o tempo todo, para não usar verbos como “ver” e “olhar”. Por exemplo: pedir desculpas por ter indagado se o deficiente “viu um filme”.

7 - Repetir o tempo todo a surpresa por ele trabalhar, divertir-se, namorar, ter filhos. O cego não quer necessariamente ser tratado como uma lição ambulante de superação.

8 - A mais irritante: mover, sem avisar, algum objeto de sua casa ou mesa de trabalho.

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  • Cozinha variada

    Bistrô Charlô

    Rua Barão de Capanema, 454, Jardim Paulista

    Tel: (11) 3087 4444

    VejaSP
    Sem avaliação

    Depois de quase quatro anos, não é mais Chico Farah quem toma conta da cozinha desta casa do banqueteiro Charlô Whately. Antigo subchef, o jovem Gabriel Erbella assumiu o fogão. Não há alterações no menu, que traz sugestões de entrada como o polvo ao vinagrete imerso em azeite com um toque picante de pimenta dedo-de-moça (R$ 45,00). A costelinha tailandesa ao curry de legumes (R$ 65,00) é servida macia, macia, mas vez ou outra completamente sem sal. Na sobremesa, continua a estrela o pudim de leite com ameixa na calda de armanhaque (R$ 24,00), criado anos atrás por Charlô.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Italianos

    Sensi

    Rua Gabriele D'Annunzio, 1345, Campo Belo

    Tel: (11) 2478 5099

    VejaSP
    8 avaliações

    O chef Manuel Coelho conseguiu montar um restaurante acolhedor como os endereços de bairro e refinado como as casas do circuito da modinha. No almoço executivo, ele faz pedidas mais simples, como o pappardelle ao molho bolonhesa (R$ 49,50) com salada de entrada e uma sobremesa do dia. O jantar é o momento de uma degustação à italiana, com pequenas porções, alteradas semanalmente. Fixo, você encontra à la carte um peixe do dia, a exemplo da meca, com batata, tomate, cebola-roxa e manjericão na folha de bananeira (R$ 66,00), e um tiramisu (R$ 21,00), de sobremesa.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Latinos

    Killa

    Rua Tucuna, 689, Perdizes

    Tel: (11) 98551 8511

    VejaSP
    13 avaliações

    Voltou a funcionar no minúsculo espaço em que foi inaugurado. O menu foi (bem) enxugado, mas ficou o que interessa: os bons ceviches, saborosos e frescos. Na versão mais simples, o prato custa R$ 33,00. Outra pedida, o arroz chaufa (R$ 58,00) é um pratão de grãos úmidos com frutos do mar, cenoura, pimenta‑do‑reino e kimchi, a acelga oriental apimentada. Por caros R$ 27,00 a torta de banana passa, chocolate e nozes pode pecar pelo sorvete cheio de cristais de gelo.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Italianos

    MoDi

    Rua Alagoas, 475, Higienópolis

    Tel: (11) 3564 7031

    VejaSP
    13 avaliações

    Continua um dos endereços imbatíveis da cidade na relação custo/benefício, embora a qualidade possa oscilar, em particular na unidade do Shopping Pátio Higienópolis. Não estranhe, por exemplo, se alguma massa chegar cozida além do necessário, caso do tagliolini que acompanha a paleta de cordeiro (R$ 46,00). No mais, os outros pratos do chef Diogo Silveira costumam agradar. O trio de lulinhas ao molho de tomate (R$ 18,00) compete com a polenta com aspargo, creme de parmesão e ovo (R$ 14,00) pelo título de melhor entrada.Tiramisu (R$ 13,00) é a recomendação para a sobremesa.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Chope e cerveja

    Cateto

    Rua Fernando Falcão, 810, Mooca

    Tel: (11) 2367 7521

    VejaSP
    3 avaliações

    O interessante bar de cervejas especiais nasceu na Mooca e ganhou uma filial em Pinheiros. De trigo, o rótulo Invicta Iniciação (R$ 25,00, 500 mililitros) agrada ao público, assim como a tábua de quatro queijos nacionais (R$ 50,00).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Bares variados

    Vila Seu Justino

    Rua Harmonia, 77, Vila Madalena

    Tel: (11) 2738 3800 ou (11) 2305 0130

    VejaSP
    11 avaliações

    A fachada envidraçada deixa transparecer toda a animação do salão, no qual uma moçada com pinta universitária curte apresentações de samba e de pop rock. Mas o grande predicado do endereço está nos fundos: um jardim arborizado, que acomoda aqueles que procuram algo um pouco menos animado. Sucesso ali, a caipirinha vem em pote de vidro, em combinações como tangerina, capim-santo e cachaça Salinas (R$ 23,90), e é uma boa alternativa ao chope, apenas regular, servido em caneca de alumínio (Heineken, R$ 7,90). Para repor as energias, o bolinho de costela (R$ 31,90) é uma pedida sem erro.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Padarias

    Julice Boulangère

    Rua Deputado Lacerda Franco, 536, Vila Madalena

    Tel: (11) 3097 9162 ou (11) 3097 9144

    VejaSP
    19 avaliações

    Depois de reformar a matriz, em Pinheiros, Julice Vaz aportou com uma loja bonitona no Shopping Villa-Lobos. O rol de opções do novo endereço não se limita aos ótimos pães de produção artesanal que reluzem no balcão, como o de campanha (R$ 8,15), o de calabresa com nozes e vinho tinto (R$ 12,70) e a baguete (R$ 9,20). Dá para tomar café da manhã (ovos mexidos a R$ 12,50 e suco de laranja por R$ 8,40) ou apenas fazer um lanche (croque monsieur a R$ 33,20). Há também sugestões de um menu completo por R$ 43,10. Entre os pratos que mudam sempre está o úmido arroz com lombo suíno.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • A carreira de Melissa McCarthy começou na TV no fim da década de 90. Ficou famosa, porém, pelo seriado Gilmore Girls (2000-2007) e roubou a cena no cinema em Missão Madrinha de Casamento. A Espiã que Sabia de Menos é a sua maior e melhor chance de virar estrela do primeiro time. Embora os galãs Jude Law e Jason Statham estejam no elenco, a comédia fica voltada para a graça, o talento e as gordurinhas extras de Melissa. Ela interpreta Susan Cooper, uma analista da CIA que, expert em computador, ajuda os colegas em missões pelo mundo. Quando um agente (Jude Law), por quem ela era apaixonada, morre em serviço, Susan se precipita em tomar o lugar dele. A princípio, a chefe (Allison Janney) acha a ideia estranha, mas acaba aceitando. Susan, então, vira uma dona de casa caretona para, disfarçada, descobrir quem matou seu amado e encontrar uma ogiva nuclear. O roteiro está centrado em transformar Melissa em um James Bond de saia e não poupa nem mesmo sua forma roliça para fazer piadas. Para uma trama de humor, o longa-metragem tem duração em excesso, mas a protagonista, com seu jeito bonachão de tiazona, segura as pontas. Estreou em 4/6/2015.
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  • Seis longas-metragens, produzidos entre 2011 e 2014, foram programados para a Mostra de Cinema Tcheco Contemporâneo, em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (Rua Álvares Penteado, 112, centro). As sessões ocorrem a partir de quarta (10/6), com entrada grátis. Entre os filmes está a comédia Viajar para a Praia, sobre um garoto (papel de Petr Simcák) que deseja ser cineasta — as exibições estão marcadas para a sexta (12/6), às 19h30, e para o sábado (13/6), às 17h30. O ciclo segue até dia 15 de junho de 2015.
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  • Exatamente quatro anos atrás, o filme original, inspirado na peça de Juca de Oliveira, sinalizou para uma comédia romântica anêmica. Qualquer Gato Vira-Lata 2, a sequência com o mesmo trio de atores, pega um rumo mais agradável e tem uma produção robusta, incluindo locações na Riviera Maia, no México. É para lá que partem os namorados Tati (Cleo Pires) e Conrado (Malvino Salvador). Ele vai dar uma palestra sobre o comportamento sexual do homem, enquanto ela está decidida a pedi-lo em casamento. Contudo, o tiro sai pela culatra, e Conrado pede um tempo para pensar no assunto. Entram, então, na parada a competitiva Angela (Rita Guedes), ex-mulher do protagonista, e o jovem cuca fresca Marcelo (Dudu Azevedo), uma paixão do passado de Tati. Ambos querem, claro, reconquistar o antigo parceiro. Seguem-se as reviravoltas de praxe, entremeadas com piadas ora espertas, ora grosseiras. Além da divertida participação da pequena Mel Maia, no papel de uma menina interesseira (ponto para o politicamente incorreto!), uma cena específca injeta emoção ao roteiro. A sequência dura poucos minutos e traz diálogos como se fossem extraídos da vida real no reencontro de pai e filha — e Fábio Jr. vai às lágrimas ao contracenar pela primeira vez com Cleo Pires. Estreou em 4/6/2015.
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  • Diretor das animações Ratatouille e Os Incríveis, Brad Bird entrou para o time dos bons realizadores de filmes de ação com o espetacular Missão: Impossível — Protocolo Fantasma. O cineasta volta ao comando de atores, agora em uma ficção científica de fantasia, típico produto dos estúdios Disney. Tomorrowland — Um Lugar Onde Nada É Impossível, porém, fica no meio do caminho. Agrada aos adultos pelo sabor de nostalgia e frustra pela infantilidade do enredo. As crianças, certamente, vão ficar fascinadas com os efeitos visuais, mas podem sentir o peso das mais de duas (cansativas) horas de duração. Dois terços do longa-metragem são dedicados a narrar a trajetória dos protagonistas, e ambas as histórias cativam pela energia e originalidade. Quando criança, na década de 60, Frank Walker (Thomas Robinson) participou de uma feira de invenções e, prodígio, foi chamado por uma estranha menina para conhecer a secreta Tomorrowland, a terra do futuro. A outra ponta da trama, ambientada nos dias de hoje, flagra a espevitada Casey Newton (Britt Robertson) tentando burlar o sistema de segurança da Nasa. Após sair da prisão, ela encontra um pin mágico que lhe dá permissão para entrar em outra dimensão. Quem vai explicar à garota o sentido da magia é o agora maduro Frank (George Clooney). Embora extensos, os casos dos personagens são intrigantes e escorados no humor. A decepção fica por conta da chegada de Frank e Casey a Tomorrowland— o que seria a cereja do bolo se torna uma patacoada missionária para salvar a Terra. Estreou em 4/6/2015.
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  • Oito filmes inéditos nas salas comerciais de São Paulo fazem parte da mostra Além do Circuito, no CineSesc (Rua Augusta, 2075). Até quarta (10/6/2015), a sala exibe produções do Chile (A Criada) e Argentina (Juntos para Sempre e Querida, Vou Comprar Cigarros e Já Volto), entre outros países. Uma das boas atrações é o drama francês Uma Dama em Paris, estrelado pela diva Jeanne Moreau. Programado para este sábado (6/6), às 19h, e quarta (10/6), às 21h, o filme enfoca a conflituosa relação de uma mulher e sua cuidadora.
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  • A beleza de Fernando de Noronha resplandece em Sangue Azul, premiado com o troféu de melhor fotografia no Festival de Paulínia de 2014. Dirigido pelo pernambucano Lírio Ferreira (Árido Movie), o filme traz Daniel de Oliveira na pele de Zolah, o homem-bala de um circo que chega à ilha para algumas apresentações. Lá, o rapaz reencontra a mãe (Sandra Corveloni) e a irmã (Caroline Abras). A volta à terra natal será marcada por amargas lembranças. Com elenco afinado, o realizador capricha na ambiência erótica, seja pelos corpos dourados expostos ao sol, seja pelas paqueras de alta voltagem sexual — incluem-se aí um beijo gay de Paulo César Pereio e uma forte cena de transa entre os personagens de Milhem Cortaz e Rômulo Braga. Mas, assim como em Romance Policial, faz falta um desfecho à altura de tantos (e bons) conflitos. Estreou em 4/6/2015.
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  • No ano que marca os oitenta anos da morte da compositora e pianista carioca Chiquinha Gonzaga (1847-1935), a Cia. das Cores traz ao palco uma retrospectiva da trajetória dela. Em Chiquinha Gonzaga, a Menina Faceira, três vendedores de rua apostam para ver quem sabe mais sobre a homenageada. O resultado é uma montagem simples e lúdica que apresenta momentos da infância, obras de sua autoria e muito da força feminina numa época em que as mulheres sofriam com preconceitos. Em boa sintonia, o trio de atores Alaissa Rodrigues, Artur Reis e Evandro Cavalcante se reveza na interpretação da protagonista em idades diferentes. Para isso, eles usam recursos de clown e corpos de bonecas acoplados à cabeça de cada um, criando um efeito divertido. Além disso, o grupo dança e canta sucessos, como Lua Branca, Ó Abre Alas e Forrobodó, tocadas pelo pianeiro — como os pianistas eram conhecidos na época de Chiquinha — Gustavo Budemberg (também diretor musical). Não deixe de prestar atenção nos bem bolados “bonecos-baqueta”, invenção do diretor Edson Gon. Eles ajudam na percussão sonora da peça. Estreou em 11/4/2015. Até 14/6/2015.
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  • As melhores peças infantis em cartaz

    Atualizado em: 2.Set.2016

    Cinco atrações que conquistam a plateia
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  • Pouco presentes nos museus paulistanos, os artistas africanos têm despertado atenção no cenário internacional. Na última Bienal de Veneza, por exemplo, o ganense El Anatsui, de 70 anos, ganhou o Leão de Ouro pelo conjunto da obra. Africa Africans reúne no Museu Afro Brasil alguns dos nomes mais proeminentes do continente. Uma dourada peça de El Anatsui lembra um luxuoso manto, cujas bordas estão carcomidas, revelando sinais do tempo. De perto, vê-se que a composição é feita de tampinhas de garrafa. Trata-se de um dos 100 itens de vinte artistas que vivem ou nasceram na região. A imigração, aliás, é tema da instalação do britânico de origem nigeriana Yinka Shonibare, que montou uma bela biblioteca ocupada por 6225 livros encapados com tecidos coloridos. No mesmo ambiente, o visitante confere relatos comoventes em vídeo de viajantes que atravessaram o Mediterrâneo para tentar uma vida nova na Europa. Apesar de abordarem temas duros, as obras destacam-se pela beleza estética. Mesmo a falta de contextualização não compromete a oportunidade de contemplar trabalhos de forte impacto visual. De 25/5/2015. Até 30/8/2015.
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  • Cinco exposições imperdíveis

    Atualizado em: 15.Ago.2016

    Confira as mostras paulistanas mais bem avaliadas
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  • Drama

    Bruto
    VejaSP
    Sem avaliação
    Histórias em forma de mosaico tomaram conta do cinema na segunda metade da década de 90. Uma cena inicial ganhava explicação na situação contada logo a seguir e, um detalhe anterior, se justificava na reta final, como um quebra-cabeça. O recurso também foi explorado no teatro, mas nem sempre alcançou um bom resultado. Bruto, vigoroso drama escrito por Alexandre Dal Farra e dirigido por Luiz Fernando Marques com os atores do Núcleo Experimental do Sesi, entra para a lista dos casos bem-sucedidos. Onze jovens um tanto perdidos na vida norteiam a trama, formada por cenas curtas impactantes e de forte teor dramático. Em uma delas, uma garota comunica a gravidez ao namorado milionário e propõe um acordo financeiro. Em seguida, um amigo confessa ao outro que sofreu um estupro no passado, enquanto, na sequência, uma garota deprimida leva o fora da namorada, que pretende se casar com um rapaz. Como previsto, a costura se dá na reta final, durante uma festa em que todos são confrontos com um pesadelo de proporções caóticas. Cada narrativa se fecha, como se fosse independente, e os espectadores são obrigados a se deslocarem pelos espaços montados no Mezanino do Centro Cultural Fiesp para acompanhá-las. Como autor, Dal Farra marca mais um gol ao tocar em feridas da nossa realidade, mergulhando dessa vez em uma densa análise psicológica de uma geração afoita e sem o controle dos próprios atos. A encenação criada por Marques conduz o elenco, de rendimento irregular, a uma tensão viva e crescente. André Zurawski, Cibele Bissoli, Emilene Gutierrez, Guto Moura, Luana Tanaka, Heitor Vallim e Heráclito Caleb se destacam entre os onze atores. Estreou em 16/4/2015. Até 26/7/2015.
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  • Monólogo cômico

    Uma Noite na Lua
    VejaSP
    1 avaliação
    Lançado em 1998, Uma Noite na Lua trouxe Marco Nanini como protagonista do monólogo cômico escrito e dirigido por João Falcão. O dramaturgo, na época, estava no auge, depois de encenar com o próprio Nanini em O Burguês Fidalgo, colaborar na redação de casos especiais da Rede Globo e criar a peça A Dona da História para o brilho de Andréa Beltrão e Marieta Severo. Talvez, por isso, o solo, apesar do arrebatador intérprete, carregava uma produção tão esmerada e cheia de efeitos que soava excessiva. Com a direção do mesmo Falcão, o ator Gregorio Duvivier retomou o texto há três anos e, depois de apresentações esparsas em São Paulo, engatou uma curta temporada no Teatro Porto Seguro. O resultado é pura simplicidade, conexão com a dramaturgia e um artista cheio de carisma e talento pronto para surpreender a plateia. Abandonado pela mulher, o protagonista é um autor que cruzou com um produtor em uma festa e prometeu uma peça inédita, que já teria pronta, para o dia seguinte. Em meio a uma crise pessoal e à pressão do relógio, ele não consegue escrever uma linha sequer e, na busca da inspiração, relembra a sua história amorosa. As falas diretas atingem um grau de despojamento ainda maior na boca de Duvivier, que adota um tom entre o frágil e o atrapalhado para conduzir o terno personagem.  Como parceiro de cena, o ator conta com uma belíssima iluminação. também desenhada por Falcão, e suficiente para garantir o caráter mágico da encenação. Estreou em 27/5/2015. Dias 11, 18 e 25/3/2016.
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  • Instant Article

    Melhores peças em cartaz

    Atualizado em: 25.Nov.2016

    Veja algumas montagens que valem o ingresso
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  • Nome de calibre do movimento Black Rio, cujo objetivo era valorizar a cultura negra no Brasil por meio da música, o carioca José Carlos de Souza, o Carlos Dafé, ficou sumido depois que um acidente de carro, em 1978, o deixou sem memória por algum tempo. Fora de cena, suas canções foram cada vez menos tocadas e os lançamentos rarearam. Hoje com 67 anos, o cantor, que foi comparado a Marvin Gaye e ganhou o apelido de príncipe do soul (Tim Maia era o rei), está de volta à ativa com a voz impecável e o estilo de sempre no dançante álbum Bem-Vindo ao Baile (2015). O CD de doze faixas (seis são regravações) conta com participações do cantor Toni Garrido e do baterista Marcelo Yuka. Para celebrar o Dia da Consciência Negra, o músico apresenta clássicos como Acorda que Eu Quero Ver, Passarela, A Cruz, De Alegria Raiou o Dia, Escorpião. Dia 20/11/2015.
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  • A festa de brasilidades costuma receber bons nomes no palco. Esta noite, a folia recebe Liniker e os Caramelows, com um show do recente disco Remonta, incluindo as participações de Tássia Reis e MC Linn da Quebrada, e Lenine, com a apresentação do DVD The Bridge, que será lançado este mês. Dia 21/10/2016.
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  • Mulheres e pássaros

    Atualizado em: 4.Jun.2015

Fonte: VEJA SÃO PAULO