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Cia. Truks: espetáculos gratuitos comemoram 20 anos do grupo

Onze peças do grupo e três convidadas serão encenadas de março a abril com entrada franca. Ainda há exposição de fotos e oficinas de teatro de animação

Por: André Spera - Atualizado em

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Cena de 'Truks: A Bruxinha' - espetáculo baseado no livro de Eva Funari e primeira criação da trupe, de 1991, volta em cartaz com formação original na mostra que acontece durante março e abril na Funarte (Foto: Divulgação)

Foi em 1991 que a primeira peça foi levada aos palcos. 'Truks: A Bruxinha', baseada no quase homônimo livro 'A Bruxinha' de Eva Funari deu início a uma série de espetáculos com bonecos que agora figura na mostra de 20 anos - que se completam ano que vem. Oito semanas de programação com apresentação de espetáculos infantis e adultos, uma exposição fotográfica com 52 fotos gigantes no foyer da Funarte, lançamento de livro e a participação de grupos convidados estão na programação, e é tudo gratuito.

Pra quem se interessa, trabalha ou quer aprender sobre o teatro de bonecos, oficinas serão oferecidas também. Os temas são 'Dramaturgia para Teatro de Animação' (com início dia 9 de março e aulas todas as terças) e Técnicas de Animação de Bonecos, Objetos e Figuras (começa dia 10, com aulas às quartas). São 40 vagas para cada oficina. O candidato deve enviar carta de interesse e breve currículo para truks@uol.com.br

Há espetáculos para as crianças (a partir de 3 anos) e peças para jovens e adultos, com temas mais complexos: 

Infantis:

Truks: A Bruxinha

Cidade Azul

Vovô

Gigante

Os Vizinhos

Zôo-Ilógico

E se as Histórias Fossem diferentes

O Senhor dos Sonhos

Recomendados a partir de 14 anos:

Big Bang

Isto não é um Cachimbo

História de Bar

O Princípio do Espanto - Grupo Morpheus de Teatro

Pequenas Coisas - Grupo Morpheus de Teatro

Popol Vuh – Grupo Matéria Bruta

 

  • Considerada uma das mais importantes e influentes companhias do gênero em atividade no país, a Truks surgiu quase como um acidente para Henrique Sitchin
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  • Para crianças / Peças

    O Senhor dos Sonhos
    VejaSP
    Sem avaliação
    De Verônica Gerchman e Henrique Sitchin. Conta a história do pequeno Lucas, um menino que não para de sonhar. Vale tudo em seu universo imaginário: de bater bola com um ET a navegar pelos sete mares. O boneco ganha vida graças à manipulação precisa da Cia. Truks. Estreou em 27/02/1999. Acontece dia 29/05/2011.
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  • O espetáculo faz homenagem aos imigrantes que chegaram ao nosso país em meados do século passado. Não somente, celebra a continuidade da vida, simbolizada por uma de suas mais fortes marcas: a corrente inquebrantável da família. Retratando um dos períodos mais contundentes de nossa história recente, a peça conta a história de nosso personagem Vovô, desde sua infância em um país distante, sua adolescência, o início da vida adulta, as guerras de que foi palco o continente europeu, a dura viagem e adaptação ao Brasil, até chegar à sua velhice, quando se transforma no contador de histórias capaz de emocionar com sua saga, e com os relatos de sua vida, tão fantásticos, porém tão reais. Estreou em 2002. Prêmio Pananco no Teatro 2002 de Melhor Cenografia. Espetáculo selecionado pelo Projeto Sesi Bonecos do Brasil que, desde 2004, realiza apresentações por todo o país, para públicos que chegam a 5000 espectadores por sessão.
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  • Vencedora do Prêmio Mambembe, em 1995, na categoria melhor direção para teatro infantil, a montagem é uma espécie de show estrelado pela bruxinha. Entre mágicas e aventuras, a protagonista divide o cenário com um leão, um dragão e seu secreto admirador, Gregório. A história é interrompida pela chegada de um monstro desajeitado que deseja testar sua varinha de condão. Bruxinha se diverte fazendo mágicas e conhecendo novos amigos, como um leão e um dragão, com quem vive diversas aventuras. Um monstro surge e deseja testar a varinha da pequena feiticeira, desafiando-a para um duelo.
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  • Baseado no mito maia de mesmo nome, dois atores, como deuses onipotentes dos destinos de sua criação, “brincam” de inventar o mundo e as relações sociais, não poupando uma ácida crítica, e também sátira, aos caminhos da humanidade. Utilizando-se de materiais pouco convencionais ao teatro, tais como argila, gravetos e sucatas de informática, são retratados justamente 3 períodos da história da humanidade: a criação, o princípio da (des)organização social e o caos.
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  • Dois atores bonequeiros conduzem personagens comuns em flashes de suas vidas cotidianas. Através de refinadas técnicas do Teatro de Animação, desfilam pela cena bonecos assombrosamente vivos. Figuras que atingem o grau máximo de perfeição em sua animação. Não somente pelo rigor estético, o espetáculo prima pelo retrato ora bem humorado, ora extremamente poético, de situações da vida de cada um de nós: a infância, a solidão, a velhice, a doença, entre outras.
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  • Para crianças / Peças

    Os Vizinhos
    VejaSP
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    De Henrique Sitchin e Verônica Gerchman. Pincéis, rolos e latas de tinta ganham vida nas mãos da Cia. Truks. Inspirados na técnica japonesa do bunraku, seis manipuladores vestidos de branco e à vista da plateia interagem com as criaturas, conseguindo extrair delas movimentos perfeitos. Na trama, a menina Clara diz à avó estar cansada de emprestar seus lápis de cor à amiga. A velhinha então conta a história de dois reinos fronteiriços e idênticos, apenas de cores e problemas diferentes. Enquanto os azuis passam fome, os amarelos não têm água. Acabam entrando em guerra pelos recursos alheios — até Clara dar um final diferente à parábola. Estreou em 17/05/2009. Acontece dia 22/05/2011.
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  • Como seria se as histórias dos príncipes, das princesas, dos reis e das rainhas, começassem pelo final, depois do “viveram felizes para sempre?" Henrique Sitchin, versátil contador de histórias, conta a história a partir do momento em que rei e rainha se casam para serem felizes para sempre. De forma bem leve e divertida, fala às crianças que os problemas existem e devem ser encarados como parte da vida, e que a imposição de que é preciso ser feliz o tempo todo é muito cruel para os pequenos.
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  • Em cena um boneco sem face que retrata cada um de nós, humanos, que passam vidas inteiras em busca de identidades. E detrás do boneco, a figura gigantesca e misteriosa do animador, tal qual uma divindade, a oferecer-lhe a vida através da sua boca. Trata-se da materialização da imagem bíblica do sopro divino que nos deu a vida. O boneco, porém, anseia por uma liberdade impossível. É dependente do seu criador. Reflete o nosso constante questionamento acerca das forças que regem a nossa vida.
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  • Livremente inspirado na obra do pintor René Magritte, a peça dá vida às imagens deste mestre surrealista, e leva o nome de sua mais célebre pintura, inscrição que acompanha a imagem de um cachimbo. Figuras intrigantes saem das telas de Magritte para ganhar o palco, em cenas de forte impacto visual e conceitual: Um velho homem, cujo peito é uma gaiola, despede-se da vida; uma camisola reflete as dores da alma de sua dona, uma família de mortos vivos a esperar na sacada, um homem às voltas com a ideia de tirar a própria vida, resolve trocar de cabeça, entre outras passagens deste espetáculo repleto de belas imagens e muita poesia.
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  • Atrás do balcão, um simples barman. Sobre ele, terríveis acusações. Teria sido o responsável pelos crimes hediondos que assolam a cidade? Seria ele o temido assassino a decapitar, sem piedade, suas indefesas vítimas? Pois bem, hoje ele vai contar a sua história! Hoje ele terá que provar a sua inocência! O barman nos contará uma história "macarrônica", ao melhor estilo dos antigos filmes noir. Uma sucessão de agilíssimas passagens cênicas levam a plateia ao mundo da noite paulistana, entre as ruas, os becos e as boates da cidade fria. Os bandidos, afiados facões, maços de cigarro ou garrafas de cachaça, se enfrentarão com os policiais, um espremedor de frutas, o acendedor automático de fogões, o frasco de pimenta, entre tantos outros objetos que, nas mãos do hábil ator, se transformam nas mais divertidas criaturas.
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  • Para crianças / Peças

    Gigante
    VejaSP
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    De Henrique Sitchin. Acontecimentos estranhos atormentam os moradores de um vilarejo. Elvis, o cantor, não se lembra das notas musicais. Pierre, o pintor, esqueceu as cores. Até os animais andam esquisitos por lá. Mas eis que a garotinha Clara descobre o culpado: um gigante com sede e fome de ideias. Referência no teatro de animação, a Cia. Truks vai além de suas conhecidas habilidades. Seus atores utilizam os recursos da luz negra e, em alguns momentos, se arriscam no palco (ainda que vacilantes e protegidos atrás de máscaras da commedia dell’arte) sem os bonecos. Estreou em 21/10/2006. Acontece dia 21/04/2011.
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  • Cidade Azul é um lugar que existe dentro da cabecinha de um menino teimoso, que insiste não apenas em sonhar, mas em transformar, nem que seja como um sonho, o seu, em um lugar melhor para se viver. Ele é um menino que acorda, a cada nova manhã, sobre os papelões ou sob os jornais da rua, para mais um dia solitário e de verdadeira aventura. Mas eis que no amanhecer de um dia especial, cai-lhe sobre a cabeça uma enorme bola de brinquedo, azul, é claro, trazendo atrás sua aflita dona. Uma menina. O espetáculo conta como nasce, cresce e se fortalece uma comovente amizade entre as duas crianças de realidades tão diferentes: Um menino das ruas, e uma menina perdida pelas ruas. Eles nos revelam a sábia capacidade que as crianças têm de se aproximarem umas das outras, vencendo os preconceitos através de seus jogos e brincadeiras. Estreou em 1997. Prêmio APCA 1997: Melhor Espetáculo Infantil e Melhor Autor para Teatro Infantil. Prêmio Mambembe 1997: Melhor Texto para Teatro Infantil, Melhor Direção para Teatro Infantil e Grupo Destaque do Ano no Teatro Infantil. Prêmio Coca Cola De Teatro Jovem 1997: Melhor Direção, Melhor Espetáculo e indicado ao Prêmio Coca Cola De Teatro Jovem 1997 como Melhor Texto.
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  • A história desde o seu provável momento inicial, o “Big Bang”, para terminar em nosso constante questionamento acerca dos desconhecidos destinos que nos são, talvez, reservados. Trata de alguns fatos marcantes da trajetória da humanidade. Percorre momentos cruciais da história, seguindo curiosas interpretações dos fatos - que vão desde imagens caricatas até momentos em que o relato “oficial”, propriamente, é deixado de lado para priorizar pequenas reflexões ou críticas destes eventos. A aventura humana sobre a terra é retratada em um espetáculo rico em técnicas, imagens, humor e poesia.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO