Decoração

Casa de Valentina: o blog que virou e-commerce

O portal criado Lucila Zahran Turqueto vende  até 1 600 itens por mês

Por: João Batista Jr. - Atualizado em

Lucila Turqueto
Lucila, do Casa de Valentina: seu blog virou um grande portal de compras (Foto: Divulgação)

A paulistana Lucila Zahran Turqueto é uma blogueira empreendedora. Enquanto suas colegas de profissão passavam o dia postando look do dia, ela optou por criar um blog de decoração, o Casa de Valentina. O ano era 2008 e, de lá pra cá, o site se transformou em uma máquina de vender móveis e objetos de decoração. O portal reproduz ambientes (quartos, salas, banheiros, varandas...) em que todos os itens podem ser comprados. “Vendo entre 1 400 e 1 600 peças por mês”, conta. Saiba mais detalhes e novidades do projeto:

O Casa de Valentina nasceu como um blog de decoração e hoje virou um grande portal de e-commerce. Quais são os próximos passos? 

Em dezembro, abri na Vila Madalena uma loja pop-up que funcionou por apenas três dias. Realizamos um total de 200 000 reais em vendas. Não quero ter uma loja física permanente, mas penso em ter unidades pop-ups em datas especiais, como Dia das Mães e Natal. Além disso, em março iremos ter mudanças de navegabilidade no site. Hoje, 10% das nossas vendas são feitas por celular ou tablet. Queremos aumentar esse número.

Qual é o tamanho de sua equipe? 

Meu time tem 21 pessoas. Fazemos todo o esquema de SAC e entrega dos itens, mas não temos o estoque. As marcas que exponho no site cuidam dessa parte.

Você leva muitos produtos para sua casa?

Moro no Itaim, sou casada e tenho um filho de 3 meses. Para a casa não ficar atulhada de coisas, criei uma regra: quando entra uma peça, outra sai. Esses dias meu marido chegou do trabalho e sentiu falta de um centro de sala. Eu disse que tinha feito uma doação, mas que o novo chegaria no dia seguinte.

Como funciona o lucro do site?

Depende. Nos produtos internacionais, fica entre 25% e 35%. Mas a venda de itens das lojas nacionais é menor: fico com a mesma comissão de venda dada aos decoradores, entre 10% e 12%.

Fonte: VEJA SÃO PAULO