A opinião do leitor

Cartas sobre a edição 2143

- Atualizado em

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(Foto: Veja São Paulo)

ASSUNTOS MAIS COMENTADOS

Walcyr Carrasco                    30%

Rua 25 de Março (capa)         8%

Enchentes                               22%

Panetones                                 8%

Ivan Angelo                              12%

Outros                                       20%

25 de março

Excelente a reportagem sobre a Rua 25 de Março (“Como se dar bem nesta eterna muvuca”, 16 de dezembro). Tenho de ir até o local e estava queimando a cabeça, pois não sabia por onde começar. No ano passado, percorri a rua de ponta a ponta e não achei o que queria. Também me perdi e não consegui comprar quase nada. Não tinha ideia de como faria neste ano. Senti um alívio quando vi a capa. Vou para lá com o mapa nas mãos e com certeza farei as compras desejadas e certas. Obrigada à revista por mais uma vez me socorrer na hora certa.

ANA LÚCIA TRINQUINATO TORIANI

Enchente

Enquanto a população sofre com as enchentes, principalmente por falta de investimentos públicos, os vereadores de São Paulo aprovam o uso de “sobra orçamentária” para conceder um 140 salário a todos os servidores ativos e inativos da Câmara Municipal (“Foi você quem jogou?”, 16 de dezembro). Se tivessem devolvido esse dinheiro aos cofres municipais, seria possível construir um ou dois piscinões e adquirir uma bomba d’água reserva para evitar o sofrimento da população do Jardim Pantanal, bairro ainda alagado uma semana após as chuvas. No entanto, a orgia com o dinheiro público impera.

ORLANDO MOSCHINI

A prefeitura de São Paulo deve fazer o levantamento de onde costuma ser feito o descarte de entulhos, ou seja, os pontos viciados, e criar ecopontos em lugares de fácil acesso para os carroceiros. Não adianta instalá-los em locais difíceis, pois, nesse caso, o descarte será feito mesmo em qualquer lugar. O bairro do Ipiranga é um exemplo disso.

GERSON MARQUES GROGER

Como posso conseguir uma cópia de boa resolução da foto das garrafas PET no Rio Pinheiros? Quero imprimir em adesivo e aplicar no vidro traseiro do meu carro juntamente com o título da reportagem: “Foi você quem jogou?”. Dessa forma não precisarei mais me remoer de raiva quando a pessoa do carro ao lado abrir a janela e jogar seu lixo na rua.

SEBASTIÃO HUMBERTO SIQUEIRA

Os alagamentos provocados pelas chuvas torrenciais levam em princípio às reclamações contra a inatividade do poder público em relação aos investimentos necessários. A falta de planejamento se faz notar em muitas situações. Mas a foto que mostra o comportamento de parcela significativa da população é muito sugestiva. O lixo é uma das causas do acúmulo da água. É uma questão que precisa ser devidamente avaliada. Pois, se não houver colaboração, não serão as obras que resolverão o problema.

URIEL VILLAS BOAS

A Lei Cidade Limpa previa a não distribuição de panfletos nas residências, pois poluem as ruas, e, quando não retirados dos portões, indicam que as casas estão vazias e expostas à violência. Parece que muitas organizações já se esqueceram dos termos dessa lei. A capital só será consertada com muita vigilância: ordem se consegue com autoridade e responsabilidade.

SÔNIA HÁFEZ

Panetones

Parabéns pela belíssima matéria sobre os panetones (“Vai encarar?”, 16 de dezembro). Esse é o maior reconhecimento que poderíamos ter. No ano que vem, fará vinte anos que importamos os panetones italianos Bonifanti. A grande quantidade de pedidos deste Natal demonstra que estamos no caminho certo.

ANDRÉ DI NAPOLI - Gerente comercial

Mistérios da Cidade

Este é realmente um mistério (“Proibido para menores de 60”, 16 de dezembro). Como será que vão funcionar essas vagas aos maiores de 60 anos? Vão colocar placas no céu indicando a eles onde as vagas se encontram? E a fiscalização? Vão designar um marronzinho para checar se o motorista tem cartão de autorização? Ou será obrigatório deixar o cartão à mostra para facilitar a vida dos ladrões? Mais uma iniciativa inútil da prefeitura e da Secretaria dos Transportes, que deveriam investir todos os seus recursos financeiros, materiais e humanos para melhorar o nosso trânsito caótico e não para fazer firula.

LIVIA MIHÁLY

Walcyr Carrasco

Sensacional sua crônica “Micos natalinos” (16 de dezembro). Literalmente chorei de rir e me identifiquei com ela. Sempre dou ótimos presentes, pelo menos úteis, mas recebo coisas como polainas, cremes fedidos e outros. Foi perfeito.

FANY ESKENAZI

Mais uma vez não consigo mudar sequer uma vírgula em sua crônica. Na época em que não se estipulava um valor mínimo, um office-boy gastou uma boa parcela do seu salário para presentear o diretor, seu amigo secreto, mas ganhou um par de meias do seu.

NAEMI ABE TANIZAWA

Nunca me identifiquei tanto com algo que você escreveu como com essa crônica sobre o amigo-secreto. Nunca tive sorte com esse tipo de coisa. Lembro-me bem de que há muito tempo, em 1972, dei à minha amiguinha um perfume que insisti para minha mãe comprar. Ganhei de volta uma fitinha do Nosso Senhor do Bonfim. E nem católica eu sou. Desde então, essa sina me persegue.

CLELIA REGINA ABRAHÃO ZALEWSKI

Walcyr, conforme-se. Divido com você a sina de ganhar coisas inúteis ou bem baratas. No último “inimigo-secreto” do qual participei, ganhei um enfeite de Papai Noel para pendurar na árvore. Detalhe: sou judia e nem tenho Natal.

PÉROLA RAWET HEILBERG

Sua crônica me lembrou um amigosecreto do qual participei. Nele pedíamos o que queríamos dentro de um valor estipulado. Pedi um CD. O colega que me tirou chegou com um embrulho que mais parecia um panetone. Seria mais um entre tantos que já havia ganhado. A decepção foi ainda maior. Quando abri o tal pacote, vi uma maçã de plástico enorme, daquelas que vinham com um talco horroroso e uma esponja que fazia lembrar uma almofada. Os outros participantes não me deram sossego. Todos tiraram onda. O único que não riu foi um rapaz que ganhou um cinto feminino.

NÁDIA SEGATTO MARÇAL

Ivan Angelo

Numa época em que os homens públicos do Brasil se empenham de maneira desassombrada, atrevida e descarada em revelar o lado pútrido de sua conduta, a crônica “Meninos e gibis” (9 de dezembro), lembrando nossos heróis de um distante passado, foi um bálsamo de magia e deslumbramento, mesclada de saudade e fantasia. Que venham novas crônicas dessa estirpe.

DARCY C. D. CORRÊA

Li o artigo e sinto dizer que discordo de quase tudo, no aspecto de que esses super-heróis tenham se desvirtuado. A não ser que eu tenha entendido errado. Mas o que mais me chateou foi o senhor chamar o Homem- Aranha de presa possível da vaidade. Ora, quem mais além de Peter Parker aprendeu da pior forma o significado da frase de seu tio Ben Parker: “Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades”?.

MICHAEL DOUGLAS DE MORAES

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Fonte: VEJA SÃO PAULO