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Chuvas no Cantareira foram praticamente a metade da média histórica

No Alto Tietê, problema é ainda pior. Guarapiranga, porém, teve índice pluviométrico acima do esperado

Por: Veja São Paulo - Atualizado em

Sistema Cantareira edição 2374
Capivaras enfrentama baixa: colapso hídrico (Foto: Mario Rodrigues)

O mês de janeiro, que começou cercado de esperança para o Cantareira diante temporada chuvosa, acabou corroborando ainda mais para a grave crise de abastecimento de água da cidade.

As represas que compõe o sistema entraram em fevereiro com apenas 5,0% de sua capacidade, um nível crítico, no qual o racionamento é um recurso cada vez mais provável. Isso por que as chuvas nas bacias foram de apenas 148,2 milímetros, contra 271,1 milímetros da média histórica para o mês.

No Sistema Alto Tietê, que também abastece parte do bairros, o quadro pluviométrico foi pior: 103,8 milímetros contra 251,5 milímetros do registro convencional para o período. Na Guarapiranga, outra fonte importante para as torneiras paulistanas, uma boa notícia: precipitações pouco acima do esperado (248,0 ante 229,3 de média),

O governo estuda viabilizar o uso de água da represa Billings, na Zona Sul de São Paulo, possibilidade que divide especialistas.

Enquanto isso, prepare-se: a Sabesp tem divulgado os horários nos quais reduz a pressão nos bairros. Veja aqui.

Abaixo, os números de chuva em janeiro:

SISTEMA CANTAREIRA

Média do mês: 148,2 milímetros

Média histórica: 271,1 milímetros

SISTEMA ALTO TIETÊ

Média do mês: 103,8 milímetros

Média histórica: 251,5 milímetros

SISTEMA GUARAPIRANGA

Média do mês:248,0 milímetros

Média histórica: 229,3 milímetros

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Fonte: VEJA SÃO PAULO