Roteiro

30 programas para curtir no domingo (9)

Saiba como aproveitar o melhor da cidade

Por: Anna Carolina Oliveira

Central do Brasil
"Central do Brasil": o filme de Walter Salles será exibido na Mostra Espaço Ano 20 (Foto: Divulgação)

Ainda dá tempo de passear pelas ruas paulistanas sem a correria usual. São atrações como baladas, peças de teatro, mostra de cinema, festival de jazz e mais. Veja abaixo e escolha a atividade do dia.

  • Saiba como aproveitar o melhor da cidade nos três dias de pausa
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  • Composta de peças feitas desde o século XIV e pertencentes ao Museu Nacional da Coreia, em Seul, a mostra aborda a história da cerâmica coreana até os nossos dias. Por se tratar de um tema pouco disseminado no país, é elogiável a contextualização didática dos textos de parede da exposição. Entre os setenta trabalhos há garrafas, jarras, tigelas e até um delicado conjunto de urnas fúnebres. As obras contemporâneas dialogam muito bem com as mais antigas. Até 25/11/2012.
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  • De Maria Clara Machado. Maria (Vivi Gonçalves) tem a possibilidade de conhecer o mundo carregada por uma corrente de ar. Um dia, fugindo com seu irmão Pedrinho (Thiago Ubaldo) das rigorosas lições da Tia Adelaide (Thelma Luz), os dois vão parar em uma escura caverna. Ali mora o Vento (Thelma Luz e Fernanda Oliveira, em revezamento), e ele acaba se irritando com o tumulto causado pelas crianças. Impaciente, o personagem sopra o menino para bem longe, mas a garota consegue escapar ao improvisar uma dança. Encantado com a habilidade para vencer seus poderosos movimentos, o Vento faz uma proposta: depois de viajar pelo planeta, ela se tornaria uma brisa marítima. Maria se vê então no dilema de começar ou não essa nova vida. A montagem levada ao palco pela República Ativa de Teatro consegue prender a atenção da plateia com um tema lúdico contado de forma delicada. Os grandes trunfos da peça são as músicas suaves e as coreografias benfeitas, além de uma bonita intervenção audiovisual. São eficientes ainda o cenário e a iluminação assinados por Rodrigo Palmieri. Daniely Diniz completa o elenco. Estreou em 12/08/2012. Até 10/03/2013.
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  • Adaptação de Ricardo Karman para a lenda chinesa O Pote Vazio. O ator Gustavo Vaz interpreta um velho imperador da China com uma ideia infalível para escolher o herdeiro de seu trono. Ele entrega uma semente a cada criança do reino e avisa: o sucessor será aquele que cultivar a flor mais bela após um ano. Biliri (papel de Nathália Guillen) é um menino apaixonado pela natureza. O garoto utiliza um vaso mágico, coloca adubo nele, dá carinho a sua plantinha e conversa com ela. Mesmo assim, ela nunca germina. Incentivado pelo pai (Mario De La Rosa), Biliri revela ao imperador o seu fracasso e, para a surpresa de todos, vence o desafio. Com cenografia de José de Anchieta, o espetáculo brinca com elementos reais e recursos em vídeo para representar o tradicional teatro de sombras chinês. Competente, o elenco entra no plano bidimensional e salta das animações, deixando a plateia suspeitar da existência de manipuladores por trás da tela. Estreou em 09/07/2011. Prorrogado até 10/11/2012.
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  • De Fernanda Maia. A boa montagem homenageia o centenário de nascimento do compositor Noel Rosa, comemorado no ano passado. Chico (Tiago Carreira), um sambista que não quer saber de trabalho, tenta pedir a mão de Isabel (Bárbara Boonie). Mas a ambiciosa tia da moça (Lourdes Gigliotti) prefere que ela se case com um homem mais velho e rico, o comendador Lacerda (Tiago Ledier). Os pretendentes travam um duelo para conquistar a jovem, enquanto canções como Pierrô Apaixonado, Seja Breve e Mulher Indigesta contribuem para a narração da história. Estreou em 12/02/2011. Até 09/12/2012.
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  • Resenha por Tatiane Rosset: A série de televisão australiana Hi-5 faz sucesso entre a garotada. Formada por Lauren, Tim, Fely, Casey e Stevie, além dos marionetes Chats e Jup Jup, a turma chega ao Brasil com um espetáculo inédito. No palco, eles exploram o mundo através do movimento e vivem aventuras acompanhadas por músicas. Dia 09/09/2012.
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  • Quando estreou, em 2005, a peça O Ilha do Tesouro causou frisson - era difícil conseguir lugar para acompanhar a divertida aventura. O motivo estava em sua pouco convencional mescla de encenação, interatividade e uma instalação cenográfica de 500 metros feita de madeira, lona e barro. De volta ao cartaz, o espetáculo começa numa taverna na qual o ator Yunes Chami participa da primeira cena com as crianças (obrigatoriamente com mais de 7 anos). Depois, elas entram por um alçapão e partem em busca do tal tesouro. Do outro lado, os adultos presentes viram piratas e também brincam em túneis, labirintos e sequências de lutas de espada até o desfecho, dentro do Teatro do Centro da Terra. Recomendado a partir de 7 anos. Estreou em 14/5/2005. Até 11/12/2016.
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  • Resenha por Tatiane Rosset: Amparados por quatro competentes músicos no fundo do palco, a cantora Fortuna e o ator Rafael Zolko entoam com graça versos da escritora Ruth Rocha musicados por Hélio Ziskind. O lúdico show tem a participação do Coral Infantil do Sesc Vila Mariana — as crianças soltam a voz, dançam e conquistam a simpatia de seus pares na plateia. Animado por idas e vindas da coreografia, o colorido espetáculo traz com sutileza e espontaneidade temas alegres, a exemplo de Lá Vem a Macacada, ou mais “dramáticos”, caso de Quem Tem Medo de Monstro? As rimas simples da autora são logo assimiladas pela garotada, assim como as canções conhecidíssimas que também fazem parte do repertório: é impossível não cantar junto em Alecrim e Borboletinha. Estreou em 08/11/2008. Dia 09/09/2012.
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  • Criação coletiva da Cia. Contos em Cantos. Uma dona de casa, vivida por Camila Cassis, pede a seus empregados que busquem água no poço para matar a sede num dia de muito calor. Quando todos falham na missão, ela vai raivosa para a cidade com o objetivo de encontrar novos funcionários, mais dedicados e comprometidos. Ao avaliar cuidadosamente as características dos candidatos, porém, ela percebe certo exagero em sua reação. Usando a história principal como ponto de partida, o texto envereda por outros contos. Sobressai o da Galinha Vidente (papel da cômica Natália Grisi). Ela tem o poder de atender a pedidos com a sua incrível capacidade de ler a mente alheia. Mais um bom momento é o do rapaz que tem pavor da morte. Interpretado por Bebel Ribeiro, o sujeito provoca risos na plateia ao revelar a sua paranoia. O cenário simples funciona. Formado por caixas plásticas amarelas e objetos como vasos, vassouras e panelas, ele se modifica ao ser montado e desmontado no palco. Junto dessa movimentação, o entra e sai constante de personagens transforma a peça numa espécie de coreografia muito bem ensaiada. Priscila Harder completa o elenco. Estreou em 07/07/2012. Até 03/03/2013.
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  • Em um hospital psiquiátrico, três homens começam a dar vida aos utensílios da cozinha para passar o tempo. A direção precisa e o roteiro delicado de Henrique Sitchin encantam a plateia. O elenco talentoso, formado por Rafael Senatore, Gabriel Sitchin, filho de Henrique, e Hugo Reis, reforça o poder da imaginação, e a plateia rapidamente embarca na viagem. Estreou em 1°/7/2012. Dias 21 e 22/3/2015.
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  • Resenha por Miguel Barbieri Jr.: A animação sul-coreana encanta pelas paisagens exóticas e por uma turma de personagens atraentes. Vítima de bullying devido à sua cor, Johnny, um coala albino, acaba expulso de seu habitat e não demora a fazer amizade com um espertinho diabo-da-tasmânia e um macaco mudo. Durante uma viagem, os três se perdem de uma trupe circense e vão parar no vasto deserto australiano. Estreou em 17/08/2012.
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  • Animação

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    11 avaliações
    Produtora de extraordinárias animações, como a série Toy Story, Monstros S.A., Procurando Nemo e Up, a Pixar inova ao ter, pela primeira vez, uma princesa rebelde como protagonista. Contudo, esta é uma das únicas novidades de um desenho animado correto, gracioso, divertido e emocionante ao desfecho. A técnica impecável permanece. Mas o espírito anárquico e revolucionário da Pixar parece estar se igualando aos comportadinhos e recentes trabalhos da Disney, na linha de “A Princesa e o Sapo” e “Enrolados”. Na trama, a princesa Merida cresceu com gana de ser arqueira, para desgosto de sua mãe. Seus pais, então, decidem arranjar logo um pretendente para que a filha tome o rumo do casamento e siga a tradição. Merida não aceita tal imposição e, na floresta, encontra uma bruxa capaz de dar uma mexidinha em seu destino. Começa aí uma aventura de erros para agradar não só às meninas. Estreou em 20/7/2012.
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  • Ao mesmo tempo valorizada pelo mercado e pela crítica, a artista carioca exibe um resumo de sua produção em Histórias às Margens. São 41 trabalhos, provenientes de coleções brasileiras e estrangeiras, inclusive a Tate Modern. De inflexão oriental, as obras do início da carreira — de 1991 em diante — revelam um talento em maturação. Na metade da década de 90, contudo, Adriana consegue sintetizar com brilhantismo referências diversas para alcançar um resultado único. Cabem nesse caldeirão influências do barroco mineiro, da azulejaria portuguesa e da violência da carne viva, feita com poliuretano. Em alguns momentos, as dramáticas e intensas pinturas abandonam a superfície plana e transformam-se em instalações ou relevos. Algo notável em Extirpação do Mal por Incisura, em Língua em Padrão Sinuoso e na obra-prima Reflexo de Sonhos no Sonho de Outro Espelho (Estudo sobre o Tiradentes de Pedro Américo), feita para a chamada Bienal da Antropofagia, de 1998. Das mais recentes, observe o óleo O Sedutor, um geométrico estudo sobre o vazio. De 04/09/2012 a 16/12/2012.
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  • Depois de fazer uma mostra muito política em 2010, a Bienal de São Paulo chega à trigésima edição mais intimista. Sob o (vago, diga-se) tema “A iminência das poéticas”, o curador venezuelano Luis Pérez-Oramas reuniu cerca de 2.900 obras de 111 artistas. De montagem bem mais organizada e, felizmente, com menos vídeos do que a edição anterior, a exposição acerta ao voltar a dar alguma ênfase à pintura. Os tons claros das abstrações de John Zurier, o talento figurativo de Eduardo Berliner e os jogos cromáticos de Lucia Laguna e Juan Iribarren (acertadamente colocados em salas vizinhas) são dignos de nota nesse gênero. Também não faltam bons fotógrafos: August Sander, Saul Fletcher, Sofi a Borges e Alberto Bitar entre eles. Indispensáveis ainda são as instalações do esquizofrênico e genial Arthur Bispo do Rosário, os exercícios construtivos de Waldemar Cordeiro e as delicadas esculturas de arame da venezuelana Gego. Há excessos (os próprios vídeos, de modo geral), algo típico para um evento desse porte, mas os pontos positivos compensam os problemas. De 07/09/2012 a 09/12/2012.
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  • Muito menos exibidas no Masp do que o acervo de pinturas, as cinquenta peças reunidas revivem grandes momentos da arte escultórica. Destaque para a excelente montagem no subsolo do museu, dividida em núcleos temáticos pertinentes e variados, a exemplo de “nus”, “dança”, “animais” e “casais”. Há desde o elogio clássico da beleza promovido pelos franceses Renoir, Rodin e Degas (inclusive o maravilhoso bronze Bailarina de 14 Anos) até as formas modernas e grotescas criadas por Francisco Stockinger e pelo americano Jim Dine, pouco conhecido e exibido no Brasil. Por fim, a abstração ganha espaço por meio dos trabalhos de Emanoel Araújo, León Ferrari, Arcangelo Ianelli e Alexander Calder (presente com um de seus inimitáveis móbiles). Até 31/10/2012.
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  • Formado pelo violista Peter Pas, pelo violoncelista Ilia Laporev e pelos violinistas Emmanuele Baldini e Davi Graton, o Quarteto da Osesp apresenta Quarteto nº 12 em Dó Menor, D 703 – Quartettsatz, de Franz Schubert, originalmente criado como primeiro movimento de um quarteto de cordas e não chegou a ser terminado pelo compositor. O grupo segue com Quarteto nº 2 em Sol Maior, Op.18 nº 2, de Beethoven, e encerra com o Quarteto nº 1 em Lá Menor, de Béla Bartók. Dia 17/04/2016.
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  • Resenha por Adriano Conter: De Harold Pinter (1930-2008). O tema do filho pródigo norteia o drama. Desta vez, porém, o retorno para casa não é comemorado pela família, composta só de homens. Teddy (o ator Gustavo Damasceno) é um acadêmico inglês que foi lecionar nos Estados Unidos. De férias em Londres, ele leva a mulher (papel de Arieta Correa) para apresentar ao pai (Tonico Pereira) e aos irmãos (Bruce Gomlevsky e Milhem Cortaz). Apesar de inconstante, o elenco faz um bom trabalho ao transmitir o devido peso e teor crítico contidos no texto clássico de Pinter. Estreou em 10/08/2012. Até 09/09/2012.
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  • Resenha por Adriano Conter: De José Antônio de Souza. Os atores Dani Mustafci e Fábio Ock protagonizam uma história de amor, fantasia e repressão ambientada nos anos 50. Virgínia é uma mulher católica e frustrada. Sua rotina altera-se quando aparece um misterioso homem. Ele se apresenta como o escrivão que registrou seu casamento, desde então apaixonado por ela. O diretor Roberto Lage leva ao palco um texto estimulante para o espectador, calcado em perfis clássicos e inevitavelmente sedutores. Estreou em 06/08/2011. Até 30/09/2012.
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  • Comédia

    Grávido
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    3 avaliações
    Os protagonistas Marcelo Laham e Fábio Herford escreveram a comédia em parceria com Gustavo Kurlat na busca uma visão incomum para um assunto pertinente: a perspectiva masculina em torno da gravidez e da paternidade. Em treze esquetes, a montagem brinca entre o trágico e o cômico ao enfileirar cenas rápidas que enfocam as alegrias, as angústias e a falta de preparo dos homens para cuidar de um bebê. Estreou em 20/4/2012. Até 23/6/2013.
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  • De Martin McDonagh. Um escritor (papel de Flávio Tolezani) é interrogado por causa do conteúdo de seus contos. Muitas das histórias guardam semelhanças com uma série de homicídios infantis que vêm assolando a cidade. Dirigido por Bruno Guida e Dagoberto Feliz, o espetáculo transita entre o suspense, o terror e a fábula. Sua estética grotesca leva a associações a filmes, desenhos animados e programas de televisão. Mesmo diante da dramaturgia instigante, a âncora da encenação é a caracterização do elenco, tão surpreendente e de uma unidade quase inabalável. Com Daniel Infantini, Bruno Autran, Bruno Guida e Wandré Gouveia. Estreou em 8/6/2012. Até 3/7/2013.
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  • Resenha por Miguel Barbieri Jr.: Eis uma rara união de humor e drama em que ambos os gêneros são bem explorados. Além de um assunto bacana narrado às claras, a dupla de protagonista encara os personagens com desenvoltura e gosto. Não à toa, eles são interpretados pelos magníficos atores Meryl Streep e Tommy Lee Jones, que vivem um casamento falido na pele de Kay e Arnold. Embora morem sob o mesmo teto, eles não dormem juntos e não fazem sexo há, pelo menos, quatro anos. Dona de casa, Kay nota que a relação esfriou e paga 4 000 dólares para fazer terapia de casal durante uma semana com o renomado Dr. Feld (Steve Carell). Ela convence Arnold a atravessar o país para chegar à pequena Hope Springs. Lá, o psicanalista é objetivo para saber da intimidade deles. O roteiro usa a graça para tocar em tema adulto — as relações sexuais na meia-idade — sem que a seriedade saia de cena. Vinda da TV, Vanessa Taylor acerta no tom do roteiro levado ao cinema pelo diretor de “O Diabo Veste Prada”. Estreou em 17/08/2012.
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  • A produção do cinema espanhol da década de 1950 e os filmes do Luis Garcia Berlanga ganham mostra no MIS. De 04/09 a 09/09/2012.
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  • Em homenagem ao cineasta francês, Alain Resnais , a mostra reúne dez de seus mais importantes longas-metragens, além de cinco dos curtas-metragens que dirigiu no início de sua carreira e de um documentário sobre sua vida e obra, produzido para a televisão francesa em 1980. De 3 a 14/06/2013. Confira a programação:   Segunda, 10 de junho 16h – Muriel (1963); 19h - O Canto do Estireno (1958); Uma Abordagem de Alain Resnais, Um Revolucionário iscreto (1980).   Terça, 11 de junho 14h - Guernica (1951); As Estátuas Também Morrem (1953); Noite e Neblina (1955); Toda a Memória do Mundo (1956); 16h - Vocês Ainda Não Viram Nada! (2012); 19h - O Ano Passado em Marienbad (1961).   Quarta, 12 de junho 16h - Hiroshima Meu Amor (1959); 19h - Amores Parisienses (1997).   Quinta, 13 de junho 14h - Eu Te Amo, Eu Te Amo (1968); 16h - Medos Privados Em Lugares Públicos (2006); 19h - Ervas Daninhas (2009).   Sexta, 14 de junho 16h - Stavisky ou o Império de Alexandre (1974); 19h - Vocês Ainda Não Viram Nada! (2012).
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  • Resenha por Carolina Giovanelli: Ao lado da filha Andréia Nuhr, a coreógrafa Janice Vieira — que fundou o grupo sorocabano Pró-posição em 1973 — estreia Vis-à-Vis. A montagem confronta as ideologias e vivências de duas épocas, o período do regime militar, nos anos 70, e a febre do pop, na década de 80. Também aborda a relação entre mãe e filha e os ensinamentos passados entre gerações. Na trilha sonora, pop, baião e blues se misturam. Janice toca algumas das canções em um acordeão. Até 09/09/2012.
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  • O festival preparou uma robusta e diversificada seleção de artistas em sua quarta edição. Nesta semana, o pianista americano radicado na França Laurent de Wilde toca ao lado de Donald Kontomanou (bateria) e Bruno Rousselet (contrabaixo) na quinta (27/8), às 21h. No mesmo dia, o trio israelense de improviso LayerZ ocupa a Choperia com o repertório de Memory Towers (2013). Com músicos da Áustria e da Inglaterra, o quarteto Barcode Quartet se apresenta na sexta (28/8), dia da programação em que também aparecem os brasileiros da Orquestra Atlântica, que unem MPB e jazz. O sábado (29/8) e o domingo (30/8) são os dias das parcerias. Nas ocasiões a cantora Tânia Maria divide o palco com o percussionista Armando Marçal, e a americana Marlena Shaw é amparada pelos instrumentistas do Bixiga 70. O Jazz na Kombi se exibe gratuitamente no Deck, às 17h, com o QN Quarteto no domingo (30/8/2015).
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  • Mostra comemorativa dos 20 anos de existência do Espaço Itaú de Cinema (antigo Espaço Unibanco) com 23 filmes que marcaram a chamada "retomada do cinema nacional", nos anos 1990.
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  • De Rafael Gomes. Dividido em dez cenas, o drama mostra o universo de três personagens em torno dos 20 anos, mas é capaz de comover espectadores de faixa etária mais ampla. Sensível e sem pieguice, três atores — Marisol Ribeiro, Fábio Lucindo e Victor Mendes — discorrem, em monólogos, sobre paixão, desejo, separação, perda e impasses típicos da juventude, que atualmente parecem comuns ao cotidiano de muita gente de 30 ou 40. Estreou em 07/10/2010. Até 11/04/2013.
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  • A D-Edge é referência para os fãs da música eletrônica. Em 2010, passou por uma expansão que dobrou sua capacidade e disponibilizou outros dois andares. O agradável terraço funciona como fumódromo. Seu maior atributo continua sendo a pista decorada com 200 retângulos de luz, tanto nas paredes quanto no teto e no chão. Na SuperAfter, os baladeiros de fôlego que ainda não se dão por satisfeitos com a noitada de sábado podem recorrer a esse after hours com os DJs Damian Schawartz, Leo Janeiro e Bruce Leroys. A festa eletrônica costuma ferver até meio-dia. Dia 22/9/2013.
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  • A segunda edição da Expo Cachaça Dose-Dupla em São Paulo acontece entre terça-feira (4) e domingo (9) no Mercado Municipal. Cerca de cinquenta expositores estarão no local. De 4/9 a 19/9/2012.
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  • Enquanto uns devem rolar de rir com o humor afiado e propositalmente misógino, outros podem achar a comédia francesa grosseira. Trata-se de um projeto pessoal de Jean Dujardin, vencedor do Oscar 2012 de melhor ator por O Artista. Além dele, seis diretores e quatro roteiristas se dividiram na criação de nove histórias curtas. Embora longas-metragens em esquetes normalmente se mostrem irregulares, o saldo aqui se revela satisfatório — os capítulos nos quais a graça se impõe são superiores às tramas dramáticas. De tom explicitamente machista, o prólogo dá uma ideia do conjunto. Mesmo casados, os amigos Fred (Dujardin) e Greg (Gilles Lellouche), ambos na idade do lobo, aproveitam a balada e transam com mulheres de apenas uma noite. Os mesmos personagens voltam no derradeiro episódio: eles largam as esposas por uns dias e vão atrás das americanas em Las Vegas. Polêmica, a conclusão pode deixar estarrecido o espectador mais conservador. Dois outros curtas também se destacam, mas o trunfo do filme está no livre-arbítrio e na ousadia de Dujardin e seus camaradas de expor às claras seus pensamentos sobre a traição conjugal. Estreou em 07/09/2012.
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  • Remanescente do movimento manguebeat, o cantor, compositor e instrumentista pernambucano começou tocando guitarra e rabeca na banda Mestre Ambrósio, conjunto do qual fez parte entre 1996 e 2001. Agora, o músico apresenta o disco De Baile Solto, no qual passeia por ritmos como maracatu, ciranda e temas africanos. Sempre com muito bom humor, Siba se apresenta ao lado de Leandro Gervázio (tuba) e Mestre Nico (percussão e voz). Dias 29 e 30/6/2016.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO