2012 - Indicado
Categoria Bares carta de coquetéis
Sem ligação com a rua, é um autêntico speakeasy — como eram chamados os bares clandestinos da época da Lei Seca americana. Para descobrir o ambiente de atmosfera cool, animado por faixas de rock, soul e jazz, é preciso atravessar o salão do Astor e descer três lances de escada. Acomode-se no balcão de doze lugares ou nas poltronas de couro e delicie-se com a carta de coquetéis, uma das melhores da cidade. Renovada em agosto de 2012, ganhou 23 novas receitas. Num dos destaques, o beet by bit vem numa taça de vinho enrolada em papel-manteiga. Refrescante, combina o aperitivo italiano Aperol com um inusitado xarope natural de beterraba mais sucos de limão-siciliano e grapefruit e espumante. Quem aprecia bebidas com um toque apimentado não pode perder o sub bramble. Preparado numa taça retrô, leva gim inglês, xarope de gengibre, licor francês de amora e suco de limão-siciliano. O que confere a ardência são gotas de bitter da forte pimenta habanero. Mais sossegada no início da semana, quando predominam os casais, a casa costuma pegar fogo de quinta a sábado, dias em que suas misturas etílicas turbinam a paquera.
Por Veja SP
2012 - Indicado
Categoria Bares para ir a dois
Sem ligação com a rua, é um autêntico speakeasy — como eram chamados os bares clandestinos da época da Lei Seca americana. Para descobrir o ambiente de atmosfera cool, animado por faixas de rock, soul e jazz, é preciso atravessar o salão do Astor e descer três lances de escada. Acomode-se no balcão de doze lugares ou nas poltronas de couro e delicie-se com a carta de coquetéis, uma das melhores da cidade. Renovada em agosto de 2012, ganhou 23 novas receitas. Num dos destaques, o beet by bit vem numa taça de vinho enrolada em papel-manteiga. Refrescante, combina o aperitivo italiano Aperol com um inusitado xarope natural de beterraba mais sucos de limão-siciliano e grapefruit e espumante. Quem aprecia bebidas com um toque apimentado não pode perder o sub bramble. Preparado numa taça retrô, leva gim inglês, xarope de gengibre, licor francês de amora e suco de limão-siciliano. O que confere a ardência são gotas de bitter da forte pimenta habanero. Mais sossegada no início da semana, quando predominam os casais, a casa costuma pegar fogo de quinta a sábado, dias em que suas misturas etílicas turbinam a paquera.
Por Veja SP
2012 - Indicado
Categoria Bares paquera
Sem ligação com a rua, é um autêntico speakeasy — como eram chamados os bares clandestinos da época da Lei Seca americana. Para descobrir o ambiente de atmosfera cool, animado por faixas de rock, soul e jazz, é preciso atravessar o salão do Astor e descer três lances de escada. Acomode-se no balcão de doze lugares ou nas poltronas de couro e delicie-se com a carta de coquetéis, uma das melhores da cidade. Renovada em agosto de 2012, ganhou 23 novas receitas. Num dos destaques, o beet by bit vem numa taça de vinho enrolada em papel-manteiga. Refrescante, combina o aperitivo italiano Aperol com um inusitado xarope natural de beterraba mais sucos de limão-siciliano e grapefruit e espumante. Quem aprecia bebidas com um toque apimentado não pode perder o sub bramble. Preparado numa taça retrô, leva gim inglês, xarope de gengibre, licor francês de amora e suco de limão-siciliano. O que confere a ardência são gotas de bitter da forte pimenta habanero. Mais sossegada no início da semana, quando predominam os casais, a casa costuma pegar fogo de quinta a sábado, dias em que suas misturas etílicas turbinam a paquera.
Por Veja SP
2011 - Indicado
Categoria Bares paquera
Templo da coquetelaria na cidade, a casa é inspirada nos speakeasies, os bares clandestinos da época da Lei Seca americana. Nem ligação com a rua tem. Para chegar ao ambiente de estilo cool, é necessário atravessar o salão do Astor e descer três lances de escada. O balcão com doze lugares costuma ser um dos melhores pontos para paquera. Muito rock, blues e jazz, em volume na medida para deixar o clima animado, saem das caixas de som. Rolling Stones, White Stripes, Herbie Hancock e Tim Maia costumam figurar na seleção. Lançada neste mês, a nova carta de bebidas reúne 45 coquetéis, classificados por época de origem. Uma das novidades é o cupid’s potion, mistura de licor francês de ervas Chartreuse, folhas de hortelã, bitter de ruibarbo (um vegetal) e espumante.
Por Veja SP
2011 - Indicado
Categoria Bares carta de coquetéis
Templo da coquetelaria na cidade, a casa é inspirada nos speakeasies, os bares clandestinos da época da Lei Seca americana. Nem ligação com a rua tem. Para chegar ao ambiente de estilo cool, é necessário atravessar o salão do Astor e descer três lances de escada. O balcão com doze lugares costuma ser um dos melhores pontos para paquera. Muito rock, blues e jazz, em volume na medida para deixar o clima animado, saem das caixas de som. Rolling Stones, White Stripes, Herbie Hancock e Tim Maia costumam figurar na seleção. Lançada neste mês, a nova carta de bebidas reúne 45 coquetéis, classificados por época de origem. Uma das novidades é o cupid’s potion, mistura de licor francês de ervas Chartreuse, folhas de hortelã, bitter de ruibarbo (um vegetal) e espumante.
Por Veja SP
2010 - Vencedor
Categoria Bares carta de coquetéis
Logo na entrada do SubAstor, localizado no subsolo do Astor, na Vila Madalena, há uma placa na qual se lê, em inglês: “Regra número 1: o barman está sempre certo; regra número 2: se o barman estiver errado, olhe a regra número 1”. A brincadeira dá uma ideia da importância desse profissional para a casa, eleita na estreante categoria de melhor carta de coquetéis. Aliás, é difícil ver alguém lá dentro sem um drinque na mão. São preparados, em média, 300 por noite. O tentador cardápio, recentemente renovado, traz 48 combinações etílicas executadas pelo barman Pereira e seus ajudantes. Nele, encontram-se oito versões de dry martini (uma delas com azeitona preta), coquetéis históricos, uma seleção de martínis moderninhos e a curiosa caipi-mate, feita a partir da infusão de erva-mate em cachaça mais limão-taiti e maracujá. Outras novidades são o equilibrado watercress martini (gim, saquê, suco de limões e folhas de agrião) e o breakfast martini (geleia de laranja mesclada com gim, licor de laranja e suco de limão-siciliano), este criado em Londres pelo italiano Salvatore Calabrese, um dos papas da nova geração de bartenders. Depois de provar essas delícias alcoólicas, o pessoal cai na paquera no salão de atmosfera cool, todo ambientado em preto e vermelho, animado por faixas com pegada de rock e soul.
Por Veja SP
2009 - Vencedor
Categoria Bares
O sujeito está tomando um chope no Astor quando vê uma turma de garotas bem-arrumadas atravessar o salão, descer as escadas rumo ao banheiro e "desaparecer". Imagina, claro, que já bebeu demais. Mal sabe ele que o subsolo da casa foi transformado num dos endereços mais comentados do momento. Desde junho, abriga o SubAstor, eleito pelo júri o bar revelação da temporada. Propositadamente escondido, é inspirado nos speakeasies, os bares clandestinos da época da Lei Seca americana. Na fachada do Astor, a única referência ao lugar fica por conta de uma seta apontando para baixo. Um mix de predicados lhe dá colorido especial. Entre eles, a ambientação de atmosfera cool -- com cortinas de veludo, poltronas de couro e iluminação amena -- e a descolada trilha sonora, que perfila de Rolling Stones e Talking Heads a Joss Stone e Nina Simone. Além disso, dispõe de uma das melhores cartas de coquetéis da cidade, com 43 receitas. Clássicos internacionais, martínis moderninhos e invencionices como o sub (suco de tomate temperado e servido com bolinhas gelatinosas, chamadas de caviares, de gim e vodca) ajudam a elevar a eletricidade. Duas pedidas certeiras: o vigoroso martinez, mix de gim, vermute tinto, licor de cereja e bitter de laranja, e a suave infusão de folhas do chá Earl Grey em gim, suco de limão-siciliano e xarope de açúcar. Barman do ano, Pereira e seus ajudantes comandam o belo balcão de dez lugares. De quarta a sábado, a espera para entrar é praticamente certa. Mas o SubAstor fecha tarde -- nunca antes das 3 da manhã.
Por Veja SP