2012 - Vencedor
Categoria Bares cozinha
Enquanto a maioria dos bares faz das bebidas seu principal chamariz, o Bar da Dona Onça segue por outro caminho. Desde a inauguração, em 2008, a casa instalada aos pés do Edifício Copan, no centro, brilha pela cozinha — eleita pela terceira vez a melhor da cidade. Quem comanda as ações ali é a espevitada Janaína Rueda, mulher do chef Jefferson Rueda (do novo Attimo, na Vila Nova Conceição). Com preços que não são exatamente de boteco, entre as dezenove sugestões para petiscar aparecem os mexilhões cozidos na cerveja e algumas frituras perfeitas, como a delicada couve-flor à milanesa e a sardinha croc croc, empanada com farinha de pão italiano. Somente às terças, no almoço, entra no menu o imperdível nhoque de beterraba, coberto por fonduta de queijo grana padano, raspas de laranja e miniagrião. Outra marca registrada do lugar são as receitas de pendor caipira. O arroz mexidinho, misturado com feijão, carne moída, couve e farinha de mandioca, vem coroado por um ovo frito de gema mole. Para acompanhar, peça uma dose da Cachaça da Lage, de São José do Rio Pardo (SP), ou a boa caipirosca onça pintada, de tangerina e maracujá em copo alto. Arremate a visita com os minichurros de doce de leite.
Por Veja SP
2011 - Indicado
Categoria Bares
No jargão futebolístico, poderia dizer-se que o Bar da Dona Onça ganhou um reforço para a temporada. Em fevereiro, juntou-se ao time um craque das panelas, Jefferson Rueda (ex-Pomodori), marido da também proprietária Janaína Rueda. O casal de chefs aprimorou o já tentador cardápio da casa, que conquista pela segunda vez o prêmio de melhor cozinha. Há agora, por exemplo, uma seção de massas artesanais, produzidas lá mesmo com a sêmola de trigo italiana durum. Entre elas, o garganelli à bolonhesa, espécie de penne feito a mão. O menu lista ainda o arroz de galinhada caipira com quiabo, úmido e de paladar marcante. Dos petiscos, não perca o croc milanesa, um bife empanado bem crocante cortado para aperitivo. Outra boa-nova é o codeguim, embutido caseiro de carne e pele de porco servido numa panelinha sobre um vigoroso molho de lentilha de Puy — quem pede ganha uma dose da Cachaça da Lage, de São José do Rio Pardo (SP), cidade natal de Jefferson. Além de cervejas como a Colorado Indica, a oferta etílica inclui 150 rótulos de vinho. Para fechar a refeição, caem bem os minichurros com doce de leite.
Por Veja SP
2011 - Vencedor
Categoria Bares cozinha
No jargão futebolístico, poderia dizer-se que o Bar da Dona Onça ganhou um reforço para a temporada. Em fevereiro, juntou-se ao time um craque das panelas, Jefferson Rueda (ex-Pomodori), marido da também proprietária Janaína Rueda. O casal de chefs aprimorou o já tentador cardápio da casa, que conquista pela segunda vez o prêmio de melhor cozinha. Há agora, por exemplo, uma seção de massas artesanais, produzidas lá mesmo com a sêmola de trigo italiana durum. Entre elas, o garganelli à bolonhesa, espécie de penne feito a mão. O menu lista ainda o arroz de galinhada caipira com quiabo, úmido e de paladar marcante. Dos petiscos, não perca o croc milanesa, um bife empanado bem crocante cortado para aperitivo. Outra boa-nova é o codeguim, embutido caseiro de carne e pele de porco servido numa panelinha sobre um vigoroso molho de lentilha de Puy — quem pede ganha uma dose da Cachaça da Lage, de São José do Rio Pardo (SP), cidade natal de Jefferson. Além de cervejas como a Colorado Indica, a oferta etílica inclui 150 rótulos de vinho. Para fechar a refeição, caem bem os minichurros com doce de leite.
Por Veja SP
2010 - Indicado
Categoria Bares cozinha
Instalado no térreo do Edifício Copan, conquistou muitos fãs sobretudo pelo desempenho de sua cozinha. No início de abril, incluiu mais dezenove criações no cardápio. Entre as massas, o agnellotti dal plin vem recheado de carne bovina preparada na panela de pressão e valorizado por um delicado molho do próprio cozido. Pode ser provado na versão petisco ou prato. Igualmente saborosa mostra-se a panelinha de frutos do mar. Trata-se de um cassoulet (cozido de feijão-branco) de camarão, lula, vôngole e mexilhão com um discreto toque de curry. No quesito etílico, a casa estreou uma adega climatizada para 800 garrafas.
Por Veja SP
2008 - Vencedor
Categoria Bares
A paulistana Janaína Rueda é casada há cinco anos com um dos melhores chefs da cidade – Jefferson Rueda, proprietário do restaurante italiano Pomodori e do recém-aberto La Tomate, de cardápio francês. Habituou-se, portanto, ao universo da gastronomia. Em abril, ao inaugurar com seus sócios Júlio César de Toledo Piza e Sissi Spitaletti o Bar da Dona Onça, ela não só escolheu um ponto especial – no térreo do edifício Copan, cartão-postal projetado por Oscar Niemeyer, no centro – como deu atenção aos vinhos e à cozinha. As sugestões boladas por Janaína e Jefferson revisitam clássicos de botequim e receitas tradicionais, sempre com um toque de refinamento e criatividade. Cortado para aperitivo, o filé à parmigiana traz o queijo derretido no maçarico e, à parte, um molho de tomate levemente picante. Também para petiscar, o bife à rolê é feito na panela de pressão e apresenta grande maciez. Da cozinha elevada, com vista para o pequeno e charmoso salão, saem ainda um saboroso cuscuz paulista ao molho de camarão, fígado acebolado guarnecido de chips de jiló e bolinho de espinafre assado, e não frito. Entre os pratos individuais, há rabada com polenta e agrião e picadinho guarnecido de ovo e tartar de banana. Nas tardes de sábado, faz sucesso a feijoada. A cumbuca ganha a companhia de caldinho de feijão, torresmo, salada de couve, tartar de banana, abóbora e maxixe cozidos, arroz, laranja e costelinha de porco. Mas chegue cedo, pois são preparadas apenas cinqüenta porções.
Por Veja SP