Daniel Hope explora a influência do Oriente na música erudita

Violinista sul-africano se apresenta na Sala São Paulo nesta terça (9)

Poucos músicos têm a coragem de correr riscos como este violinista sul-africano que hoje vive em Viena. Ainda na infância, ele se mudou para Londres, onde, aos 11 anos, chegou a tocar ao lado do mito das cordas Yehudi Menuhin.

Hope desafia fronteiras também na música: já se dedicou a autores de gêneros muito díspares, como o barroco Antonio Vivaldi, o romântico Johannes Brahms, o modernista Alban Berg e o contemporâneo Philip Glass.

Em sua atual turnê, ele explora a influência do Oriente na música erudita. Para tanto, inclui em seu grupo de apoio dois indianos, Gaurav Mazumdar (cítara) e Shahbaz Hussain (tabla) — o pianista Simon Crawford-Phillips completa a formação.

A mistura inusitada pode ser apreciada em exibição com renda destinada à Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer (Tucca). Variado, o programa traz, entre outros autores, Béla Bartók, Maurice Ravel, Arvo Pärt e Manuel de Falla.

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