A moda dos chapéus em São Paulo através das décadas

Antes com nove lojas dedicadas ao acessório, a Rua do Seminário hoje conta com apenas três do gênero

Na primeira metade do século XX, era difícil circular pela capital sem cruzar com alguém de chapéu. Com o tempo, a mudança na moda fez o artigo sumir das ruas.

Antigo epicentro de comércio da peça, a Rua do Seminário, no centro, chegou a abrigar nove lojas do tipo. Hoje restam três. Uma das sobreviventes é a Chapelaria Ópera, que vende cerca de trinta exemplares por dia, por valores a partir de 200 reais. Confira alguns modelos clássicos.

(Leo Martins)

Cartola (século XIX)
Com copa alta e abas para cima, era um item essencial em um traje de gala e seu nome faz referência a um pequeno barril.

(Leo Martins/Veja SP)

Pork Pie (anos 20)
De copa baixa e aba para cima, foi utilizado na época da Grande Depressão e popularizado por cantores de jazz.

(Leo Martins/Veja SP)

Palheta (anos 30)
Feito de palha e de aba reta e estruturada, tornou-se um símbolo do Rio de Janeiro e ficou associado ao Zé Carioca, da Disney

(Leo Martins/Veja SP)

Fedora (anos 40)
De lã, com aba curvada na lateral, foi muito usado por atores de Hollywood e eternizado nos filmes de Indiana Jones.

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