Domingos da Guia é homenageado no Museu do Futebol

No Dia da Consciência Negra, ele é um dos temas das atividades "Jogo da Memória" e "Caça Detalhes"

Uma das estrelas da Copa do Mundo de 1938, disputada na França, quando a seleção brasileira terminou em terceiro lugar, Domingos da Guia foi um zagueiro clássico. Era não só um grande marcador, como também exímio driblador, algo raro tanto na primeira metade do século passado como ainda hoje. Carioca, o “Divino Mestre” defendeu Bangu, Flamengo, Vasco, Boca Juniors, Nacional do Uruguai e teve uma passagem de quatro anos pelo Corinthians. Nesse período, atuou pela seleção paulista no extinto campeonato de seleções estaduais, como mostra a foto ao lado, registro de uma partida disputada contra a equipe do Rio de Janeiro pelo torneio de 1944. Seu filho, Ademir da Guia, é considerado o maior ídolo da história do Palmeiras, onde jogou entre os anos 60 e 70. Morto em 2000, Domingos teria completado 98 anos na última sexta (19). Neste sábado, o jogador será homenageado durante a programação especial criada pelo Museu do Futebol para comemorar o Dia da Consciência Negra: ele é um dos temas das atividades “Jogo da Memória” e “Caça Detalhes”, a partir das 14h, na Sala das Copas do Mundo.

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