Ato reúne 3 000 professores em greve em São Paulo

Categoria decidiu manter paralisação, que já dura quarenta dias

Os professores da rede estadual de São Paulo aprovaram em assembleia nesta sexta (24) a continuidade da greve da categoria, que já dura quarenta dias. Após reunião no vão do Masp, no começo da tarde, os manifestantes seguiram em marcha pelas ruas do centro da capital paulista e chegaram a fechar a Rua da Consolação e a Avenida Ipiranga. Por volta das 18 horas, o ato terminou na Praça da República. 

Na quinta (23), eles tentaram invadir o prédio da secretária estadual de Educação. A Polícia Militar faz um cordão de isolamento em todo o prédio. 

A direção da Apeoesp – principal sindicato da classe – calcula que 50 000 pessoas participaram do protesto. Já a PM informou que o ato contou com 3 000 pessoas.

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O professor de matemática Ailton Alcântara, de 40 anos, disse que lamenta o sucateamento da educação no Estado. “Os salários são baixos, as salas superlotadas. É o legado para as próximas gerações”.

Lúcia de Oliveira, professora de português, disse estar cansada da desvalorização que sofre. “Tenho alunos no ensino médio que ganham mais do que eu”.

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