Postado em 14/10/2012 por Miguel Barbieri Jr.
46 comentários | Comente

Michael Jackson não morreu

Se depender do público que compareceu ontem à primeira (e infelizmente única) exibição de Bad 25, Michael Jackson não morreu.  Aliás, que público!!!. Jamais havia visto gente tão empolgada para ver um filme no CineSesc. Não eram cinéfilos, eram fãs do Rei do Pop. Não eram pessoas com 40, 50 anos. Eram jovens que, provavelmente, não tinham nascido quando Michael lançou Bad em 1987.

O documentário foi a forma de o cineasta Spike Lee homenagear MJ, com quem gravou, no Rio de Janeiro, o videoclipe de They Don’t Care About Us, em 1996. E é uma homenagem tocante. Se o igualmente ótimo This Is It se prendeu ao bastidores daquele que seria o último show de Michael, Bad 25 foca em Bad, o álbum de 1987, que está completando 25 anos. Lee foi atrás de produtores, músicos, empresários… e famosos, como Mariah Carey, Sheryl Crow e Justin Bieber, para relembrar a importância do disco, faixa por faixa.

Há achados sensaci0nais, como MJ fazendo exercícios de voz ou cantando em espanhol I Just Can’t Stop Loving You, além dos bastidores de muitos, muitos videoclipes que saíram do LP - entre eles Smooth Criminal, Liberian Girl e, sobretudo, Bad, dirigido por Martin Scorsese (há cenas deste grande diretor revendo o trabalho, gravado numa estação de metrô do Brooklyn).

A sessão foi uma atração à parte. Com o CineSesc lo-ta-do, parecia que os fãs não estavam vendo um filme – e sim um show do ídolo. Fizeram silêncio absoluto durante as entrevistas, como se quisessem absorver mais e mais informações sobre o astro. Mas quando Michael aparecia, a plateia vinha abaixo entre urros e gritinhos histéricos.

O documentário, que, até onde sei, não tem previsão de lançamento no Brasil, termina com Michael Jackson cantando Man in the Mirror, num show em Wembley, em 1988. A música toca inteirinha e o excelente som da sala preenchia todo ambiente. Não à toa, os espectadores aplaudiam com o entusiasmo e euforia como se Michael estivesse ali, ao vivo.

 

Comentários sobre "Michael Jackson não morreu" | Comente

  1. Jacqueline comentou em 14/10/2012

    Sim!!! lotamos o Cinesesc e lotaremos todos os lugares onde a arte e o legado de Michael forem apresentados, homenageados, o que for… Somos um tipo de fã que todo artista no mundo sonha em ter, mas que somente MICHAEL JACKSON merece… A cada evento nos preparamos para ver Michael Jackson como se fôssemos vê-lo ao vivo e sempre será assim, talvez muitos não entendam mas “IT’S ALL FOR L.O.V.E”.

  2. Mariana comentou em 14/10/2012

    Ai que vc se engana, eu sou fã há 25 anos do MJ, e tem alguns que só conheceram após sua morte, mais a amioria era fã antigo do MJ!!!
    #ficaadica!!!

  3. jader comentou em 14/10/2012

    Obrigado Miguel pelas palavras sobre o ocorrido maravilhoso de ontem, pra quem é fã é uma experiência sempre única, maravilhosa.
    Vivo ele sempre estará.
    a sua critica foi das melhores sobre o Michael, obrigado mesmo.

    Jader

  4. Irleide de Souza comentou em 14/10/2012

    Miguel Barbieri Jr., você respirou a atmosfera do momento e descreveu com perfeição. Eu estava lá, pulsando com os demais corações apaixonados por Michael Jackson. E estamos todos torcendo pra que o excelente documentário venha a ser exibido no circuito aberto, e que seja logo. MJ 4Ever!!!

  5. FRANCISCA comentou em 14/10/2012

    MICHAEL SIEMPRE FUE EL ME GOR DE LOS AL TISTA Y ES UNICO EN EL MUNDO EN TERO LOS A SECMUCHA FALTA Y SERAS POR SIEMPRE EL REY DEL POP COMO TE AMAMOS TANTO QUE TE EXTRAÑAMOS Y ERES NUESTRO GRANIDOLO Y SIEMPRE ESTARAS EN NUEXTOS CORAZONES <3

  6. Maria Amelia comentou em 14/10/2012

    Eu, como fã, sinto-me orgulhosamente r e c o m p e n s a d a! Digo recompensada porque finalmente está se falando de Michael Jackson, o artista, seu trabalho, seus fãs. O maravilhoso seria que fosse ele ao vivo, mas em não sendo é como se fosse um resgate dele para nós, um presente para recompensar sua ausência ainda tão sentida e de todo o tempo em que ele esteve longe de nós, porque Michael não se ausentou em 2009, mas sim desde 2003, quando começou aquela vergonhosa execração pública, para no final ser dito aquilo que todos sabíamos: Inocente! Porém já era tarde demais, as marcas foram demasiadamente profundas e atingiram a alma.
    Às vezes eu sinto como se estivéssemos numa constante vigília, como que a espera de um milagre. Enquanto o milagre não acontece e já que ele não pode estar ao vivo, a maravilhosa tecnologia nos possibilita ver e rever seu trabalho, sua dedicação, ver como ele fazia. E enquanto mergulhamos mais e mais no mundo de Michael Jackson, na sua intimidade profissional, mais e mais ele se torna vivificado em nossos corações de fãs, fieis. Porque sabemos que tudo era feito para nós, seus fãs e que tudo foi revestido de amor imensurável. Isso é possível sentir, basta ouvir as músicas – Man In The Mirror, You Another Part Of Me e que mulher não gostaria de ser a Liberian Girl?
    Ele permanece vivo em nós sim! e o bom disso tudo é que agora não poderão mais acusá-lo, destruí-lo e mata-lo!!! Ah! Que delícia! Ninguém pode mais. Não poderão mais vender mentiras porque isso não vende mais. Se quiserem falar sobre ele terão que dizer a verdade, falar sobre seu trabalho, sobre o artista.
    Mas não precisamos mais disso! Observe que há uma nova geração de fãs surgindo independentemente da mídia.
    Sinto-me com a alma lavada! We Love You More Michael Jackson!

  7. Adriana comentou em 14/10/2012

    Michael Jackson faz MUITA falta; tanto aos fãs, como eu, como para a boa música mundial.

    Mas sei que ele está bem! ^^

  8. RoM@ Robson come