Sete coisas que adoramos fazer na Fnac

Apesar da crise que enfrenta, a empresa afirmou que não há ainda confirmação de que sairá do país, pelo menos por enquanto...

Na noite de terça (28), os fãs da rede francesa Fnac foram dormir com o coração apertado. O motivo? A notícia de que rede de produtos culturais e eletrônicos pretendia encerrar suas operações no Brasil depois de enfrentar dificuldades há alguns anos. 

O grupo, na verdade, “iniciou um processo ativo de busca de parceiro local para continuar e reforçar sua operação no país”, segundo um comunicado. Então, no momento, ainda não há a confirmação de que as lojas realmente vão fechar e, sim, de que a marca estaria tentando encontrar uma alternativa para continuar por aqui. 

Com doze lojas espalhadas pelo Brasil, a empresa emprega cerca de 800 funcionários. O mais recente de seus endereços foi inaugurado em 2014 no Aeroporto de Guarulhos.

Mesmo depois da boa notícia, rolou um clima melancólico de despedida e resolvemos listar sete coisas que amamos fazer nos endereços da marca. Confira:

1. Passar horas de olho em novos dispositivos eletrônicos, como celulares, vídeo games e câmeras fotográficas – quase sempre sem conseguir comprar nada. Na unidade da Paulista, por exemplo, dava para ver uma turma (bem) animada dançando os passos do jogo Just Dance, do Xbox One.

2. Poder comprar ingressos de eventos bacanas, como shows, peças de teatro… O problema é às vezes precisar ficar horas na fila.

3. Aproveitar os eventos que rolam nas unidades, desde pocket shows e palestras até encontro de fãs e leituras de livros. Olha como ficou a porta da unidade da Paulista no lançamento do game World of Warcraft: Mists of Pandaria, em 2012.

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4. Falando nisso, adoramos relembrar um meme que nasceu na porta de uma Fnac. Em 2010, um show da banda Restart que deveria rolar dentro da loja foi cancelado e deixou os fãs inconsolados (chorando e tudo mais). Na época, em um vídeo sobre o ocorrido, uma menina lançou a expressão “é uma p* falta de sacanagem” e outro rapaz  também soltou “vou xingar muito no Twitter”. Tem gente que usa as expressões até hoje.

5. Poder usar as unidades como ponto de encontro. E, se a pessoa atrasar, sem problema! Você tem mais tempo para ficar olhando os produtos.

6. Querer comprar TODAS as revistas internacionais e perder horas folheando uma por uma. Aliás, gastar quase um dia inteiro lendo livros, desejando produtos…

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7. Ao entrar em algum dos endereços, ir direto no bolsão de ofertas no meio dos corredores, com DVDs por 9,90 reais, livros baratinhos e outras opções. Tudo bem que precisa garimpar bastante para achar algo que valha a pena.

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  1. Lojas em pontos bem caros e a fama de ser uma loja onde todo mundo vai passear e ver os produtos e não comprar.

  2. Plinio Vieira Soares Junior

    lamentável, esta reportagem nao pode ter mais cheiro de materia paga. A FNAC é ruim, tanto que sairá do país e não deixará saudades. A VEJA vai para o mesmo caminho. Como diz o pessoal do Porto dos Fundos, virou revista de fofoca…