Clique e Assine a partir de R$ 8,90/mês

Reabertura dependerá de análise e aprovação da prefeitura de SP

"Eu quero destacar mais um a vez que a cidade de São Paulo continua em quarentena", disse o prefeito Bruno Covas (PSDB)

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 28 Maio 2020, 13h47 - Publicado em 28 Maio 2020, 13h36

Bruno Covas (PSDB) disse em coletiva à imprensa realizada nesta quinta-feira (28) que a abertura gradativa de setores da economia na cidade só será permitida após o envio de protocolos e aprovação pela vigilância sanitária da gestão municipal. A capital paulista foi classificada como em fase de controle no plano de reabertura econômica anunciada pelo governo do estado na quarta-feira (27).

+ Assine a Vejinha a partir de 6,90

A cidade de São Paulo permanece em quarentena. A mudança é que, a partir do dia 1º de junho, a prefeitura receberá propostas dos setores autorizados para a retomada do funcionamento. Assim, será permitido reabrir, com restrições, a partir de segunda-feira (1º), atividades imobiliáriasescritóriosconcessionáriascomércio shopping centers da capital paulista.

Reprodução/Youtube/Veja SP

“Eu quero destacar mais um a vez que a cidade de São Paulo continua em quarentena. Nós avançamos para a fase dois, conforme apresentação feita pelo governo do estado, mas a cidade continua com a preocupação de evitar aglomeração, em proporcionar o distanciamento social, com a utilização de máscaras e outras ações de higiene pessoal. Infelizmente ainda não viramos a página, mas pelos índices conquistados a gente já pode falar em uma retomada consciente e gradual aqui na cidade“, disse o prefeito nesta quinta-feira (28).

Para conseguir a autorização, os estabelecimentos que se enquadram na fase terão que apresentar:

Continua após a publicidade

1) Protocolos de saúde, higiene e testagem.
2) Regras de autorregulação para fiscalização dos protocolos.
3) Política de comunicação para proteção de consumidores e funcionários.

Pelo plano apresentado pelo governo de São Paulo na quarta-feira (27), as regiões serão classificadas como alerta máximo (vermelho), controle (laranja), flexibilização (amarelo), abertura parcial (verde) e normal controlado (azul). De acordo com as autoridades, uma região só pode passar a um maior nível de relaxamento após 14 dias. A reavaliação só ocorrerá em período menor caso haja informações relevantes que exijam, excepcionalmente, uma revisão.

Reprodução/Youtube/Veja SP

A classificação de cada região leva em consideração uma série de critérios, entre eles a taxa de ocupação de UTIs e o total de leitos a cada 100 000 habitantes. Os indicadores são avaliados junto aos dados de mortes, novos casos e internações por Covid-19. O governo de São Paulo não explicou, no entanto, qual é o peso de cada indicador na definição das fases por região.

Grande São Paulo foi classificada pelo governo de São Paulo na fase 1, ou seja, na fase de alerta — em que apenas atividades da indústria não essencial e construção civil são permitidas. Assista:

  •  

    Continua após a publicidade
    Publicidade