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Sem espaço, hospitais particulares pedem leitos para a prefeitura de São Paulo

Quinze entidades solicitaram espaços em UTIs e enfermarias nos últimos quatro dias

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 16 mar 2021, 14h40 - Publicado em 16 mar 2021, 14h37

Entidades privadas da capital paulista estão sem leitos para atenderem pacientes e solicitaram para a prefeitura vagas na rede pública. Quinze hospitais particulares solicitaram 30 leitos na capital paulista, por estarem sem espaço e com fila para atenderem pacientes com a Covid-19, de acordo com o secretário municipal da saúde, Edson Aparecido.

As solicitações foram feitas nos últimos quatro dias. “[Os hospitais privados], de convênio, estão com seus equipamentos completamente lotados e esgotados”, disse para a Rádio CBN.

Aparecido afirmou que o movimento é “inédito”: o que ocorreu em outras fases críticas da pandemia era o poder público alugar vagas na rede privada. 

As entidades que solicitaram vagas em UTIs e enfermarias para a prefeitura foram:

  • Albert Sabin
  • Avi Ccena
  • Edmundo Vasconcelos
  • ICAVC
  • Igesp
  • Lefort
  • Maternidade São Miguel
  • Nipo Brasileiro
  • Nossa Senhora de Lourdes
  • Nove de Julho
  • Santa Paula
  • Santa Virgínia
  • São Camilo
  • São Cristovão
  • Vida’s

PANDEMIA

A ocupação de leitos na capital paulista está em 88,59%. A prefeitura anunciou que vai abrir 555 novos leitos de UTI e enfermaria, que serão entregues nas próximas semanas em endereços como o Hospital do M’Boi Mirim, Guarapiranga e Luiz Gonzaga.

Em todo o estado, 4 milhões de doses das vacinas contra a Covid-19 foram aplicadas até esta terça (16). A campanha de vacinação ocorre, no momento, em idosos entre 75 e 76 anos de idade. A partir da próxima semana é a vez dos 72 aos 74 anos e no dia 29, a campanha foca em pessoas entre 70 e 71 anos de idade.

 

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