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Gino Wine Bar

Tipos de Bares: Vinhos

VejaSP:

Endereço: Rua Cônego Eugênio Leite, 1164 - Pinheiros - São Paulo - SP ver no mapa

Horário:

segunda-feira - Fechado

terça-feira 18:00 - 23:00

quarta-feira 18:00 - 23:00

quinta-feira 18:00 - 00:00

sexta-feira 18:00 - 00:00

sábado 16:00 - 22:00

domingo - Fechado

Informações adicionais: Lugares/Capacidade total (34)

Resenha por Saulo Yassuda

Escritos a giz, os nomes dos cerca de trinta vinhos disponíveis no Gino Wine Bar estão registrados em uma lousa, atrás do balcão. Com frequência, alguns rótulos são riscados e outros incluídos pelo proprietário, o romano Gianluca Zucco, responsável pelo garimpo das garrafas. Há 33 anos no Brasil, o fã da bebida deixou a função de executivo no setor de tecnologia da informação para se dedicar a brancos e tintos. Sempre presente, ele auxilia o público a escolher a melhor sugestão com a ajuda da filha, Vittoria, que trabalhou no bar Mica. A seleção prioriza opções vindas de pequenos produtores, parte delas natural ou biodinâmica, de baixa intervenção. Todas são servidas em taça, com exceção dos espumantes, vendidos apenas em garrafa. Há muitas indicações italianas, caso do tinto Freghino (R$ 33,00), de uva sangiovese com um pouco de malvasia nera e colorino da Agri Segretum, na Úmbria. Outro bom tinto, o sul-africano Saffraan (R$ 26,00), da uva cinsault, agrada pelo frescor — tem 11% de teor alcoólico. Um branco? Da região francesa do Loire, o Domaine de la Garrelière Cendrillon é um varietal de sauvignon blanc (R$ 33,00). Com chão de cimento queimado, o salão apresenta bancada para dez lugares e duas mesinhas de canto, além de sofás e mais mesas nos fundos — o espaço vazio no meio pode causar certo estranhamento. Os petiscos se limitam a pedidas como o queijo Tulha (R$ 26,00) e o salame da Curiango (R$ 25,00), do produtor Rafa Bocaina. Mais completa, a tábua de queijos e charcutaria sai por R$ 45,00. A casa funciona, excepcionalmente, nos domingos 15 e 22.

Informações checadas em dezembro de 2019.

    Escritos a giz, os nomes dos cerca de trinta vinhos disponíveis no Gino Wine Bar estão registrados em uma lousa, atrás do balcão. Com frequência, alguns rótulos são riscados e outros incluídos pelo proprietário, o romano Gianluca Zucco, responsável pelo garimpo das garrafas. Há 33 anos no Brasil, o fã da bebida deixou a função de executivo no setor de tecnologia da informação para se dedicar a brancos e tintos. Sempre presente, ele auxilia o público a escolher a melhor sugestão com a ajuda da filha, Vittoria, que trabalhou no bar Mica. A seleção prioriza opções vindas de pequenos produtores, parte delas natural ou biodinâmica, de baixa intervenção. Todas são servidas em taça, com exceção dos espumantes, vendidos apenas em garrafa. Há muitas indicações italianas, caso do tinto Freghino (R$ 33,00), de uva sangiovese com um pouco de malvasia nera e colorino da Agri Segretum, na Úmbria. Outro bom tinto, o sul-africano Saffraan (R$ 26,00), da uva cinsault, agrada pelo frescor — tem 11% de teor alcoólico. Um branco? Da região francesa do Loire, o Domaine de la Garrelière Cendrillon é um varietal de sauvignon blanc (R$ 33,00). Com chão de cimento queimado, o salão apresenta bancada para dez lugares e duas mesinhas de canto, além de sofás e mais mesas nos fundos — o espaço vazio no meio pode causar certo estranhamento. Os petiscos se limitam a pedidas como o queijo Tulha (R$ 26,00) e o salame da Curiango (R$ 25,00), do produtor Rafa Bocaina. Mais completa, a tábua de queijos e charcutaria sai por R$ 45,00. A casa funciona, excepcionalmente, nos domingos 15 e 22.

    Informações checadas em dezembro de 2019.