Clique e assine por apenas 6,90/mês

Coffee Sweet Coffee

(Desde 2019)

Tipos de Comidinhas: Cafés

VejaSP:

Endereço: Rua Barão de Tefé, 168 - Barra Funda - São Paulo - SP ver no mapa

Telefone: (11) 35962630

Horário:

segunda-feira 12:00 - 18:30

terça-feira 12:00 - 18:30

quarta-feira 12:00 - 18:30

quinta-feira 12:00 - 18:30

sexta-feira 12:00 - 18:30

sábado 12:00 - 18:30

domingo - Fechado

Informações adicionais: Acesso para deficientes, Lugares/Capacidade total (80)

Resenha por Gabrielli Menezes

Instalado em um casarão na Água Branca, o Coffee Sweet Coffee leva café especial à região, em que esses grãos considerados de qualidade ainda estão começando a aparecer. Uma lojinha com utensílios como filtros e moedores dá boas-vindas aos visitantes, que também tomam a bebida ali mesmo. Como as paredes originais da residência não foram abaixo, algumas salas mais escondidas, localizadas no fundo do imóvel, podem ser usadas para reuniões de trabalho. Quem não busca tanta privacidade encontra na bancada compartilhada, próximo ao balcão, e nas mesinhas do corredor externo os lugares mais arejados. Além do expresso (R$ 6,50), que ganha uma versão (R$ 8,50) elaborada com o microlote de catuaí-vermelho cultivado no Sítio Alto da Serra, em Minas Gerais, o menu conta com outras cinco formas de extração. São elas: o filtro japonês Hario V60 (R$ 10,00 para uma pessoa, R$ 16,00 para três e R$ 20,00 para quatro), a prensa francesa (R$ 16,00), o aeropress (R$ 16,00), a Clever (R$ 19,00) e a Kalita (R$ 19,00). Uma sugestão mais rápida para quem quer passar e levar é o café feito na máquina Bunn. O líquido, filtrado em grandes quantidades de uma só vez e conservado em garrafa térmica, é reposto aproximadamente de duas em duas horas para garantir o frescor da bebida, que custa R$ 6,00 (90 mililitros), R$ 12,00 (refil) ou R$ 20,00 no combo matutino que inclui ovos mexidos e torrada de fermentação natural.

Informações checadas em março de 2020.

    Instalado em um casarão na Água Branca, o Coffee Sweet Coffee leva café especial à região, em que esses grãos considerados de qualidade ainda estão começando a aparecer. Uma lojinha com utensílios como filtros e moedores dá boas-vindas aos visitantes, que também tomam a bebida ali mesmo. Como as paredes originais da residência não foram abaixo, algumas salas mais escondidas, localizadas no fundo do imóvel, podem ser usadas para reuniões de trabalho. Quem não busca tanta privacidade encontra na bancada compartilhada, próximo ao balcão, e nas mesinhas do corredor externo os lugares mais arejados. Além do expresso (R$ 6,50), que ganha uma versão (R$ 8,50) elaborada com o microlote de catuaí-vermelho cultivado no Sítio Alto da Serra, em Minas Gerais, o menu conta com outras cinco formas de extração. São elas: o filtro japonês Hario V60 (R$ 10,00 para uma pessoa, R$ 16,00 para três e R$ 20,00 para quatro), a prensa francesa (R$ 16,00), o aeropress (R$ 16,00), a Clever (R$ 19,00) e a Kalita (R$ 19,00). Uma sugestão mais rápida para quem quer passar e levar é o café feito na máquina Bunn. O líquido, filtrado em grandes quantidades de uma só vez e conservado em garrafa térmica, é reposto aproximadamente de duas em duas horas para garantir o frescor da bebida, que custa R$ 6,00 (90 mililitros), R$ 12,00 (refil) ou R$ 20,00 no combo matutino que inclui ovos mexidos e torrada de fermentação natural.

    Informações checadas em março de 2020.