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Meghan Markle revela que sofreu aborto natural em julho

'Eu sabia, enquanto segurava meu primeiro filho, que estava perdendo meu segundo', disse a duquesa de Sussex

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 25 nov 2020, 09h29 - Publicado em 25 nov 2020, 09h26

Meghan Markle, duquesa de Sussex, revelou que sofreu um aborto natural em julho em artigo publicado no jornal The New York Times nesta quarta-feira (25). “Eu sabia, enquanto segurava meu primeiro filho, que estava perdendo meu segundo”, escreveu Meghan em texto que ganha rápida repercussão.

No artigo intitulado “The Losses We Share”, algo como “as perdas que compartilhamos”, Meghan diz que sentiu uma forte contração e caiu no chão após trocar a fralda de Archie.

“[Com meu filho] nos braços, murmurei uma canção de ninar para tentar manter nós dois calmos, o tom alegre da música contrastava friamente com a sensação de que alguma coisa não estava certa.”

Meghan fala em “dor insuportável” e que o aborto espontâneo continua sendo um “tabu, impregnado de vergonha (injustificada), que perpetua um ciclo de luto solitário”.

“Perder um filho nos deixa em constante luto, muitas de nós passamos por isso, mas poucas conseguem falar sobre”, diz ela, que também fala sobre as vítimas da Covid-19 e Breonna Taylor, jovem negra morta em uma ação policial nos Estados Unidos. “Onde antes havia o senso de comunidade, agora vemos somente divisões.”

Meghan e Harry têm juntos Archie Harrison Mountbatten-Windsor, que nasceu em maio de 2019 e é o sétimo na linha sucessória da coroa britânica. Ele não recebeu o título de príncipe por escolha dos pais, que também renunciaram aos títulos.

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