Clique e Assine a partir de R$ 12,90/mês

Estar preparado para o acaso

A cantora e atriz Thalma de Freitas fala sobre sorte, síndrome do impostor e música como ferramenta de cura

Por Helena Galante Atualizado em 27 jan 2020, 01h10 - Publicado em 27 jan 2020, 00h10

“Quando a serendipidade abençoa o buscador/ Num golpe de sorte redentor/ Revelando a providência em todo esplendor/ São milagres da ciência desafiando a razão/ Santa distração e universos paralelos revelar-se-ão.” Na letra da música Sorte!, a cantora e atriz Thalma de Freitas deixa escapar sua grande epifania: a possibilidade de brincar com os imprevistos. No episódio #33 do podcast Jornada da Calma, ela conversa com Helena Galante sobre como atingir esse estado de abertura: “Você tem que estar disponível para dançar com o universo”.

Na lista de indicados ao Grammy 2020, Thalma fala sobre o passado nas novelas na Globo, o episódio de depressão pós-parto e a experiência recente com o espetáculo Pretoperitamar — O Caminho que Vai Dar Aqui. “No palco, você está vulnerável, você se deixa ser visto fazendo algo que é difícil”, conta ela. Sem pudores, aborda ainda como lidou com a sensação de síndrome do impostor. “É preciso passar do estágio do ‘monkey mind’, dos macaquinhos na cabeça”, completa. 

Publicidade