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Bienal terá palestra de Conceição Evaristo; confira programação gratuita

Maior exposição do Hemisfério Sul ocorre no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, no Ibirapuera

Por Ana Mércia Brandão
6 set 2025, 07h00 •
obra de Nádia Taquary exibe silhuetas, duas, de rosto abaixado, em frente a grande árvore de tecido amarelo
Obra de Nádia Taquary: destaque brasileiro (Masao Goto Filho/Veja SP)
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  • A 36ª Bienal de São Paulo abre neste sábado (6), no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, e vai até 11 de janeiro de 2026. O título desta edição, Nem todo viandante anda estradas – Da Humanidade como Prática, é inspirado em um poema de Conceição Evaristo.

    36ª Bienal de São Paulo: pintura de Tanka Fonta na
    36ª Bienal de São Paulo: pintura de Tanka Fonta na “âncora” do evento (Masao Goto Filho/Veja SP)

    A proposta curatorial da edição é repensar a humanidade como verbo. No poema Da calma e do silêncio, Conceição Evaristo diz: “Nem todo viandante/ anda estradas/ há mundos submersos/ que só o silêncio/ da poesia penetra.”

    Durante a abertura da exposição, a autora fará uma fala sobre o tema da exposição e leitura de suas poesias. O evento acontece de 17h30 às 18h30 no palco da Varanda Bienal, na área externa do Pavilhão. A fala será seguida por um show do cantor e compositor baiano Mateus Aleluia, indicado ao Grammy Latino e conhecido pela trajetória musical que se iniciou no trio vocal Os Tincoãs.

    Conceição Evaristo é doutora em Literatura Comparada na Universidade Federal Fluminense. Estreou na literatura em 1990, quando passou a publicar seus contos e poemas na série Cadernos Negros. Foi eleita em 2024 para a cadeira de número 40 da Academia Mineira de Letras.

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    Confira mais da programação da Bienal 2025

    Como parte da 36ª edição, a Bienal também vai promover uma programação pública gratuita de performances em outros locais da cidade, como parte do projeto Afluentes. 

    Um dos afluentes é a Casa do Povo, no Bom Retiro, que foi convidada a ativar o seu histórico teatro – o TAIB – por meio de uma série de performances. Fechado há 20 anos, o teatro volta a ser aberto pontualmente no contexto da Bienal

    A primeira performance ocorre antes mesmo da abertura da exposição, nesta sexta-feira (5), das 20h às 21h, na Casa do Povo. O coreógrafo Marcelo Evelin, de Teresina (PI), apresenta Batucada, performance catártica que envolve o público com mais de 40 performers, conectando o teatro e a rua no encontro do carnaval, do protesto e do ruído. A apresentação é repetida no sábado (6), no mesmo horário. Os ingressos serão distribuídos a partir das 19h de cada dia.

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    No primeiro fim de semana da mostra, o Pavilhão também receberá performances e ativações de nomes como Manauara Clandestina, Myriam Omar Awadi, Noor Abed e Haig Aivazian, Werewere Liking e Alain Padeau. A programação completa está em 36.bienal.org.br/agenda.

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