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Marca produz máscaras faciais adaptadas para barbudos

Os modelos são mais longos e cobrem até o pescoço; empreendedora fez primeira peça para o noivo, mas item fez sucesso e virou negócio

Por Fernanda Campos Almeida - Atualizado em 31 jul 2020, 01h27 - Publicado em 31 jul 2020, 06h00

A encorpada barba do noivo de Lara Luiza Oliveira, 31, foi um problema no início da pandemia. As máscaras convencionais eram pequenas demais para conter os longos fios ruivos do influenciador digital Alessandro Delarissa, 35. Dono da página no YouTube Canal do Barba Ruiva, negava a todo custo abrir mão do que é a sua marca registrada. A empreendedora, com um pequeno ateliê em casa e experiência no mercado da moda, decidiu criar uma proteção facial sob medida, que cobre até o pescoço.

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Alessandro postou a novidade no Instagram e recebeu uma chuva de pedidos de outros barbudos angustiados. Com demanda alta, Lara criou a SoulNord em junho deste ano com a ajuda do irmão, designer e também barbudo, Leandro Oliveira, 38. O nome, “Alma Nórdica”, em português, remete às barbas vikings e também à palavra “norte”, por causa da localização da empresa na Zona Norte de São Paulo. “Foi na brincadeira. Não achei que viraria negócio”, conta Lara. Os modelos básicos custam 27 reais e os estampados, 32 reais. Em um mês e meio, o trio faturou 24 000 reais e está criando bonés e camisetas para consolidar a marca masculina no mercado.

Publicado em VEJA SÃO PAULO de 5 de agosto de 2020, edição nº 2698. 

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