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Do gospel ao pop: 3 perguntas para Priscilla Alcântara

A artista comenta seu ingresso no mundo pop com o novo disco, 'Você Aprendeu a Amar?', sua relação com a religião e o novo público

Por Tomás Novaes
5 ago 2022, 06h00

Priscilla Alcântara fez mais uma virada em sua carreira: guinou para a música pop. E o show do disco que abre a nova fase da cantora e compositora, Você Aprendeu a Amar? (2021), chega a São Paulo na sexta-feira (12).

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Produzido por Lucas Silveira, vocalista da banda Fresno, o trabalho conta com participação de Emicida e Projota e traz destaques como a dançante Você É um Perigo e a balada que batiza o álbum.

Mudança grande como essa na carreira da artista, vencedora da primeira temporada do reality The Masked Singer (2021), da Globo, só aconteceu uma vez. Foi quando ela pulou diretamente da tela do SBT, onde apresentou o infantil Bom Dia & Cia, de 2005 a 2013, para os palcos como artista gospel.

Ainda na televisão, Priscilla tem mais uma novidade. No último mês, passou a apresentar a nova temporada do programa TVZ, no Multishow. 18 anos. Audio. Avenida Francisco Matarazzo, 694, Água Branca, ☎ 3675-1991. → Sex. (12), 22h. R$ 120,00. audiosp.com.br.

Como ocorreu sua transição para o pop?

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Foi parte de um processo muito gradativo. Eu sempre vi a minha arte de um jeito muito livre. Nunca me imaginei fazendo sempre a mesma coisa, ou sempre no mesmo segmento musical. A questão era entender o tempo das coisas. E entendi que precisava encerrar um ciclo e que podia começar algo novo — foi a partir daí que decidi me inserir no pop de uma forma mais intencional, para tentar algo novo, experimentar novos sons e conquistar meu lugar em outro nicho. Sempre foi um desejo, porque eu sempre me vi muito livre.

Seu distanciamento do meio evangélico foi motivado por uma desilusão com uma face mais radical do segmento?

Na verdade, sempre tive um objetivo na minha construção de fé, que é o único objetivo da fé cristã: seguir Jesus. O fanatismo religioso, a hiper-religiosidade, é ruim porque todo excesso faz mal, todo fanatismo faz mal, ele é extremo. O cerne da minha fé não é ser fanática a uma religião, ou a determinados dogmas, mas sim seguir uma pessoa e me esforçar em ser como ela todos os dias da minha vida no meu modo de pensar, no meu modo de agir. Não é que houve algum afastamento, esse sempre foi o meu jeito de viver a minha fé.

Com a mudança de gênero musical, você também ganha um público diferente. Como tem enxergado isso?

De forma prática, eu venho trabalhando as músicas que lancei a partir dessa transição. Então é um show que vai respeitar a linguagem dessa nova fase, é um show novo, mas a artista continua a mesma, os músicos que tocam comigo também. São só músicas novas, mas a nossa essência sempre vai ser a mesma.

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Publicado em VEJA São Paulo de 10 de agosto de 2022, edição nº 2801

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