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Débora Nascimento chora ao falar de amiga que morreu de anorexia

Atriz relembrou a carreira de modelo: "Lembro que me enchi de água, fui comendo devagarzinho, porque estava morrendo de fome", desabafou

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 14 jun 2017, 14h07 - Publicado em 14 jun 2017, 14h07

Débora Nascimento protagonizou o momento mais emocionante da segunda temporada do programa Vai, Fernandinha, apresentado por Fernanda Souza. Na conversa, a atriz relembrou a época em que tentou seguir carreira como modelo: “Eu estava entre as 30 e lembro que teve um jantar. Eles já tinham me falando: ‘Você tem que emagrecer, porque o quadril é 91. Não está rolando’“, comentou.

Eu tinha 15 anos, era jeca. Lembro que me enchi de água, fui comendo devagarzinho, porque estava morrendo de fome. Aí chegou a sobremesa e eu queria uma colherada, apenas. Isso naquela mesa com 30 meninas magras e promissoras. Peguei a colher. Aí veio o moço da agência e tirou da minha mãe: ‘Você não pode, você tem que emagrecer’“, recordou Débora. A entrevista irá ao ar na sexta (16), às 22h30, no Multishow, mas já está disponível no MultishowPlay.

Hoje eu sei o quanto foi escroto. Por isso que eu comecei a desmaiar, ficar sem comer. Minha mãe me salvou quando viu que eu estava definhando. Ela me salvou da anorexia“, revelou a atriz. Débora Nascimento, então, se emocionou ao lembrar que uma amiga faleceu por causa da doença: “Tem menina que engole algodão, que toma detergente. Uma amiga minha faleceu de anorexia. Eu lembro que a encontrei uma vez e falei: ‘Nossa, como você emagreceu!’. O assunto era como você fez para estar tão magra. Ela dizia: ‘Quanto mais magra fui ficando, mais rica e conhecida fui ficando, mais foco eu fui tendo’. É um ciclo viciante. Ela faleceu, foi notícia. É muito difícil“, relembrou.

Fernanda Souza também se emocionou com a história da colega de Rede Globo e desabafou: “Quando é que eles vão parar? Você foi induzida a perder essa noção. Pelo amor de Deus, gente. Por que não pode ter roupas maiores? A gente não é assim“, disse a apresentadora. Na sequência, elas fazem uma reflexão: “Por isso que eu penso também na posição como mulheres que têm essa mídia em cima. Por mais que o caminho seja mais fácil, eu não vou me drogar para ter o corpo perfeito“.

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