‘June e John’ se resume basicamente à vibe de romance dos anos 2010
Longa de Luc Besson narra paixão avassaladora de casal com química inegável, mas sem muitas novidades
Uma opção de passeio para quem quer celebrar o Dia dos Namorados no cinema é assistir June e John, de Luc Besson (O Quinto Elemento, Lucy).
O filme tenta transmitir uma vibe de Bonnie e Clyde (1967) moderno, com inversão de papéis. Aqui, é o homem que dá as caras ao desconhecido e arrisca tudo ao conhecer uma nova paixão.
John (Luke Stanton Eddy) levava uma vida monótona, com uma rotina ordinária, até que ele se esbarra no metrô com June (Matilda Price), uma encantadora e misteriosa mulher.
Interessado por ela, sai em uma jornada de paixão e encontra respostas que não imaginava. Enquanto se apaixona, descobre mais sobre si mesmo e as surpresas da vida.
Uma das intenções evidentes do longa é dar a impressão de que June “traz cor” ao mundo de John — fica até didático demais com elementos como o cabelo rosa da personagem.
Não vai muito além, sem explorar outras camadas do casal nem deixar nada nas entrelinhas. O apelo é a estética parecida com romances de 2010 — é basicamente isso, na verdade.
A dupla de atores tem uma química inegável, obtida graças a um convívio antes das gravações começarem. Para muitos espectadores, não precisa mais do que isso.
NOTA: ★★★☆☆
Publicado em VEJA São Paulo de 13 de junho de 2025, edição nº 2948
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