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Cruella, que estreia nos cinemas e Disney+, humaniza história da vilã

Nova adaptação narra a origem de uma das maiores vilãs da Disney; streaming já disponibiliza o longa no formato Premium Access

Por Barbara Demerov
Atualizado em 28 Maio 2021, 12h37 - Publicado em 28 Maio 2021, 06h00

Após ser reconhecida como uma das maiores vilãs da Disney ao longo das décadas, Cruella de Vil agora possui uma história de origem para chamar de sua. Se a mulher que outrora sequestrava dálmatas para criar casacos de pele não era digna de compaixão, a nova adaptação de seu arco narrativo busca fazer o contrário: humanizá-la. E tal escolha funciona.

Cruella, que já está em cartaz nos cinemas e no Disney+ no formato Premium Access (com custo adicional de R$ 69,90), alcança a proeza de entreter e entregar um senso de novidade. Dirigida por Craig Gillespie e estrelada por Emma Stone, a produção apresenta capricho visual das maiores às mínimas proporções, além de uma originalidade surpreendente — visto que o universo de Cruella já é popular.

A partir da dedicada atuação de Emma (vencedora do Oscar por La La Land) até abordar o pano de fundo da vilã — ou melhor, anti-heroína — e chegar aos detalhes de cada figurino, Cruella apresenta uma personagem repleta de sentimentos e camadas. No filme, que se passa em Londres, nos anos 70, conhecemos a jovem Stella antes dos traços condenáveis de sua persona virem à tona.

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Por isso é justo dizer que os holofotes estão bem divididos. Há equilíbrio entre sua sede de vingança (relacionada à Baronesa, interpretada por Emma Thompson), as criações de designs de moda e as sequências em que planeja roubos com os parceiros Horácio (Paul Walter Hauser) e Jasper (Joel Fry). Divertido, Cruella é uma grata surpresa que não abre espaço para a uniformidade.

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A imagem mostra Emma Thompson com o figurino de Baronesa em cena do filme Cruella
Baronesa: personagem interpretada por Emma Thompson (Laurie Sparham/Divulgação)

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Publicado em VEJA São Paulo de 02 de junho de 2021, edição nº 2740

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