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Protesto na Paulista reuniu 30 000 pessoas, diz PM

O protesto realizada na Avenida Paulista neste domingo (13) reuniu cerca de 30 000 pessoas, de acordo com estimativa da Polícia Militar. O Instituto Datafolha contabilizou 40 300 pessoas. No último ato, em agosto aproximadamente 135 000 pessoas marcaram presença na via, segundo o Datafolha. Os movimentos contra Dilma anunciaram a data do próximo protesto: 13 de março de 2016. A […]

Por VEJA SÃO PAULO Atualizado em 26 fev 2017, 13h52 - Publicado em 13 dez 2015, 12h09
Paulistas já se preparam para ato a favor do impeachment da presidente Dilma na Avenida Paulista  (Foto: Aloisio Mauricio /Fotoarena/Folhapress)

Paulistas já se preparam para ato a favor do impeachment da presidente Dilma na Avenida Paulista (Foto: Aloisio Mauricio /Fotoarena/Folhapress)

O protesto realizada na Avenida Paulista neste domingo (13) reuniu cerca de 30 000 pessoas, de acordo com estimativa da Polícia Militar. O Instituto Datafolha contabilizou 40 300 pessoas. No último ato, em agosto aproximadamente 135 000 pessoas marcaram presença na via, segundo o Datafolha. Os movimentos contra Dilma anunciaram a data do próximo protesto: 13 de março de 2016.

A manifestação em prol do impeachment da presidente começou às 13h, mas alguns participantes já estavam na avenida por volta das 11h.O ato se concentrou em dois pontos da via: em frente ao Masp e ao prédio da Fiesp. Ao menos sete carros de som foram para a via.

Organizado pelos movimentos Vem Pra Rua e Movimento Brasil Livre, o protesto teve a participação de vários políticos, principalmente os do PSDB. O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), defendeu que o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff não representa um golpe, como defendem nomes ligados à presidente. Na visão do político tucano, os brasileiros apenas desejam o impeachment da presidente.

“Estou aqui para dizer que não vai ter golpe, o que vai ter é impeachment. Queremos pôr fim a um governo que não deveria ter começado”, disse o senador. Aloysio Nunes estava acompanhado de outros nomes do PSDB.

Outro tucano, o senador José Serra também compareceu ao evento. Em sua chegada, ele foi cercado e aplaudido pelos presentes. Ele passou cerca de 15 minutos circulando em torno do caminhão de som do grupo Vem Pra Rua e fez, do chão, um breve discurso ao microfone. “Eu acredito que só a mobilização da população brasileira vai tirar o Brasil desta situação. Estejam certos de uma coisa: no Congresso nós lutamos pela mesma coisa”, disse o senador. Em entrevista antes de ir embora, ele afirmou que a participação do PSDB em um eventual governo Michel Temer (PMDB-SP) vai depender de “entendimento com base em programa”.

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Ex-fundador do PT, o advogado Helio Bicudo marcou presença no ato e discursou em favor da saída de Dilma da Presidência. Ele é um dos autores do pedido de impeachment que culminou na abertura de processo contra a petista na Câmara dos Deputados.

+ ‘Esquenta’ para 2016, protestos de hoje prometem pressionar Congresso

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No começo do protesto, os manifestantes dividiram o espaço com paulistanos que usavam a via para lazer – a Paulista é fechada para o trânsito de veículos todos os domingos. Aos poucos, no entanto, foram tomando conta da avenida, vestindo camisas amarelas e gritando palavras de ordem, como “Fora, Dilma” e “Fora, PT”.

O boneco inflável do presidente Lula, apelidado de ‘pixuleco’, é vendido por 10 reais. Já a bandeira do Brasil pode ser comprada por 20 reais.

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Um homem com dreadlocks nos cabelos discutiu com manifestantes pró-impeachment. Ele dizia não pertencer a nenhum partido, mas, sim, defender a democracia. Houve bate-boca acalorado, no entanto sem agressões. “Não votei em Dilma, mas não quero golpe de estado”, disse ele.

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Manifestantes pró-impeachment discutem com homem contra a deposição da presidente

Comumente usadas nos atos pró-impeachment, a camisa da seleção tem sido alterada por alguns manifestantes. Felipe Augusto, administrador, de 29 anos, tampou os logos porque da CBF. “É um entidade corrupta.” Para ele, não importa quem assumirá caso a presidente seja retirada do poder. “Só espero que melhore.”

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Felipe Augusto: símbolo da CBF coberto

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Homem vende bonecos de Lula e Dilma: 10 reais cada um

Em frente ao prédio da Fiesp, onde uma orquestra executou o Hino Nacional, também foi instalado um gigante pato inflável, símbolo da campanha Não Vou Pagar o Pato, organizada da federação contra o aumento de impostos e a volta da CPMF. Na Paulista, também estão sendo recolhidas assinaturas que endossam o documento Dez Medidas Contra a Corrupção, elaborado pelo Ministério Público Federal.

Pato inflável: símbolo de campanha da Fiesp contra aumento de impostos

Pato inflável: símbolo de campanha da Fiesp contra aumento de impostos

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Banda chamada por grupos anti-Dilma toca em frente ao prédio da Fiesp

Kim Kataguiri, um dos líderes do Movimento Brasil Livre (MBL), foi tietado por pessoas que estão na Paulista, sendo requisitado, principalmente, para tirar fotos. (Com Estadão Conteúdo)

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