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20 e Poucos Anos

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Um blog sobre os interesses da geração Z escrito por Camila Pusiol, Gabriela Santos e Guilherme Queiroz.
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Parques de diversão que fizeram a cabeça das crianças no começo do milênio

Selecionamos quatro complexos que despertam memórias boas para muitos paulistanos

Por Guilherme Queiroz
Atualizado em 18 out 2018, 17h28 - Publicado em 18 out 2018, 17h13

Os paulistanos que eram crianças do final dos anos 90 ao começo dos 2000 contavam com parques de diversões propícios a muitas risadas e ralação de joelho. Relembramos quatro desses locais, que faziam a festa dos pirralhos, e davam nervoso nos pais:

  • Hopi Hari
Chapéu Mexicano, antiga atração do endereço (Divulgação/Veja SP)

Inaugurado no final de 1999, o parque prometia revolucionar o campo do entretenimento brasileiro e chegou com o slogan “o país mais feliz do mundo”. Localizado em Vinhedo, a 60 quilômetros da capital, se autodenomina uma nação, com bandeira, hino e língua próprios. Com 760 000 metros quadrados e dezenas de atrações, tinha filas gigantes, principalmente nas atrações famosas, como a Montezum, conhecida como a “montanha-russa de madeira”. O parque teve seus altos e baixo e chegou a fechar as portas em 2017, mas reabriu no mesmo ano e segue até hoje.

  • O Mundo da Xuxa
Mundo da Xuxa
Atração do extinto Mundo da Xuxa (Pablo de Sousa)

O negócio ocupava um espaço no Shopping SP Market, onde encontra-se hoje uma nova versão do Parque da Turma da Mônica. Era lar de diversos personagens da coleção de doze volumes dos DVDs Xuxa Só Para Baixinhos. O local, aberto em 2003 e que fechou as portas em 2015, contava com brinquedos como a montanha-russa Splash e o Radical X, que terminava com uma tirolesa.

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Quem nunca se perdeu no enorme espaço, com 12 000 metros quadrados, e precisou ir até algum segurança para procurar os parentes pelos alto falantes, que sempre anunciavam nomes de crianças? Logo na entrada, o mascote Txutxucão, e, é claro, as Paquitas recebiam os pequenos, e dão saudades.

  • Playcenter 
Playcenter
Boomerang, montanha-russa do Playcenter: o brinquedo chegava a 75 km/h em marcha a ré (Divulgação/Veja SP)

Os passeios de escola para o complexo na Marginal Tietê relembram tempos em que os paulistanos não precisavam viajar 70 quilômetros até o Hopi Hari, em Vinhedo, para curtir um clássico parque de diversões. As Noites do Terror marcaram época, assim como os loopings da montanha-russa Boomerang. Em atividade de 1973 a 2012 embaixo do sol da capital, o complexo ganhou uma versão indoor em janeiro, no Shopping Aricanduva, mas com brinquedos voltados para um público mais infantil. O frio da barriga não é tão presente.

  • Parque da Mônica
Parque da Monida - Shopping Eldorado
Parque da Mônica – Shopping Eldorado (Carol do Valle)

Localizado de 1993 a 2010 no Shopping Eldorado, reabriu em 2015 no Shopping SP Market. A primeira versão, entretanto, deixou muitas saudades. A diversão já começava logo na entrada, com o escorregador de rolinhos, todo colorido.

Atrações como a Casa da Mônica e a Tumba do Penadinho eram extremamente disputadas. Os antigos brinquedões fazem falta. Dentro das geringonças, não havia miséria para as piscina de bolinhas – sempre cabia uma em algum canto.

  • BÔNUS PARA OS MAIS VELHOS: Cidade da Criança
cidade das crianças minhocão
Minhocão, atração que fazia sucesso (Irmo Celso/Veja SP)

Apesar de não ter feito sucesso entre a geração Z, vale a curiosidade do já badalado endereço de São Bernardo do Campo. No auge entre os anos 70 e 80, foi um dos primeiros parques temáticos do país, sendo inaugurado em 1968. Atrações como o Minhocão e o Labirinto de Espelhos marcaram época e o complexo chegou a ser tombado como patrimônio cultural do município. Foi fechado em 2005, mas em 2010 retomou o funcionamento – não com a mesma magia.

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