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Wanderley Piras se multiplica em “Bicho Monjaléu”

Ator enfrenta desafio de manipular 22 bonecos, usar oito máscaras e ainda interpretar dois personagens

Por Clara Nobre de Camargo Atualizado em 1 jun 2017, 18h22 - Publicado em 8 dez 2011, 17h40

Em sua primeira experiência sozinho em cena, o ator e diretor Wanderley Piras, da Cia. da Tribo, saiu-se bem no desafio de manipular 22 bonecos, usar oito máscaras e ainda interpretar dois personagens. Ele está à frente do espetáculo “Bicho Monjaléu”, dirigido por Milene Perez. Conhecida por pesquisar a cultura popular brasileira há quinze anos, a trupe, desta vez, encontrou inspiração em histórias de origem portuguesa recuperadas pelo escritor sergipano Silvio Romero (1851-1914) no livro “Contos Populares do Brasil”, de 1885.

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Contada em rimas, a lenda levada ao palco centra-se em Zé Gamela. Ele descobre que seu velho pai ficou rico à custa do dinheiro recebido com a venda das filhas. Ameaçado de morte, o pobre homem entregou cada uma delas a cavaleiros. Aventureiro, o rapaz sai em busca das irmãs e, ao fim da jornada, conhece a princesa de Castela. Os dois se casam, mas a amada é raptada por um monstro chamado Monjaléu, com o qual o herói deverá lutar. Para isso, conta com a ajuda de personagens como a Moura Torta e São Jorge.

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Moura Torta - Bicho Monjaléu - 2247 - 50
Moura Torta – Bicho Monjaléu – 2247 – 50

Criados pelos artistas Flávio Camargo, José Elias Tico e Dino Soto, os bonecos são feitos de utensílios como colheres de pau e as máscaras, pintadas em bacias de madeira. Baseada em fados e músicas tradicionais de Portugal, a trilha sonora foi concebida por Antonio Araújo e Wanderley Piras.

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