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Tadashi Kadomoto, guru da meditação, se defende de acusação de assédio

Terapeuta informou que está se afastando das suas atividades

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 12 out 2020, 10h45 - Publicado em 12 out 2020, 10h13

Conhecido como guru da meditação e denunciado por estupro de pacientes, o terapeuta Tadashi Kadomoto divulgou um vídeo em sua rede social para negar as acusações e informar que está se afastando das suas atividades.

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Kadomoto se tornou réu depois que uma ex-aluna o denunciou no Ministério Público no fim do ano passado. De acordo com reportagem exibida pelo Fantástico e pela Globonews, a vítima procurou o terapeuta para tratar de distúrbios alimentares. De acordo com a matéria, ela afirma que sofreu vários abusos sexuais durante sete anos em que esteve em tratamento e treinamento como estagiária. A promotoria denunciou Kadomoto depois de ouvir outras testemunhas e coletar provas. Ele responderá na Justiça por cinco estupros.

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Durante a madrugada, o terapeuta divulgou um vídeo em que se defende das acusações. Kadomoto afirma que ficou sabendo das denúncias por meio da reportagem e que não havia sido acionado pela Justiça. Ele ainda informa que está se afastando das suas atividades até que os esclarecimentos sejam feitos. “Ao longo da história já vimos muitas reputações e famílias destruídas por acusações que depois se mostraram injustas. Por isso, estou à disposição das autoridades”, disse na gravação.

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