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Suspeito de matar a mãe fingiu luto e prestou homenagens a ela

Crime aconteceu em dezembro de 2020 em Guarujá, no litoral de São Paulo

Por Redação VEJA São Paulo 6 jun 2021, 11h33

A Polícia Civil de São Paulo diz que Bruno Eustáquio, de 23 anos, estudante de direito, matou a própria mãe, Márcia Lanzane, de 44 anos. O crime aconteceu em dezembro de 2020 em Guarujá, no litoral do estado.

A Justiça decretou a prisão preventiva do jovem, que chegou a usar as redes sociais após o assassinato da mãe para lamentar o ocorrido. “Te amarei para sempre! Obrigado por tudo meu amor. Luto Eterno Rainha”, diz a publicação.

Imagens mostram o rapaz segurando o pescoço da mãe e a agredindo com socos. Os vídeos, feitos por câmeras de segurança, estavam escondidos dentro do forno de um fogão.

Advogado do suspeito, Ricardo Real Soares diz que vai recorrer da decisão, mas afirma que ainda não foi notificado da decisão. Ele também diz que seu cliente não teria tido a intenção de matar a mãe, mas a segurou apenas para imobilizá-la e relata um “pequeno desmaio”. Bruno teria, então, saído de casa e, quando voltou, encontrou a mulher morta.

A SSP diz que a Polícia procura por Bruno. “Após solicitação da autoridade policial, a Justiça decretou a prisão preventiva do autor do crime. A Delegacia de Guarujá realiza diligência visando a sua localização e prisão. O caso foi investigado pela delegacia, que indiciou o filho da vítima por homicídio doloso”, diz em nota.

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