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São Paulo tem recorde de apreensões de maconha durante a pandemia

Houve um aumento de 113% na apreensão da droga entre março a julho deste ano, segunda a Secretaria da Segurança Pública

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 22 set 2020, 14h40 - Publicado em 22 set 2020, 14h39

Durante a pandemia do coronavírus, o estado de São Paulo bateu recorde de apreensões de maconha pela Polícia Militar e Polícia Civil. De acordo com os números da pasta da Secretaria da Segurança Pública (SSP), as duas instituições apreenderam 117,2 toneladas da droga, entre março e julho deste ano. No ano passado, no mesmo período, foram 55,1 toneladas apreendidas, ou seja, houve um aumento de 113%.

A alta se deu por conta do fechamento temporário de aeroportos e portos durante a quarentena, que conteve a droga dentro do estado, fazendo-a circular mais entre as cidades paulistas pelas estradas. A Polícia Militar e a Polícia Civil também fizeram mais fiscalizações para apreender drogas e prender traficantes.

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O número de apreensões de cocaína, no entanto, caiu 36%, passando de 16,9 para 10,8 toneladas, entre 2019 e 2020. Por ser mais cara, a cocaína deixou de ser trazida em larga escala para São Paulo. A droga também é vendida geralmente em locais de grande concentração de pessoas como baladas, que estão fechadas por conta da pandemia.

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