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Prefeitura interditou 451 estabelecimentos desde o início da quarentena

Locais fechados não estavam nas categorias de endereços essenciais determinadas pela gestão

Por Redação VEJA São Paulo - Atualizado em 21 May 2020, 18h22 - Publicado em 21 May 2020, 18h15

A prefeitura de São Paulo interditou desde o início da pandemia 451 estabelecimentos que estavam em operação e são classificados como não essenciais. A quarentena, consequência da pandemia da Covid-19, foi determinada pelo governador João Doria em 24 de março. Os locais que podem continuar operando na cidade são, por exemplo, supermercados, farmácias, pet shops e postos de gasolina.

A Sé lidera entre os bairros que mais tiveram interdições pela prefeitura, com 147 endereços fechados. Em seguida, aparecem Freguesia do Ó e Brasilância, com 39; Mooca, 30; Santo Amaro, 25; Vila Prudente, 23; Guaianases, 20; Cidade Ademar 19; Sapopemba, 15 e Itaquera, com 10.

Em menor número: Casa Verde e Cachoeirinha, com 9; São Miguel Paulista, 9; M´boi Mirim, 8; Perus e Anhanguera, 7; Pirituba e Jaraguá, 6; São Mateus, 5; Jaçanã e Tremembé, 3; Santana e Tucuruvi, 2; Itaim Paulista,2 ;Ermelino Matarazzo, 2; e por último: Cidade Tiradentes, Campo Limpo e Parelheiros, cada um com 1.

Os endereços comerciais que descumprem as medidas são fechados e em reincidência, podem ter os alvarás cassados. “Desde o dia 20 de março, cerca de 2 000 agentes têm trabalhado na conscientização de ambulantes e comerciantes em manterem os estabelecimentos fechados. Os mesmos serão desinterditados após o cumprimento do decreto, caso não tenham sua licença de funcionamento cassada”, diz a prefeitura.

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