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Prefeitura interdita 235 estabelecimentos que descumpriram a quarentena

Entre comércios não essenciais, a Sé é a região da cidade com maior número de locais fechados

Por Redação VEJA São Paulo 1 Maio 2020, 11h32
  • A Prefeitura de São Paulo interditou 235 estabelecimentos por desrespeitarem a quarentena imposta pelo coronavírus que determinou o fechamento de serviços considerados não essenciais. O balanço teve início em 20 de março até 30 de abril, segundo matéria publicada pelo site G1.

    Apesar da quarentena no estado de São Paulo ter entrado em vigor em 24 de março, a prefeitura já tinha publicado um decreto municipal em 20 de março que determinava o fechamento de estabelecimentos não essenciais.

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    De acordo com a prefeitura, o comércio que desrespeita a quarentena é interditado imediatamente. Além disso, o proprietário deve pagar uma multa no valor de R$ 9 231,65 a cada 200 metros quadrados de área construída ocupada pela atividade. O valor total contabilizado com as multas não foi informado.

    Os estabelecimentos que descumprirem a determinação de fechamento são lacrados. E, em caso de reincidência, o local será lacrado novamente e o alvará de funcionamento cassado.

    Segundo a prefeitura, no entanto, “o objetivo não é multar, mas, sim, evitar aglomerações para reduzir o risco de transmissão do coronavírus para proteger a população, conforme as orientações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS)”.

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    A restrição prevista pelo decreto atinge apenas os atendimentos presenciais do comércio. As lojas podem vender produtos por telefone ou pelas vendas on-line, por sites ou aplicativos.

    Em São Paulo, continuam funcionando comércios como supermercados, padarias, farmácias, postos de combustíveis e lojas de conveniência. As regiões com maior número de multas são a Sé (96), Aricanduva (23), Santo Amaro (22), Freguesia do Ó (15) e Guaianases (15).

     

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