Avatar do usuário logado
Usuário
OLÁ, Usuário
Ícone de fechar alerta de notificações
Avatar do usuário logado
Usuário

Usuário

email@usuario.com.br

Polícia prende suspeito por ataques com seringas na cidade

Homem está na carceragem do 77º Distrito Policial e vítimas serão chamadas para fazer seu reconhecimento.

Por Redação
31 jul 2016, 18h07 • Atualizado em 5 set 2025, 18h19
seringa-01
seringa-01 (Veja São Paulo/)
Continua após publicidade
  • No sábado, 30, a polícia deteve um suspeito de atacar jovens com uma seringa na região central e oeste da cidade. Ele se encontra em regime de prisão temporária na carceragem do  77º Distrito Policial e, na próxima semana, vítimas serão chamadas para fazer seu reconhecimento. No último dia 26, a polícia havia divulgado o retrato falado do suspeito, com base no perfil descrito por suas vítimas (homem de aproximadamente 40 anos,moreno, de porte médio e barba e olhos castanhos). 

    Em nota divulgada sobre o caso, a Secretaria de Segurança do Estado de São Paulo informou que o suspeito já havia sido detido na quarta, 27,mas liberado em seguida, pois uma das vítimas não o reconheceu. No sábado, porém, ao ser abordado na rua por policiais, foi pego com uma seringa no bolso e levado novamente à delegacia. Depois de passar pelo 78º DP, responsável pela investigação dos ataques, o homem acabou encaminhado ao  77ºDP. 

    +Os milagres ocorridos nos hospitais paulistanos

    As investigações começaram após o caso ocorrido no dia 22 de junho. Uma das vítimas, uma médica estrangeira, caminhava com uma amiga na altura do cruzamento da Paulista com a Rua Pamplona, por volta das 17h, quando foi picada pelas costas. Ela quem forneceu as informações para o retrato falado. “Os policiais fizeram buscas na região e abordaram alguns suspeitos”, diz. A médica afirma que correu para alcançar a outra mulher e alertou que ela havia sido atingida. “Ela viu que eu também estava ferida, então resolvi ir para o hospital.” Segundo conta, as duas se separaram e não tiveram mais contato. Ela também diz que não falou com nenhuma outra vítima um mês após o caso.

    +Prefeitura investe na revitalização do Largo da Batata

    Continua após a publicidade

    Com risco de infecção, a médica buscou tratamento no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, que atendeu outras ocorrências parecidas desde o primeiro ataque. Ela passou 28 dias à base de comprimidos e apresentou sintomas de icterícia por causa da medicação. Após exames, os testes deram negativo para HIV, sífilis e hepatite B e C. “Foi um evento um tanto traumático. Agora, ando com mais receio na rua, olhando sempre ao redor”, diz.

     

     

    Publicidade

    Essa é uma matéria fechada para assinantes.
    Se você já é assinante clique aqui para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

    Domine o fato. Confie na fonte.
    15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas
    Impressa + Digital no App
    Impressa + Digital
    Impressa + Digital no App

    Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique.

    Assinando Veja você recebe semanalmente Veja SP* e tem acesso ilimitado ao site e às edições digitais nos aplicativos de Veja, Veja SP, Veja Rio, Veja Saúde, Claudia, Superinteressante, Quatro Rodas, Você SA e Você RH.
    *Assinantes da cidade do SP

    A partir de 29,90/mês