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Paraisópolis pede socorro: falta comida e máscara; saiba como ajudar

Gilson Rodrigues, líder comunitário, diz que associação não consegue suprir demanda de pedidos por cestas básicas e faz apelo por doações

Por Artur Alvarez Atualizado em 15 mar 2021, 20h05 - Publicado em 12 mar 2021, 20h16

A favela de Paraisópolis sofre com falta de recursos durante o recrudescimento da pandemia do coronavírus. De acordo com Gilson Rodrigues, Presidente da União de Moradores de Paraisópolis, para atravessar o momento pandêmico a favela conta com auxílio financeiro da organização G10 favelas, mas as doações ao grupo caíram muito. 

Em busca de ajuda aos moradores de Paraisópolis, o líder comunitário pede doações, que podem ser encaminhadas diretamente ao G10 favelas. É possível doar pelo PIX (12.772.787/0001-99) e de diversas outras maneiras através do site da G10 (clique aqui). Toda a quantia doada à organização é revertida para o atendimento às comunidades.

Pandemia e fome

“A gente não quer viver este ‘novo normal’, em que as pessoas passam mais dificuldade”, desabafa Gilson. O longo período da situação pandêmica, aliado ao aumento de novos casos e óbitos pela Covid-19, interfere diretamente na renda das famílias mais vulneráveis.

“Percebemos um agravamento da crise no sentido das pessoas pedindo mais comida, mais marmita, cesta básica e máscara, que estamos com poucas condições de fazer no momento”, explica Gilson. Em 19 de março completará um ano que o grupo trabalha sem parar distribuindo alimentos, kits de higiene e outros recursos aos moradores. 

Gilson também faz parte da G10, grupo que reúne líderes de favelas. Nos últimos 4 meses, a organização impactou 100 mil moradores de comunidades, distribuiu cerca de 470 mil refeições, cerca de 350 mil kits de higiene, além de milhares de máscaras e cestas básicas. Clique aqui para ajudar.

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