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Casarão Nhonhô Magalhães será a nova sede do Paço das Artes

A abertura da instituição voltada para a arte contemporânea será com uma exposição da veterana Regina Silveira

Por Tatiane de Assis - Atualizado em 2 out 2018, 18h29 - Publicado em 28 set 2018, 06h00

Instalado desde 1937 na Avenida Higienópolis, o Casarão Nhonhô Magalhães será a nova sede do Paço das Artes, a partir de meados de 2019. A abertura da instituição voltada para a arte contemporânea será com uma exposição da veterana Regina Silveira.

Em 2020, o local deverá abrigar a mostra de outro nomão, o inglês Isaac Julien. O palacete foi encomendado pelo barão do café Carlos Leôncio de Magalhães (1875-1931), que não chegou a morar ali, pois morreu antes do fim das obras. Sua esposa, Ernestina, e seus rebentos viveram lá por onze anos.

Em 1974, a construção tornou-se sede da Secretaria de Segurança e da Delegacia Antissequestro. Em 2005, foi comprada pelo Shopping Pátio Higienópolis. No edital, havia a determinação de que parte do espaço fosse destinada a atividades culturais por vinte anos. Uma restauração, então, começou em 2009. Confira abaixo outros imóveis residenciais com ares aristocráticos que aguardam, com sorte, um novo uso.

O Palacete na Paulista Tiago Queiroz/Estadão Conteúdo

Palacete na Paulista. O casarão no número 1919 da Avenida Paulista leva o sobrenome de outro barão do café, Joaquim Franco de Mello, morto em 1937. Instalado em um terreno de 4 720 metros quadrados, o imóvel tem 35 cômodos.

Casarão das Muletas. Vigas metálicas e estacas de madeira sustentam a construção, localizada no número 376 da Rua Artur Prado, na Bela Vista. O prédio, de propriedade particular, é tombado como patrimônio do município.

Imóvel no Belém. Um casarão no número 116 da Rua Saldanha Marinho, no Belém, tem a fachada cheia de pichações. Com 390 metros quadrados, está disponível para venda.

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