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Oscar Maroni distribui 9 000 cervejas na porta do Bahamas

Ele cumpriu a promessa feita em 2016, quando disse que distribuiria bebidas grátis caso Lula fosse preso

Por Redação VEJA São Paulo - 7 Apr 2018, 17h36

Mesmo com seu clube, o Bahamas Hotel, fechado – o local passa por reformas e só deve reabrir em duas semanas -, o empresário Oscar Maroni cumpriu a promessa feita dois anos atrás, quando disse que, se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fosse preso, ele iria distribuir cerveja grátis.

Em frente ao estabelecimento em Moema, na Zona Sul, foram distribuídas na noite desta sexta (6) 9 000 latas de cerveja Brahma em imensas caixas de isopor. O evento reuniu cerca de 3 000 pessoas, a grande maioria, homens, que fecharam a rua em frente ao clube.

A multidão começou a se reunir no local no início da tarde. Quando Maroni chegou, por volta das 19h30, foi ovacionado pelo público.

Para o evento, Maroni se fantasiou com um macacão listrado em preto-e-branco, no estilo Irmãos Metralha, e convocou seus garçons, seguranças e um DJ para alegrar a noite. Ao lado do empresário, dançarinos vestidos de Batman e do “japonês da Federal” e até uma passista de samba animavam os clientes. Um palco foi montado no local, exibindo fotos dos juízes Sergio Moro e Carmen Lúcia.

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Em dezembro de 2016, Maroni publicou em sua página no Facebook a seguinte frase: “Assim que Lula entrar na Polícia Federal de Curitiba e for preso, começarei a distribuir cerveja”. O petista não cumpriu o mandado como o previsto – era para ele ter se entregue à PF às 17h de sexta (6); mas o empresário decidiu manter a ação, mesmo assim.

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