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Morre em SP o ídolo do basquete brasileiro Wlamir Marques, aos 87 anos

Ele se destacou no cenário mundial do basquete nas décadas de 1950, 1960 e 1970

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
18 mar 2025, 14h45 •
Wlamir Marques estava internado em São Paulo
Wlamir Marques estava internado em São Paulo (CBB/Divulgação)
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  • O ídolo do basquete brasileiro Wlamir Marques, morreu nesta terça-feira (18), aos 87 anos, em São Paulo. A informação é da Confederação Brasileira de Basketball (CBB).

    O atleta, que se destacou no cenário mundial do basquete nas décadas de 1950, 1960 e 1970, morreu após um período internado na UTI.basquete

    Natural de São Vicente, no litoral paulista, Wlamir deixou um legado no basquete, sendo reconhecido não apenas como um dos maiores atletas do Brasil, mas também um dos maiores do esporte mundial.

    Wlamir começou sua carreira nos anos 50 e, ao longo das décadas seguintes, se consolidou como uma das principais figuras do basquete brasileiro e mundial. Ele foi peça-chave nas conquistas de importantes títulos internacionais, incluindo o Bicampeonato Mundial de Basquete, dois vice-campeonatos Mundiais e duas medalhas olímpicas de bronze, nas edições de Roma (1960) e Tóquio (1964).

    Além das medalhas olímpicas, Wlamir obteve grande destaque nos Campeonatos Sul-Americanos e Pan-Americanos, conquistando quatro títulos Sul-Americanos (entre 1958 e 1963), o que solidificou ainda mais sua posição como um dos maiores j0gadores de basquete da história. Sua habilidade e visão de jogo o tornaram um líder dentro e fora das quadras, conquistando a admiração de jogadores e torcedores ao redor do mundo, disse a CBB.

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    Seu nome também foi eternizado no Hall da Fama do Comitê Olímpico Brasileiro e no Hall da Fama da FIBA, reconhecimentos que reforçam sua importância no cenário esportivo global. Em 1961, foi agraciado com o Troféu Heims de Melhor Atleta da América do Sul e, em reconhecimento à sua contribuição ao esporte, recebeu a Medalha do Mérito Esportivo.

    Conhecido pelos apelidos carinhosos de “Diabo Loiro” e “Disco Voador”, ele era admirado não apenas por sua técnica refinada, mas também por seu humor afiado, simplicidade e inteligência fora das quadras.

    O velório será realizado na quarta-feira (19), das 13h30 às 17h30, na avenida Francisco Falconi, 837, São Paulo, e estará aberto aos fãs que desejarem se despedir.

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