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João Bosco homenageia Aldir Blanc em texto: “Não existe João sem Aldir”

O compositor morreu aos 73 anos, no Rio de Janeiro, vítima da Covid-19

Por Redação VEJA São Paulo - 4 May 2020, 15h36

O compositor Aldir Blanc morreu aos 73 anos, no Rio de Janeiro, vítima da Covid-19João Bosco, que escreveu com ele músicas como “O Bêbado e o Equilibrista” e “Falso Brilhante”, foi ao Facebook fazer uma tocante homenagem ao artista e parceiro: “Peço desculpas aos que têm me procurado hoje. Não tenho condições de falar. Aldir foi mais do que um amigo pra mim. Ele se confunde com a minha própria vida“, começa a publicação.

“A cada show, cada canção, em cada cidade, era ele que falava em mim. Mesmo quando estivemos afastados, ele esteve comigo. E quando nos reaproximamos foi como se tivéssemos apenas nos despedido na madrugada anterior. Desde então, voltamos a nos falar ininterruptamente. Ele com aquele humor divino. Sempre apaixonado pelos netos. Ele médico, eu hipocondríaco. Fomos amigos novos e antigos. Mas sobretudo eternos. Não existe João sem Aldir“.

“Felizmente nossas canções estão aí para nos sobreviver. E como sempre ele falará em mim, estará vivo em mim, a cada vez que eu cantá-las. Hoje é um dos dias mais difíceis da minha vida. Meu coração está com Mari, companheira de Aldir, com seus filhos e netos. Perco o maior amigo, mas ganho, nesse mar de tristeza, uma razão pra viver: quero cantar nossas canções até onde eu tiver forças. Uma pessoa só morre quando morre a testemunha. E eu estou aqui pra fazer o espírito do Aldir viver. Eu e todos os brasileiros e brasileiras tocados por seu gênio.” Confira: 

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“Peço desculpas aos que têm me procurado hoje. Não tenho condições de falar. Aldir foi mais do que um amigo pra mim. Ele…

Posted by João Bosco on Monday, May 4, 2020

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