Continua após publicidade

“Gainsbourg — O Homem que Amava as Mulheres”: charme irresistível

Vida do genial e feioso músico francês ganha tom de fábula em filme do jovem cartunista Joann Sfar

Por Alex Xavier
Atualizado em 5 dez 2016, 17h56 - Publicado em 9 jul 2011, 00h50
  • Seguir materia Seguindo materia
  • Era uma vez um garoto com orelhas de abano, olhos esbugalhados e narigão que sonhava ser artista plástico para pintar mulheres bonitas. Quando cresceu, a música o levou a conquistar as mais desejadas beldades do mundo. O jovem cartunista Joann Sfar estreia como cineasta dando à biografia do temperamental cantor e compositor francês Serge Gainsbourg (1928-1991) um encantador tom de fábula.

    Publicidade

    Publicidade
    Publicidade
    Publicidade
    Publicidade

    Gainsbourg — O Homem que Amava as Mulheres é baseado em uma história em quadrinhos de sua autoria e, portanto, a caricatura também faz parte do filme. Talvez só assim seja possível explicar o charme irresistível do homenageado, cuja feiura foi eclipsada por sua genialidade.

    Publicidade
    Publicidade
    Publicidade
    Publicidade

    + “A Missão do Gerente de Recursos Humanos”: simpática comédia dramática

    Publicidade
    Publicidade
    Publicidade
    Publicidade

    Na Paris ocupada pelos alemães durante a II Guerra Mundial, o menino Lucian (seu nome verdadeiro) já se sentia homem, desenhando cenas eróticas, fumando cigarros e assustando os adultos com uma resposta ardilosa sempre engatilhada. Filho de judeus russos, desdenhava da perseguição nazista escondendo-se em seu universo criativo, povoado por um alter ego esquisitão como ele.

    Publicidade
    Publicidade
    Publicidade
    Publicidade

    O personagem imaginário, apresentado como um alegórico boneco do próprio Gainsbourg, o acompanha nas décadas seguintes, quando, já crescido (incorporado de maneira impressionante pelo ator Eric Elmosnino), torna-se compositor de músicas popularizadas por vozes femininas.

    Continua após a publicidade

    Publicidade
    Publicidade
    Publicidade
    Publicidade

    + Mostra “O Mundo Mágico de Escher” fecha mais tarde nesta reta final

    Publicidade
    Publicidade
    Publicidade
    Publicidade

    Na tela surgem atrizes lindíssimas que interpretam estrelas ainda mais fascinantes, do naipe de Brigitte Bardot (Laetitia Casta), sua amante, e Jane Birkin (Lucy Gordon), com quem se casaria e teria uma filha. Os bastidores da criação de canções célebres, como Bonnie & Clyde e a provocativa Je t’Aime Moi non Plus, rendem números musicais divertidos e envolventes. Extremamente sensual, a fita é prejudicada apenas pelo final um tanto apressado e pouco conclusivo.

    AVALIAÇÃO ✪✪✪

    Publicidade
    Publicidade

    Essa é uma matéria fechada para assinantes.
    Se você já é assinante clique aqui para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

    Domine o fato. Confie na fonte.
    10 grandes marcas em uma única assinatura digital
    Impressa + Digital no App
    Impressa + Digital
    Impressa + Digital no App

    Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique.

    Assinando Veja você recebe semanalmente Veja SP* e tem acesso ilimitado ao site e às edições digitais nos aplicativos de Veja, Veja SP, Veja Rio, Veja Saúde, Claudia, Superinteressante, Quatro Rodas, Você SA e Você RH.
    *Para assinantes da cidade de São Paulo

    a partir de R$ 39,90/mês

    PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
    Fechar

    Não vá embora sem ler essa matéria!
    Assista um anúncio e leia grátis
    CLIQUE AQUI.