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Fila para entrar em loja dobra a esquina na Mooca

Local na Rua Taquari tem espera com pessoas desrespeitando distanciamento mínimo de 1,5 metro

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 20 jun 2020, 10h18 - Publicado em 20 jun 2020, 10h08

Pouco antes da abertura do Armarinhos Fernando, na Mooca (Zona Leste), clientes aguardavam na manhã deste sábado (20) em uma fila que chegava a virar a esquina das ruas Javari e Taquari. Todos usavam máscaras, mas uma parte desrespeitava o distanciamento mínimo de 1,5 metro entre um cliente e outro.

Nas duas entradas destinadas a carros, a espera também causou grande movimentação. A loja chegou a ficar dois meses fechada, mas reabriu em maio, por se enquadrar como comércio essencial.

Armarinho Fernando na Mooca
Fila no Armarinho Fernando na rua Taquari, na Mooca Sérgio Quintella/Veja SP

Na sexta-feira (19), o governador João Doria divulgou durante coletiva de imprensa a classificação das áreas do estado de São Paulo quanto à reabertura. Algumas delas voltam a ter restrições na retomada do comércio por aprsentarem nos últimos 15 dias piora nos indicativos da pandemia.

De acordo com Doria, as regiões das cidades de Barretos, Marília, Presidente Prudente, Registro e Ribeirão Preto estão na fase de restrição a comércios e serviços não essenciais até a próxima revisão, que é divulgada às sextas-feiras. “Sempre que necessário, tomaremos medidas mais duras se assim for a referência do Comitê de Saúde. E avançaremos no Plano São Paulo se o comitê assim o referendar”, disse o tucano.

As demais áreas do estado continuam na chamada fase laranja, que prevê a reabertura com restrições: imobiliárias, concessionárias, escritórios, comércio de rua e shoppings centers abrem em horários restritos e com capacidade de atendimento presencial bastante reduzida.

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“Quero continuar fazendo um apelo à população para que fique em casa e respeite a quarentena. Volto a lembrar, estamos em um período de quarentena, a recomendação do governo é para que as pessoas permaneçam nas suas casas, exceto as que precisam sair. E, ao sair, usem máscaras, lavem constantemente as mãos e obedeçam ao distanciamento social de um metro e meio”, repetiu Doria.

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