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Exposições para o final de semana: arte francesa e portuguesa

Toulouse-Lautrec no Masp e artistas lusos na Pinacoteca para passeios com ares europeus

Por Julia Flamingo - 14 Jul 2017, 16h10
Pinturas de Toulouse-Lautrec são crônicas da boemia parisiense Acervo MASP/Veja SP

Exposição bombada do Masp, Toulouse-Lautrec – em Vermelho justifica as filas que se formam em frente ao museu todos os dias. Se você ainda não visitou a mostra, programe-se para o final de semana dos dias 15 e 16. Ou, se possível, deixe para segunda (17), já que, em julho, o Masp abre todos os dias da semana. Se já passou pela mostra do francês, a dica é ir na Pinacoteca: por lá, quem comandam são os artistas portugueses.

Toulouse-Lautrec em Vermelho, no Masp

Quando Henri de Toulouse-Lautrec (1864-1901) pintou Moulin de la Galette, tinha 25 anos e frequentava os cabarés franceses havia cerca de cinco. Emprestado do Art Institute of Chicago, o quadro integra a coleção de 75 pinturas e gravuras que compõem a maior mostra em sua homenagem por aqui. Cronista da vida noturna da cidade das luzes durante a belle époque, Toulouse-Lautrec retratava tipos marginais com técnicas de pintura que sugerem movimento. Afinal, ele viveu o êxtase do nascimento do cinema. Comissionado para criar pôsteres de cabarés como o Moulin Rouge — também presentes na atração —, o francês foi um dos primeiros a elevar a propaganda ao status de arte. Com o dinheiro ganho, podia ainda bancar seus vícios boêmios.

Leia a matéria completa sobre a mostra.

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Noventa peça dos museu de Porto integram a mostra Museu nacional de Soares dos Reis/Veja SP

Coleções em Diálogo: Portugueses na Pinacoteca

Herdeiro da coleção do primeiro museu público de Portugal, fundado em 1833 por dom Pedro I, o Museu Nacional de Soares dos Reis é dono de obras acadêmicas produzidas no Porto durante o século XIX. Mais de noventa peças da instituição chegam agora à Pinacoteca. Divididas em quatro temas — paisagem, representação, retrato e vida camponesa —, elas foram colocadas em salas afastadas. A ideia é articular diálogos com o acervo permanente do museu.

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